One Piece Pirate Warriors 4 é uma das melhores surpresas desse ano. Trata-se de um jogo Musou desenvolvido pela empresa Omega Force, responsável por outros games consagrados desse gênero e distribuído por Bandai Namco. É o quarto game da franquia One Piece Pirate Warriors, baseada na franquia One Piece, e foi lançado para Pc, Xbox One, Playstation 4, Nintendo Switch.
Tratado-se de um game estilo Musou, ele segue bastante a fórmula desse tipo de jogo. Para quem não conhece o gênero, ele consiste em uma fórmula própria estabelecida pela franquia Samurai Warriors que funciona com mecânicas Hack and Slash (games de personagens enfrentando quantidades enormes de inimigos ao mesmo tempo), porém com características especificas. Nele, o jogador enfrenta uma quantidade massiva de inimigos muito maior do que a de um game Hack and Slash padrão, podendo chegar a centenas de inimigos em cena.
Enquanto enfrenta essas hordas de inimigos, o jogador explora um mapa estabelecido onde mais inimigos vão aparecendo, como chefes de bases. O objetivo é tomar essas bases espalhadas pelas fases. Quanto mais bases são tomadas, mais inimigos vão surgindo no mapa. Há também os oponentes secundários, que costumam não representar muita ameaça e são feitos para encher as barras de poder que podem render uma execução de ataques especiais mais poderosos. Os chefes de área já costumam representar uma ameaça maior.
Pirate Warriors 4 segue essa mesma fórmula já estabelecida, bastante semelhante a Samurai Warriors, Hokuto No Ken: Ken’s Rage e Berserk Musou, porém acrescenta elementos próprios para tornar esse jogo único. O primeiro deles é o acréscimo de uma quantidade considerável de personagens conhecidos da franquia. Até agora, são 43 personagens já presentes, além de mais alguns misteriosos que virão em futuras DLC.
Cada um desses personagens contam com diversas habilidades e combos únicos, além de personalização de atributos e poderes, além de certos trajes especiais. Entretanto, mesmo com essa vasta quantidade de lutadores, os fãs podem sentir saudades de alguns que apareceram em jogos anteriores mas não tiveram seu retorno, mesmo que isso possa mudar com a chegada de novos DLCs.
Os games com estilo Musou tem uma fama de ser repetitivos por muitos jogadores, por mais que divertidos, derrotar tantos inimigos de uma vez por tanto tempo pode acabar sendo cansativo. Porém Pirate Warriors tenta ao máximo corrigir essa ideia, só o fato de ter tantos personagens para experimentar durante o jogo já te motiva a gastar mais tempo na jogatina mais um modo história divertido que pode presentear o jogador com uma experiencia divertida de horas, revivendo arcos clássicos do anime e mangá.
Entre as novidades do jogo estão os combos aéreos, uma novidade bem vinda para jogos desse estilo. Diversos combos podem ser realizados no ar, assim como alguns personagens possuem um modo de combate aéreo, trazendo um novo estilo de combos. Cada personagens possui também um sistema de níveis o que motiva o jogador a jogar e mais com ele, para desbloquear novos ataques, novos Upgrades e novos combos aumentando ainda mais a diversão, um mode que lembra bastante um sistema de RPG e que te motiva a jogar e mais com seu personagem favorito até espremer todo seu potencial.
O modo história como lado negativo não aborda todos os arcos do mangá, deixando sagas importantes para trás, porém adaptando as mais novas e uma ultima original. Mesmo sem todos os arcos do mangá ( Que por si já é bastante grande ) se você nunca leu ou assistiu One Piece o modo história ira te guiar pelos principais eventos, sendo um jogo aberto para os fãs ou não da saga. É bastante divertido, proporciona muitas horas de jogo e vem com o bônus de poder ser jogado online, o único problema é que é bastante demorado encontrar pessoas em salas dispostas a jogar, embora quando encontradas é bastante jogar o modo história ou outros modos do jogo com uma companhia.
Fora o modo história o jogo ainda oferece a possibilidade de jogar uma imensa quantidade de missões mais de 100 missões no qual o jogador pode gastar horas de jogo, missões que podem ser realizadas online com vários amigos e com personagens a sua escolha, um ótimo lugar para experimentar todos os personagens e subir cada vez mais sua habilidades.
