Segue um vídeo explicando a história, animes produzidos e principais diferenciais na produção que fizeram a Ufotable se tornar um dos estúdios de anime mais venerados da atualidade.
Não aguentava mais ver gente dizendo que o segredo dela era gastar muito dinheiro, e felizmente eu posso fazer algo para mudar um pouco essa visão!
Live de segunda para quem perdeu. Estou fazendo 2 por mês para todo mundo agora, geralmente discutindo as notícias principais das 2 semanas anteriores e respondendo perguntas.
Nesse é obvio que o foco é a recente onda de adiamentos, que só devem aumentar ao longo das próximas semanas, até quase todos os animes serem pausados por tempo indeterminado.
Yo! Hoje no Giro do XIL falamos sobre o sucesso da exibição do filme do Evangelion no youtube, os musicais sendo exibidos de graça, capítulos de Sailor Moon disponíveis no youtube e o Kamen Rider solidário que entregou livros para uma instituição de crianças.
A Sony acabou de anunciar que o mangá de One Punch irá receber uma adaptação em live action por Hollywood. Scott Rosenberg e Jeff Pinkner (Venom, Jumanji: Bem-vindo a selva) serão os responsáveis pela adaptação do roteiro. A produtora por traz do filme será a Arad Productions (Ghost in the Shell, Venom, Homen-aranha no Aranhaverso).
A Sony também aproveitou para comentar que espera que o projeto faça sucesso, e que existe a possibilidade de outros franquias receberem a mesma atenção no futuro.
A história acompanha Saitama, um homem que decidiu se tornar um herói, mas acabou ficou tão forte que passou a derrotar todos os seus oponentes com um único soco. Depois disso, Saitama começou a viver desmotivado, até que encontra Genos, um poderoso ciborgue que pede para ser seu discípulo, e o motiva a tentar subir sua popularidade dentro da Associação de Heróis.
No vídeo é abordado como tinha tudo pra uma relação mais próxima destes dois personagens de Boku no Hero Academia surgir a partir da luta entre ambos e ajudar no desenvolvimento de cada um.Foquem na parte do conselho sobre mostrar as consequências de um acontecimento. Confira:
Aspirantes a ilustradores e quadrinistas de todas as partes do mundo buscam uma única coisa em sua jornada artística, o One Piece que definirá o seu futuro a partir de então, o estilo próprio.
Vamos tentar tirar a música “We Are” da cabeça e ir direto ao assunto. O mangá possui um importante papel no mundo dos quadrinhos, especialmente para o público mais novo que cresceu lendo mangás japoneses e assistindo anime, mas como isso aconteceu? Recomendo que você pegue o seu Mupy favorito e me acompanhe nessa jornada esclarecedora.
Os quadrinhos ganharam um grande destaque por volta dos anos 30 com a explosão da imigração nos Estados Unidos, os super-heróis que tomavam conta das bancas e prateleiras eram símbolos dos artistas judeus que lutavam por um espaço no país e por inclusão.
Superman n° 7, de Joe Shuster e Jerry Siegel
As histórias em quadrinhos se tornaram um produto comercial importantíssimo para as suas respectivas editoras, e isso exigia controle de produção. Quando alguém fosse comprar uma revistinha do Superman, a imagem do herói tinha que ser imediatamente reconhecida, o personagem deveria ter uma silhueta clara na mente do leitor, facilitando assim a associação a outros inúmeros produtos licenciados pela editora. Os personagens passaram a ser tratados, acima de tudo, como marcas e por isso se fez necessário criar um padrão!
É claro que a Marvel e a DC tinham seus artistas “carros-chefe”, cujos estilos eram os modelos usados como o ideal para os demais desenhistas e roteiristas da casa, ou seja “desenhe como Kirby ou Jhon Romita e menos como você mesmo”, e isso implicou em muita pouca diversidade de estilos artísticos nas revistas, mesmo com a chegada dos anos 90, e a onda de quadrinistas que vieram com estilos mais dinâmicos (e responsáveis por deslocar diversas colunas vertebrais femininas) também foram rapidamente se transformando nos padrões da época.
Avengelyne, de Rob Liefeld
Já os gibis nacionais não possuíam um estilo bem definido com o grande público. Os gibis sempre foram vistos como conteúdo infantil, ou nos raros casos, como meras sátiras de jornal. Eles foram sim grandes influentes no underground nacional, mas não estavam no radar popular, por assim dizer.