Pirate Warriors 4 é um games Musou que sabe aproveitar bem a fórmula, com uma quantidade grande de personagens, um modo história cinematográfico e divertido, um sistema de níveis inovador pra franquia e um modo online divertido embora lento. Games Musou não costumam ser jogos complexos com mecânicas estratégicas e complicadas e esse game não foge da fórmula, porém como diversão sem compromisso, se você é fã ou não da franquia o jogo vale bastante a pena. Nota 9.
Como muitos devem ter percebido, os posts de vendas de mangás morreram durante essas duas semanas porque a fonte onde eu pegava os tops caiu.
O Marco me passou um novo site, mas ele tem menos volumes (30 ao invés de 50), e não disponibiliza as vendas totais, então vai ser uma versão resumida e provisória até que a antiga fonte volte ao ar.
O post que ficou faltando é o da semana do dia 16 -22, que teve como principais estreias Kingdom (469,614), Golden Kamuy (145,708), Fire Force (59,951), Yakusoko no Neverland (53,009) e Boku no Hero Academia (49,023).
Kimetsu no Yaiba deu uma oscilada para baixo por algumas semanas, dando a impressão que o boost finalmente tinha esfriado. Essa semana, no entanto, ele voltou com tudo metendo quase 200k em diversos volumes.
Título
Ranking
Vendas da semana
Kimetsu no Yaiba Vol. 8
01
188,811
Kusuriya no Hitorigoto Vol. 6
02
187,475
Kimetsu no Yaiba Vol. 7
03
187,382
Kimetsu no Yaiba Vol. 9
04
184,564
Kimetsu no Yaiba Vol. 10
05
183,639
Kimetsu no Yaiba Vol. 11
06
179,270
Kimetsu no Yaiba Vol. 12
07
178,509
Tensei shitara Slime Datta Ken Vol. 14
08
162,198
Kimetsu no Yaiba Vol. 6
09
156,060
Kimetsu no Yaiba Vol. 13
10
138,552
Kimetsu no Yaiba Vol. 14
11
136,918
Kimetsu no Yaiba Vol. 19
12
131,608
Kingdom Vol. 57
13
128,612
Kimetsu no Yaiba Vol. 15
14
112,998
Kimetsu no Yaiba Vol. 17
15
112,995
Kimetsu no Yaiba Vol. 16
16
112,125
Kimetsu no Yaiba Vol. 18
17
107,610
Hoozuki no Reitetsu Vol. 30
18
93,047
Kimetsu no Yaiba Vol. 3
19
87,283
Kimetsu no Yaiba Vol. 5
20
86,840
Kimetsu no Yaiba Vol. 4
21
86,246
Kimetsu no Yaiba Vol. 2
22
84,338
GIANT KILLING Vol. 54
23
82,983
Kindaichi 37-sai no Jikenbo Vol. 6
24
73,967
Kimetsu no Yaiba Vol. 1
25
71,944
Golden Kamuy Vol. 21
26
68,169
Saki Vol. 20
27
52,550
Overlord Vol. 13
28
52,517
Blue Period Vol. 7
29
46,252
Chiyu Mahou no Machigatta Tsukaikata: Senjou wo Kakeru Kaifuku Youin Vol. 6
30
43,486
Algumas capas de mangás interessantes
Golden Kamuy. Já teve uma segunda temporada em 2018.
Kingdom. Terceira temporada sendo exibida atualmente.
Kusuriya no Hitorigoto.
Overlord. Já teve uma terceira temporada em 2018.
Tensei shitara Slime Datta Ken. Já teve uma segunda temporada anunciada para esse ano.
Hoozuki no Reitetsu. Já teve uma segunda temporada em 2017.
GIANT KILLING. Já teve anime em 2010.
Chiyu Mahou no Machigatta Tsukaikata Senjou wo Kakeru Kaifuku Youin.
O site oficial da adaptação em anime de Isekai Maou to Shoukan Shoujo no Dorei Majutsu informou que uma segunda temporada para o anime está em produção. O título da segunda temporada será Isekai Maou to Shoukan Shoujo no Dorei MajutsuΩ, e deve chegar em 2021.
Ilustrador da adaptação em mangá da Light Novel da obra fez uma ilustração para comemorar o anuncio.
A staff do anime vai manter o designer de personagens, mas muda o diretor para Satoshi Kuwabara (Dagashi Kashi 2, Black Jack), e o estúdio para o Tezuka Productions (5-toubun no Hanayome, Dagashi Kashi 2).
Sinopse: O protagonista, antissocial, era chamado de Rei Demônio no jogo online Cross Reverie por ser extremamente poderoso e ter sua própria dungeon, além de atuar como um no MMO. Até que certo dia ele é invocado para um mundo de fantasia, mas com a aparência do seu personagem.
Duas garotas invocaram ele para usá-lo como uma besta escrava, mas graças a sua habilidade de reflexão de magia, a técnica volta para elas antes dele sequer entender o que aconteceu. Confuso, sem saber o que fazer e como agir, ele começa a atuar como um Rei Demônio.
Agora ele tem que descobrir mais sobre aquele mundo enquanto interage com os outros da única maneira que ele consegue, como um “quase vilão”.
Nota do editor (Marco): Esse diretor e estúdio são bem meia boca. Mesmo com comédia romântica que não é exigente eles metem quadro estático para todo lado, então que dirá um anime que tem cenas de ação. A staff anterior era bem melhor. O diretor e estúdio anterior desse anime estão fazendo Kakushigoto nessa temporada.
Olá, vamos hoje vamos falar sobre o Xiaomi Mi 9T e também fazer o unboxing do produto, então vamos dar uma olhada, vamos tirar o telefone primeiro, então aqui temos o Mi 9T e sua ficha de dicas com as especificações para mim, então vamos analisar isso em mais detalhes, mas temos uma configuração de câmera traseira tripla familiar para o MI 9, tela AMOLED de 6.3 polegadas, bateria de nove mil e quatro miliamperes por hora, o que é bom e um chip de médio alcance, de modo que isso não inclui o snapdragon 855 esse tipo de especificação principal e podemos ver a parte de trás.
Vamos percorrer tudo o que temos aqui, então isso parece muito com um case, se eu puder chegar ao case, sim, muito bom, na verdade, é nesse case que você sabe muito bem, como acabamento preto liso, mas tem um toque suave e fosco, eu sempre desconfio de cases um pouco cortados lá fora, mas de qualquer maneira sim para um tipo de case inicial isso é bom, obviamente, é opaco, então você não vai mostrar a parte de trás do telefone. Eu não sei se eles fornecem capas claras com as outras cores, temos aqui em preto, mas também existem versões em azul e vermelho, que eu acho que vai ser um pouco estranho dar um telefone azul brilhante e uma capa preta para encobrir.
Cabo de carregamento USB C, como seria de esperar, não há fones de ouvido, apesar do fato de que, como veremos, o telefone realmente possui uma entrada para fone de ouvido, então vamos ao hardware, então nós temos essa tela de seis polegadas e quatro polegadas bem bonita, nós temos aqui o Mi 9T este é o modelo preto-carbono para que você possa ver que ele tem esse tipo de fibra de carbono com acabamento pontilhado na linha na maior parte das costas e, em seguida, é um bom efeito, quando esse tipo de contorno percorre as bordas menos, no meio, meio que lentamente se torna um preto mais profundo no meio do corpo, o que na verdade adiciona uma boa maneira de fazer um telefone preto, você sabe que eu acho os telefones pretos um pouco chatos, mas esse é um legal, mas você também pode usá-lo em chamas vermelhas e azul glaciar, eles são vermelho e azul brilhantes mas eles têm um pouco de final de acabamento para que captem a luz de maneiras interessantes, da mesma forma que outras marcas tem feito com muitos de seus telefones, que termina sob a superfície do vidro, então sim, eu acho que acho o preto é provavelmente a menos interessante das três cores, mas sim, esse parece muito legal.
Então temos a câmera tripla de 48 megapixels configurada na parte traseira, entrada para fone de ouvido principal, carregamento USB C, obviamente, SIM duplo como você esperaria e, em seguida, um belo detalhe vermelho no botão liga / desliga, que é sempre uma espécie de toque agradável, caso contrário, sim, é um telefone muito simples de frente, obviamente, mas você sabe, sim, esse é um kit atraente, especialmente pelo preço em questão, veremos um tipo de especificações intermediárias razoavelmente boas provavelmente o que é bastante competitivo.