Tirinha nacional, da autora Laerte
“Em 2001, a editora JBC e Conrad passaram a publicar séries originais de mangá traduzidas para o português. Nessa mesma época, a qualidade das histórias em quadrinhos americanas da Marvel e DC comics, estava caindo, deixando espaço para a entrada de material novo.” (SAVITRI, A UTILIZAÇÃO DO MANGÁ NO ÂMBITO DA ILUSTRAÇÃO NA CULTURA JOVEM BRASILEIRA. Brasil Escola, 2013. Disponível em: https://ift.tt/3aqsw6d)
E com a vinda do mangá, os leitores foram impactados com estilos diferenciados e narrativas distintas, de Toriyama à Rumiko Takahashi, os quadrinhos agora não tinham um padrão ou um estilo único, embora compartilhassem algumas características, as artes variavam do estilo realista ao cômico e cartunesco.
Dr. Slump, de Akira ToriyamaVagabond, de Takehiko Inoue
As editoras japonesas de mangá, diferentemente das americanas, que se preocupavam em padronizar o visual e a estilização de seus personagens e revistas, abriam oportunidade para estilos diferenciados, apostando que, desta maneira, determinada história ou assinatura chamaria a atenção de públicos distintos, e isso foi reforçado ainda mais com a ajuda das demografias e gêneros específicos para as histórias.
Sem falar em como a indústria de mangás funcionava, assistentes de mangá não eram apenas direcionados a replicar o estilo do seus chefes, como acontecia nos Estados Unidos, mas também eram guiados e incentivados por seus artistas principais, fazendo com que assim criassem um ambiente que se auto alimenta, dando origem a outros inúmeros mangakás que deixavam o posto de assistentes para se transformarem em artistas consagrados.
“Um outro dado importante e positivo com respeito à incorporação do mangá ao repertório visual infanto-juvenil brasileiro é o maior desenvolvimento, crescimento e aprimoramento deste, dada a natureza da narrativa visual do mangá. O contato da criança com os mais variados sistemas visuais permitirá que seu vocabulário visual se desenvolva exponencialmente e lhe oferecerá mais ferramentas para explorar e compreender o mundo à sua volta.” (Autor desconhecido, O mangá no Brasil, p. 46, PUC-Rio. Disponível em: https://ift.tt/3atmMsc)
Inúmeros estilos começaram a se destacar, e o termo “traço” começou a ganhar popularidade entre os leitores que tinham interesse nas artes de seus mangakás favoritos. E para aqueles que desejavam se tornar artistas, um novo objetivo surgiu: possuir um traço próprio.
O terror dos professores de desenho, e o grilhão de alunos imediatistas, o traço próprio se transformou em uma faca de dois gumes. Enquanto o conhecimento por trás da ideia de estilo próprio enriquecia o meio artístico, dando espaço aos quadrinistas que fugiam do padrão e maior aceitação dos leitores com a nova safra de técnicas e artistas, também foi uma “muleta” usada por alguns que tentavam justificar sua falta de conhecimento em desenho.
Sem falar na ansiedade que alguns colocavam em si mesmos na busca insaciável e não natural de individualidade no desenho, você provavelmente já ouviu alguém se perguntar “como faço para ter um traço próprio?”. Pois é…
As escolas de desenho e cursos de artes foram recheados por pessoas motivadas pelos mangás, alunos que buscavam algo que os diferenciasse dos demais, e isso foi muito importante, trazendo diversos pontos positivos, o interesse para o mundo dos quadrinhos por exemplo, e a nova safra de artistas brasileiros a se aventurarem no gênero do mangá graças ao incentivo de editoras e concursos nacionais.
Quack, de Kaji PatoTools, de Max Andrad
Com uma enxurrada de artistas com suas próprias assinaturas, a mídia tradicional dos quadrinhos, inclusive a americana, vem apostando em estilos e artistas únicos, e sem dúvida a liberdade que as editoras de mangá no Japão oferecem para seus artistas tem influenciado até os dias de hoje no estudo de jovens quadrinistas que buscam uma assinatura própria.
E por fim, se você está lendo isso e está na busca desesperada pelo seu traço, fique tranquilo, mesmo o mais sábio dos mestres atingiu seu ápice da noite para o dia, e aos poucos vamos tentar ver como a assinatura de alguns mangakás conquistou tantas pessoas.
Com a última adição de Boruto a lista de animes que foram adiados por conta do Coronavírus, já temos uma boa quantidade de obras que foram pausadas, sendo assim, o site Anime News Networks reuniu tudo o que foi afetado por esse novo vírus, desde os animes e filmes, até os mangás e blu-rays.