Eu não uso muitos em telefones Xiaomi há muito tempo, por isso estou curioso para ver como é usar. Não usei o Mi 9. Então a grande coisa que vamos notar eu acho que já mencionei, algo no topo que seja diferente da outra média, no Mi 9 e o Mi 9 SE, ambos tem o pequeno entalhe em formato de gota bem na direita central no centro do topo da tela, em vez disso, o que temos com o o 9T é uma câmera pop-up aqui, então é uma câmera selfie de 20 megapixels que deslizará para fora do telefone, o que não é o primeiro Xiaomi a ter isso, eu acho que o mi mix 3.
A tela é AMOLED, se você olhar para as especificações, você pode pensar que é exatamente o mesmo que eu comum sabendo seis pontos três nove polegadas AMOLED eles são realmente um pouco diferentes do regular. Suporta HDR. O Mi 9 suporta HDR 10, este possui Gorilla Glass 5 na frente, o Mi 9 normal possui Gorilla Glass 6. Então estamos vendo um painel um pouco diferente e há um nível de proteção um pouco diferente e a qualidade talvez não seja tão boa assim, mas ainda assim é uma tela muito boa e, na verdade, pelo preço do qual você não terá muito o que reclamar basicamente. Eu nunca vi isso antes, eu não sei se o mi mix antes fez isso, espero que você possa desligar o barulho. brilhar então sim, essa é uma das grandes diferenças es você está entrando nisso, você está obtendo o efeito de tela cheia, que de novo não é o primeiro telefone a fazer isso, tem sido principalmente coisas com preços mais altos que eu tive até agora não exclusivamente, mas é sempre bom veja algo abaixo desse tipo de faixa de preço que permite que você tenha essa experiência total em tela cheia sem muito compromisso em outros lugares.
Voltaremos ao resto do material da câmera enquanto estivermos nela, como podemos ver 48 modo megapixel lá, de modo que está tirando vantagem do que o atirador principal completo de 48 megapixels, as outras coisas que temos é que temos uma grande angular, para entrar e sair da grande angular e também temos é um zoom de duas vezes, é uma lente de zoom telefoto óptico duas vezes. Uma câmera de lente tripla com zoom e telefoto em torno desse preço realmente muito sólida, que é realmente impressionante.
Em termos de especificações, é um Snapdragon 730, então esse é um chip de gama média, não o 855 se o mi 9t pro sempre aparecer que roda em 855, o chip Snapdragon de primeira linha e você obtém seis gigabytes de RAM em comparação com oito no mi 9 e uma opção de 64 gigabytes ou 128 gigabytes de armazenamento, o que será suficiente para a maioria das pessoas caso contrário, existem outras diferenças pequenas entre os nove médios que quero dizer, o conector para fones de ouvido, este é o único telefone no intervalo médio que vem com um conector para fones de ouvido.
A outra coisa está sendo o carregamento. Não há carregamento sem fio nisso, é 18 watts carregamento rápido, então sim, e esse não é o carregamento mais rápido do mundo, mas é rápido. Não tenho certeza de quais números a Xiaomi está citando em termos de qual tipo de velocidade de carregamento você obterá, eu esperaria que você conseguisse algo como metade da capacidade da bateria e meia hora, algo assim. Sim, é um carregamento rápido e sólido, mas não o melhor a linha, mas boa para esse preço, oh e o outra vantagem é na a bateria em si, é uma bateria de quatro mil miliamperes-hora que é realmente boa e também muito melhor do que a linha principal ou o mi 9 se, portanto, essa é a maior bateria da faixa mi 9, você perde o carregamento sem fio, mas se você apenas quer a duração da bateria essa é uma oferta muito sólida por não muito menos do que um MI 9, de uma maneira que não é uma diversão super emocionante, não há como um recurso realmente excitante que você encontrará neste que não está em mais nada, mas o que é um dispositivo de gama média realmente agradável que oferece especificações muito sérias para esse preço que é realmente onde a Xiaomi meio que costurou o mercado recentemente ou eles estão tentando lá fazer algumas entradas muito competitivas neste momento, sabendo que pensávamos que era uma ótima oferta pelo seu preço, com um preço bem menor.
Seriamente convincente e, a menos que você precise desse desempenho superior do Snapdragon 805, que os nove médios têm, você ainda obtém a câmera tripla e ainda tem especificações decentes em termos de processamento e de armazenamento em RAM, o fato de você ter essa exibição em tela cheia na câmera pop-up, quero dizer que para mim isso é um pro, sei que algumas pessoas estão nervosas com as câmeras pop-up, uma idéia de que quebrar e não duraria o suficiente, especialmente se você é alguém que você quer um aparelho para durar três anos. Eu entendo a preocupação de ter um mecanismo físico lá que possa quebrar, mas é tão bom ter essa linha no topo, é apenas um tela completamente ininterrupta e, com seis pontos e dez polegadas como este, é um tamanho agradável, ele preenche a mão, mas não é nada demais.
Estou usando o MI 9T e eu amo esse telefone que estou acostumado a fazer muito os cantos para tentar fazer qualquer coisa, então sim, eu acho que sou fã, vale a pena comprar!
Aqui na Mi Curitiba você consegue comprar seu Mi 9T, ligue agora ou nos mande uma mensagem que levamos até você.
Em uma mensagem postada no seu twitter, a Shounen Jump informou que a próxima edição da revista será adiada em uma semana por conta do Coronavírus. Isso significa que mangás com Kimetsu no Yaiba, One Piece, Boku no Hero, Dr Stone e Act Age não terão capítulos até o dia 27 (a edição do dia 13 ainda vai sair normal, só dá dia 20 que foi adiada).
O motivo do adiamento se deu pelo fato de um dos funcionários da revista ter apresentando os sintomas da doença e sido afastado. Como precaução, a editora decidiu dispensar os funcionários para trabalharem em casa, e pausar temporariamente o setor editorial da revista para evitar que a doença se espalhe.
A Jump também afirmou que o funcionário em questão não tem envolvimento direto com os criadores de mangás, ou editores responsáveis pelas obras da revista.
A Square Enix anunciou recentemente a produção de uma adaptação em anime para o mangá Munou Nana (Talentless Nana). Detalhes da staff, bem como uma possível previsão de estreia não foram informados.
Ilustração do autor para comemorar o anime.
A história se passa em um mundo onde monstros começaram a surgir para tentar destruir a humanidade. Como forma de proteção, escolas preparatórias foram criadas, onde adolescentes com superpoderes são treinados. Esses adolescentes passaram então a ser conhecidos como “Talented”, e colocados ao lado de uma contraparte, uma pessoa sem poderes.
A história acompanha um garoto que tem um forte desejo de vingança contra esses monstros, e que se tornar parceiro de uma Talented, prometendo usar toda a sua inteligência e manipulação para destruir esses monstros.
Hoje no Giro do XIL Fábio Sakuda fala sobre o documentário do Miyazaki gratuito na NHK, os famosos que se tornaram “namorados robô” das japonesas no LINE e o canal recém criado da Toei, que levou strike da própria Toei!
Em tempos de quarentena, aqueles que podem e devem ficar em casa, desfrutam do lindo vazio existencial de seu interior (que? Só eu? Ok…). Manter a mente ocupada pode ser uma tarefa um pouco difícil às vezes, a luta de mil anos que um cavaleiro de ouro trava contra seu semelhante, é a mesma que você, eu e até o seu Zé da padaria travamos contra o tédio. Por isso, não temam, meus caros e minhas caras, aqui vai uma lista de alguns passatempos para não entrar em pânico durante essa crise.
Música Para descontrair e balançar um pouco o esqueleto, vai aí duas bandas que eu conheci recentemente.
Boris
A banda de J-Metal BORIS existe desde de 1992 no Japão e conta ainda com os três integrantes principais. Para quem curte heavy metal, o som desses caras é incrível e vale a pena conhecer as músicas e se aventurar nos álbuns da banda, afinal, eles influenciaram uma geração de bandas no Japão. Se querem uma indicação por onde começar, eu recomendo a música “PINK”, que é uma das mais incríveis da banda.
Tricot
A banda TRICOT é relativamente recente, as três integrantes femininas se juntaram em 2010. Já o baterista, o único homem do grupo, em 2011. Uma banda 90% feminina que segue o gênero do Math-Rock, um segmento extremamente forte no Japão que mistura as influências do punk com o rock progressivo. Esse grupo merece muito a sua atenção, a música que eu recomendo para você que está lendo é aquela pela qual conheci a banda, “POTAGE”.