Animes que foram afetados até o momento (21/04)
Boruto: Naruto Next Generations
Digimon Adventure
Healin’ Good Precure
One Piece
Pokemon
Bungo and Alchemist -Gears of Judgement-
Toaru Kagaku no Railgun T
Shokugeki no Souma 5º temporada
Appare-Ranman!
Cardfight!! Vanguard Gaiden
Fugou Keiji Balance Unlimited
Houkago Teibou Nisshi
IDOLiSH7 Second Beat!
Sword Art Online: Alicization War of Underworld Parte 2
No Guns Life Parte 2
Oregairu Terceira temporada
Anpanman
Sazae-san
A3! Season Autumn & Winter
A3! Season Spring & Summer
Number24(Voltou no dia 8 de abril e foi finalizado)
Re:Zero Segunda temporada
Tsukiuta. The ANIMATION 2
Maou Gakuin no Futekigousha
Infinite Dendrogram (Voltou no dia 27 de Fevereiro e terminou a temporada)
Filmes que foram adiados
Evangelion: 3.0+1.0: Thrice Upon A Time
Omoi, Omoware, Furi, Furare
Cider no You ni Kotoba ga Wakiagaru
Happy-Go-Lucky Days
Fate/stay night: Heaven’s Feel III. spring song
Butt Detective: Tentō Mushi Iseki no Nazo
Fushigi Dagashiya Zenitendō: Tsuritai Yaki
Recycle Zoo: Mamore! Mokuyōbi wa Shigen Gomi no Hi
Violet Evergarden
Detective Conan: The Scarlet Bullet
Eiga Crayon Shin-chan Gekitotsu! Rakuga Kingdom to Hobo Yonin no Yūsha
Princess Principal: Crown Handler
Doraemon: Nobita no Shin Kyoryū
Looking for Magical DoReMi
Eiga Precure Miracle Leap: Minna to Fushigi na 1-nichi
Eiga Doraemon: Nobita no Shin Kyoryū
Shimajirō to Sora Tobu Fune
Filme Live Action afetados
Whisper of the Heart
Cowboy Bebop Tokyo Revengers
Keep Your Hands Off Eizouken!
Kamen Rider Den-O: Pretty Den-O Tōjō!
Grand Blue Dreaming
Sonic the Hedgehog (Lançamento japanês)
Ultraman Taiga: New Gene Climax
Manga e revistas afetadas
Hana to Yume
Young Animal
MOE
Morning two
Ane Friend
Young Magazine the 3rd
Good! Afternoon
Bessatsu Shōnen Magazine
Monthly Young Magazine
Hatsu Kiss
Comic tint
Honey Milk Shōnen Magazine R
Kinnikuman
Weekly Shonen Jump (volumes de mangás)
Shonen Jump+ (Volume de mangás)
Jump Square (Volume de mangás)
Weekly Shonen Jump
The Case Study of Vanitas
Blu-ray e outros conteúdos vindo do Japão
Aniplex (Lançamento de filmes em blu-rays)
For Whom the Alchemist Exists (Lançamento do blu-ray do filme)
Gundam G no Reconguista II: Belry Gekishin (Lançamento do blu-ray do filme)
Square Enix (Lançamento americano de livros e mangás)
Tokyopop (Impressões de volumes nos EUA)
Kodansha Comics (Impressões de volumes nos EUA)
Yen Press (Impressões de volumes nos EUA)
HIDIVE (Dublagem no EUA)
Crunchyroll (Dublagem no EUA)
Fate/stay night: Heaven’s Feel III. spring song (Exibição em evento para fãs)
Funimation(Dublagem no EUA)
Promare (Exibição do filme nos cinemas EUA)
Kaijuu no Kodomo (Exibição do filme nos cinemas EUA)
A Kodansha anunciou recentemente a produção de um anime para o mangá de Tenchi Souzou Design-bu (Heaven’s Design Team). Detalhes da staff não foram informados, mas um vídeo de anunciou foi disponibilizado apresentando um pouco dos personagens e história.
O artista do mangá também liberou duas ilustrações comemorando o anuncio.
A história acompanha o departamento de criação de animais do Paraíso, onde vivem recebendo pedidos para criação de diferentes especiais em nome do seu maior cliente, Deus. O mangá explica de forma criativa várias questões sobre as criaturas, inclusive motivos como “O porquê de não existirem unicórnios”, ou “Por que algumas criaturas são tão gostosas de comer?”.