Filmes (Netflix)
Saindo um pouco do mundo 2D tradicional dos otakus e indo para o mundo cinematográfico de pessoas em carne e osso, o Japão tem produzido um conteúdo impressionante nos cinemas já há muitos e muitos anos.
37 Segundos
“37 Segundos” é só mais um exemplo, porém, ele surpreende por sair do estilo convencional do cinema japonês, especialmente no modo de compor as cenas e a narrativa, por muitas vezes ele parece ter um visual inspirado nos filmes independentes europeus, mas não é sempre, a identidade cultural do cinema japonês aparece em um contraste muito interessante no filme (mas isso não é uma resenha, é uma indicação! Foi mal…).
Ok, sobre o que é o filme? Em “37 Segundos” acompanhamos a vida de uma garota, Yuma Takada, que tem paralisia cerebral, em sua jornada por autodescobrimento, o resto é spoiler, mas o filme é um drama que pode até parecer meio tenso no início, mas é super good vibes.
Pássaro do Oriente
“Pássaro do Oriente” é, tecnicamente, um filme inglês, mas como é ambientado no Japão e é 95% falado em japonês, acho que passa no nosso critério. Sem muita enrolação, vamos direto para a sinopse do filme:
Em Tokyo de 1989, durante a crise da bolha financeira e imobiliária do Japão, Lucy Fly é uma estrangeira no país que possui um passado traumático. Ela começa um relacionamento um tanto problemático com um fotógrafo local. Esse filme é o oposto de good vibes, mas é muito bem dirigido, então vale a pena dar uma olhada.
Canais do YouTube Não tem lugar com acesso mais fácil para entretenimento que o YouTube, é só procurar com calma, segue esses dois canais que eu acho bem divertidos de acompanhar:
Mig music Achou que a música tinha parado? Mas ela voltou, e no último volume! (Esse é o mais próximo de me tornar um VJ na MTV que posso chegar, podem me julgar, mas me sinto completo agora!) O canal MIG MUSIC no YouTube segue o nicho de fansings/anisongs, eles fazem um trabalho muito bacana e extremamente fiel de músicas originais das aberturas de anime, tudo isso em PTBR, já recomendo você ir atrás das músicas que essa galera fez das aberturas de JoJo’s Bizarre Adventure e do hino otaku de EVANGELION.
DokiDoki Drawing É um canal japonês no YouTube todo voltado à produção de anime e mangá. O apresentador, junto com você que está assistindo, vão aprendendo sobre a produção de quadrinhos, webcomics, como desenhar personagens, produzir animações, além de ter várias entrevistas e conversas bem humoradas com os profissionais da área lá no Japão. Infelizmente, o canal é todo em japonês, mas disponibiliza legendas em inglês em todos os vídeos, ou em quase todos, tem um conteúdo gigantesco e, com certeza, vai te cativar por um bom tempo.
Animes Além de toda galeria de filmes do Studio Ghibli estar disponível na Netflix, o portal Genkidama tem agora o Otaku Play, um podcast que vai discutir as animações, especialmente o catálogo recente dos filmes do Ghibli. Então se você precisa de uma indicação, veja os filmes e acompanhe o Otaku Play que irá sair.
Sem esquecer de mencionar os animes da temporada, que estão em peso no catálogo da Crunchyroll (Eizouken acabou e eu estou órfão), mas essa temporada tem um conteúdo bastante legal e diversificado e merece uma conferida, se você não viu ainda.
Foi uma lista bem curtinha, mas espero que isso mantenha você ocupado por um tempo, é só saber administrar, e se tiver mais alguma dica, divide com a gente aí, uai!
A conta do twiiter da terceira temporada de Oregairu veio anunciar o adiamento da estreia do anime. O motivo está relacionado aos efeitos do coronavírus no país. A staff ainda não deu uma nova data para estreia, mas prometeu informar algo no futuro. O anime tinha previsão de estreia para o dia 9 de abril, mas ao invés disso vão passar uma reprise da segunda temporada.
A história acompanha um garoto com uma visão bem pessimista da vida, chamado Hachiman. Por orientação da sua professora, ele se junta ao clube de serviços voluntários, conhecendo uma misteriosa garota chamada Yukino. Como o passar do tempo, e a junção de uma segunda garota chamada Yui, os três começam uma amizade, onde dramas, segredos e romances acabam surgindo.
Esse conteúdo não é original do Portal, é uma tradução. Trata-se de uma entrevista de Rumiko Takahashi para o jornal Le Figaro.
A rainha do mangá, grande prêmio do Festival de Angoulême em 2019, abriu as portas para seu mundo em Tóquio. Encontro com uma autora especial, que marcou várias gerações.
Rumiko Takahashi: seu nome ressoa com deferência entre todos os fãs da arte japonesa. Não foi realmente uma surpresa vê-la consagrada no Grande Prêmio de Angoulême de 2019. É mais surpreendente, no entanto, ter a oportunidade de entrevistá-la (aqui, graças às edições Glénat, editora na França dos dois títulos emblemáticos Urusei Yatsura e Ranma ½). A rainha dos mangás prefere escrever novas histórias do que contar as suas.
Com um olhar cintilante, Rumiko Takahashi faz quantas perguntas ela dá respostas. Ela tem uma curiosidade insaciável. Entendemos por que sua imaginação parece interminável. Para ela, a vida é uma fonte de inspiração. Muito cedo, ela sabia que iria se tornar uma mangaká. Filha de um médico, a caçula da família, ela aprendeu a desenhar se inspirando nas pinturas á nanquim de seu pai. Aos doze anos, ela comprou seus primeiros lápis e desenhou yon-koma (mangá com quadros, equivalente à história em quadrinhos). Antes de entrar na faculdade, ela já enviou mangás para as revistas Shônen Sunday e Garo (onde Susumu Katumata, da qual ela era fã, fazia parte).
O FIGARO. O que fez você querer se tornar uma mangaká?
Rumiko TAKAHASHI. Quando criança, eu lia muitos mangás. Você poderia dizer que eu estava rodeada por eles. Então isso foi feito muito naturalmente. Não foi uma revelação ou um choque, mas sim uma evidência amadurecida durante minhas leituras.
O FIGARO. Você costuma incluir referências a outros mangás em seu trabalho …
Rumiko TAKAHASHI. Isso é algo que eu fazia com frequência quando era jovem e um pouco menos hoje. De um modo geral, o que me interessa é citar expressões que são reconhecíveis por todos. Passagens que marcaram os leitores. Eu gosto de desafiar o leitor através da cultura geral ligada ao mangá.
O pôster para o Festival Angoulême 2020, dirigido por Rumiko Takahashi. Este último foi desenhado quando a criança e o leitor veem suas principais influências.
O FIGARO. Quais são suas principais influências?
Rumiko TAKAHASHI. Mais do que uma obra, prefiro citar os seguintes autores que são pessoas essenciais no mundo dos mangás: Osamu Tezuka, Fujio Akatsuka e Fujiko Fujio. Essas são as maiores influências que tive.
O FIGARO. Voce tem a consciencia de que também se tornou influente com jovens autores?
Rumiko TAKAHASHI. Não consigo me colocar no mesmo nível que os três autores que citei. Eles são deuses do mundo dos mangás. Estou feliz por estar no mesmo mundo que eles, por poder trabalhar como mangaká.
O FIGARO. Você tem uma reputação de sempre entregar seus trabalhos no prazo. Qual é o seu segredo?
Rumiko TAKAHASHI. Acima de tudo, deve-se notar que o mangá é parte integrante da minha vida. Eu vivo e respiro mangá. Minha vida diária é pontuada por mangás. Esta é a minha principal prioridade. Além disso, adoro desenhar e inventar histórias: da mesma forma, trabalho sem ter a impressão de trabalhar. Sem ter que me forçar de forma alguma. Respeito os prazos, de certa forma, sem fazê-lo de propósito.
O FIGARO. Descreva sua semana típica …
Rumiko TAKAHASHI. Nos primeiros três dias, trabalho sozinha no storyboard. Depois de terminar, ligo para o meu gerente editorial para discuti-lo. Enquanto trabalho à noite, meu gerente editorial chega por volta das 23h e valida o storyboard ou me dá feedback. Então, trabalho até a manhã seguinte e durmo no meio do dia. Depois, há dois dias dedicados à tinta e acabamento. Este é o momento em que meus assistentes vêm ao estudio. Eles geralmente chegam por volta das 20h. E trabalhamos até de madrugada. Eu sou a única trabalhando nos personagens. Eu cuido disso durante o dia, antes da chegada dos assistentes. Eles cuidam das cores sólidas, das decorações e parte da tinta.