Começar esse texto sem falar da ending dessa season 2 é até um “crime”, então é por ela que iniciarei meus serviços de hoje.
Mas antes de começar, queria destacar essa boa retomada que o Shirogane teve na discussão antes do verdadeiro protagonista da esquete aparecer hahaha ~
A música é muito boa, relaxante, e te dá um clima ótimo, algo que o anime tenta sempre enfatizar (a boa vibe). A propósito a responsável pela canção é a Haruka Fukuhara, uma seiyuu nova (da minha idade), que fez pouquíssimos trabalhos, mas já deixou um belo cartão de visitas no que diz respeito a área musical.
A animação em si também é bem bonita, mais uma vez o que chama a atenção é o trabalho nos storyboards e os detalhes de composição de cenário que são muito criativos e dão uma ambientação moderna ao mesmo tempo que fantasiosa para a ending; algo que particularmente me agradou.
Partindo para os méritos de episódio, esse foi da Kaguya, ela monopolizou os minutos do início ao fim e a evolução de comportamento dela (frente ao presidente) foi algo muito divertido de se ver.
A primeira esquete mostrou que Kei Shirogane, a Imouto-san do presidente, aparentemente também já queria a aproximação da Kaguya, não dá para dar certeza disso pois não tivemos a situação do ponto de vista dela, mas as atitudes, principalmente no final do passeio, condizem.
Outra coisa que aprendemos é que uma Fujiwara incomoda muita gente, duas Fujiwaras incomodam muito mais, não é, Kaguya? A série de tentativas frustradas da Shinomiya para tentar falar com a Kei, antes da aproximação delas em si, foi muito cômica.
Inclusive, o contraste da Kaguya achando a Moeha estranha com aquela inclinações sádicas dela foi a parte que mais me arrancou risadas, pois basta a Shinomiya fazer um auto-estudo, e vai reparar que age da mesma forma que a Moeha quando está decidida a tirar os empecilhos do seu caminho.
De fato eu não tenho nada contra a família Fujiwara, mas essa esquete em questão me fez ficar com raiva delas, já que a Kei estava prestes a “abrir o coração” para a Kaguya quando foi interrompida pelo duo. Chika e Moeha é uma dupla que ri na cara do caos, pois é o próprio materializado.
Em méritos de tabelinha, a vitória foi da Kaguya, lógico, inclusive foi isso que o locutor anunciou, então, três pontos para ela. Kei leva dois pontos, pois a atitude dela salvando a menininha foi algo bem atlético e heroico, a Hayasaka sai com um ponto pela breve participação no final da esquete “embrulhando” a Kaguya para presente, já a dupla de anjos caídos as irmãs Fujiwara saem com zero.
Uuuw ~
Procedendo para a segunda esquete, tivemos um vislumbre das multi-personalidades da Kaguya, é tipo a Kaguya no Kaguyaverse. Lembram que eu tinha falado sobre a Kaguya (Ice) na análise passada, então, ela apareceu com suas análises sempre frias (ah você jura?) de todo tipo de situação.
Em contraste a isso nós temos a outra companheira de subconsciente, a Kaguya (Moron), conhecida em tradução livre como Kaguya (Idiota); digamos que a versão dela que não vê consequências, a que só quer vivenciar o amor juvenil no seu mais puro estado (nossa isso foi muito brega).
Inclusive, se repararmos, a Kaguya (Moron) é quem mais vem reinando há um bom tempo já, principalmente nesse episódio.
Para encerrar as apresentações do Kaguyaverse, temos a Kaguya (Child), em tradução livre, a Kaguya (Criança). Era para ela ser a juíza desse tribunal mental bizarro, mas como ela mesmo disse, ela é o lado mais inocente, ela é só uma criança.
Kaguya (Child) aparecendo ~
Fragmentando mais esse tópico, vou pedir para que vocês se lembrem do episódio nove da temporada passada no qual a Kaguya estava doente, e a sua versão Moron assumiu o controle. Naquele episódio, Ai Hayasaka explica a teoria de Sigman Freud, e se você quer ver eu falando de psicanálise e explicando isso, acesse o texto em questão.
Eu retomei esse papo pois essas três Kaguyas são a representação da teoria de Freud. A Kaguya (Moron) é o ID, a Kaguya (Ice) é o superego, e a Kaguya (Child) é o ego dela, ou seja, toda aquela explicação da Hayasaka faz muito mais sentido agora, se você está com problemas para lembrar, mais uma vez, dê uma olhada no texto do episódio nove que deixei linkado acima.