O FIGARO. Você basicamente escreve comédias românticas. Você prefere comédia ou romance?
Rumiko TAKAHASHI. Mesmo quando faço histórias sérias, integro noções de amor e romance. Então, se eu realmente tenho que escolher entre amor e comédia, seria amor. Mas ambos parecem essenciais para mim.
O FIGARO. Você é fã de Shinji Mizushima e de “Abu-san” (série de mangás no beisebol), mas também de Mitsuru Adachi. O que você mais gosta nos trabalhos deles?
Rumiko TAKAHASHI. Mizushima-sensei é um dos pioneiros do mangá de beisebol e até mesmo em mangá de esporte. Eu até me pergunto se não descobri o beisebol através do mangá antes de vê-lo na televisão. O que eu gosto no seu trabalho são os personagens que ele desenvolve e a riqueza do universo que ele constrói. No caso de Adachi-sensei, eu realmente gosto da suavidade de seus personagens e do universo que ele cria, tanto do ponto de vista gráfico quanto lógico. Ele também tem um talento incrível para gerenciar tempo e ritmo. Tenho grande estima por esses dois autores.
O FIGARO. Lum deveria aparecer apenas por um capítulo, mas acabou por se tornar a protagonista ao invés de Ataru. Como foi?
Rumiko TAKAHASHI. Na realidade, na história completa, ela deveria aparecer apenas nos cinco primeiros capítulos. Tínhamos imaginado os eixos de cinco capítulos com meu editor. No primeiro, fiz Lum aparecer, no segundo, uma história completamente diferente, mas no terceiro capítulo, tive que envolver Lum para que minha história fosse bem sucedida. Percebi então que funcionava bem, então a guardei para o quarto e quinto capítulos. Naquela época, minha editora me disse que os leitores gostavam dessa personagem e que seria bom mantê-la para o futuro. Ela acabou se tornando a heroína do mangá.
O FIGARO. Criada na década de 1980, a história “Maison Ikkoku” continua importante até hoje. Além da atemporalidade de um romance, por que esse trabalho permanece atemporal?
Rumiko TAKAHASHI. Maison Ikkoku é um trabalho com forte caráter romântico, este título evoca o amor unidirecional, a expectativa que se pode ter enquanto estiver apaixonado, silêncios e decepções ligados ao coração. É nesses aspectos que é universal e atemporal na minha opinião.
O FIGARO. Você criou InuYasha com a idéia de fazer um mangá de ação e aventura. Porque?
Rumiko TAKAHASHI. Na verdade, eu queria fazer um mangá de aventura, com cenas de ação forte. Eu queria que houvesse brigas com sabres. Provavelmente porque meus dois mangás anteriores, Ranma ½ e Urusei yatsura, eram mangás de humor, de comédia. Eu queria experimentar um gênero diferente.
O FIGARO. Não existem apenas dois universos que se reúnem em MAO, mas também duas épocas. Por que essa discrepância?
Rumiko TAKAHASHI. Isso cria uma lacuna que é bastante visível e interessante de ser encenada. Por que voltar cem anos à era Taisho (início do século XX)? Simplesmente porque é um período muito movimentado para o Japão. Grande terremoto, crise econômica, o Japão está se militarizando e caminhando para a Segunda Guerra Mundial… Mas também é um período muito particular para nós, os japoneses. Um período anterior ao período militarista, antes desses dramas, mantém um verdadeiro encanto.
O FIGARO. Por que você agrada várias gerações de leitores?
Rumiko TAKAHASHI. Sempre que começo ou termino uma série, quero encontrar um novo leitor. Não estou necessariamente tentando me conectar com meus leitores das séries anteriores. Com isso, quero dizer que não estou tentando reproduzir uma história que tenha trabalhado com eles apenas para satisfazê-los. É esse requisito de renovação que, penso, atrai novos leitores.
O FIGARO. Você se lembra de um retorno específico de um fã?
Rumiko TAKAHASHI. Quando comecei, tenho uma memória bastante precisa. Em nossa oficina, não tínhamos fotocopiadora. Fui à livraria local para fazer fotocópias. E enquanto eu estava copiando, uma criança viu o que eu estava fazendo ela apontou para mim e disse: “Oh, é Lum”. Isso realmente me tocou…