Moral disso tudo? O julgamento foi muito engraçado, porém, o que tenho que destacar aqui é que a Kaguya não foi extrema, ela fez o que é certo (segundo a psicanálise), fez o que queria, mas não de uma forma absurda como a sua versão idiota queria fazer dando aquele bolo gigante.
Em méritos de tabela, Kaguya três pontos pela vitória e por ter conseguido fazer o que pretendia. Já o Shirogane leva dois pontos, pois para ele isso também foi uma conquista.
Ai Hayasaka aparece no início da esquete chamando a Kaguya de idiota devido ao bolo gigante, só por isso já merece um ponto.
Nesse julgamento quem venceu foi o amor! Da esquerda para direita: Kaguya (Moron), Kaguya e Kaguya (Ice)
Mas o nosso texto não pode parar e a última esquete trouxe as consequências das atitudes de Kaguya no dia anterior, coisas as quais precisaríamos saber. A presença cada vez mais frequente da Kaguya (Moron) tem deixado os embates bem mais leves, pois vemos um Miyuki se entregando com “sangue nos olhos” e a Shinomiya sendo beneficiada por fatores externos.
Em uma analogia esportiva, a Kaguya está jogando a Libertadores sendo beneficiada por juíz argentino, e é uma coisa que não sei se é boa ou ruim para o presidente, que não sabe nem como lidar com isso.
Aí você se pergunta… quem foi o fator externo que expurgou o mau chamado Chika Fujiwara? Quem foi o responsável para virar o jogo para a Shinomiya? Você já sabe quem é e seu nome é John Cena Yu Ishigami, o homem, a máquina, a besta enjaulada com ódio…
Ele participou pouco, mas em menos de um minuto, já chegou garantindo os três pontos dessa esquete. Kaguya e Shirogane ficaram no “zero a zero” no embate mental, então, como estamos falando de empate, um ponto para cada. Chika saiu escorraçada da sala do conselho… pois é Fujiwara, essa semana não foi a sua.
Chika pode ter saído escorraçada, mas essa cena foi a minha favorita hahaha, criativa e muito engraçada! ~
Campeonato brasileiro A guerra de Kaguya contra Shirogane (e os outros) S2 – 2ª edição
Personagem
PG
C
V
E
D
1º – Kaguya Shinomiya
7
3
2
1
0
2º – Miyuki Shirogane
3
2
1
1
0
3º – Yu Ishigami
3
1
1
0
0
4º – Ai Hayasaka
2
2
0
2
0
5º – Kei Shirogane
2
1
1
0
0
6º – Moeha Fujiwara
0
1
0
0
1
7º – Chika Fujiwara
0
2
0
0
2
Olha, eu não sei com quem a Kaguya foi fazer a “pré-temporada”, mas ela começou “voando nas brigas”, já fatura um bicampeonato e leva mais um Scudetto para casa, parabéns, Kaguya!
Kaguya ficou tão feliz que tava agindo até amigavelmente com o Yu hahaha ~
A propósito, nesse mesmo texto do episódio nove que eu linkei, eu também explico sobre a tabelinha, então, quem não lembra como funciona, também servirá para isso.
Yu Ishigami voltou a brigar por posições na parte de cima da tabela, Shirogane continua ali na zona intermediária parece o Botafogo, já as irmãs Fujiwara brigam para ver quem vai ser rebaixada mais rápido, por hora é a Chika, já que ela tem uma derrota a mais. Só não saiu negativada pois a confederação não me permite ser tão antidesportivo assim (KKKK).
Em linhas gerais, esse episódio foi tão engraçado quanto o anterior, contudo, ele foi muito mais importante no quesito de evoluir o romance; o sentimento por parte da Kaguya, propriamente dizendo.
Foi muito prazeroso poder ver um avanço nos entraves mentais desses dois, e é um bom ponto para retomar a confiança daquelas pessoas que julgavam esse entrave um ponto ruim.
Extra
Mano, a Kaguya full putassa ficou muito parecida com o Accelerator de Toaru quando ele tá do mesmo jeito kkkkkk
A TOEI Animation informou que alguns de seus animes serão adiados por conta do surto de Coronavírus no Japão.
One Piece, Digimon Adventure (2020) e Healin’ Good Precure não terão novos episódios essa semana. No lugar do episódio 930 de One Piece será exibido o episódio 892. Healin’ Good Precure terá uma recap dos últimos 12 episódios, e Digimon será substituído por GeGeGe no Kitarou. Nenhum dos animes tem previsão de volta ainda.