Primeiras Impressões – Temporada de Abril 2020

Impressões do episódio 1 de quase todos os animes da temporada de (Primavera/Spring) 2020.

Mais mini-reviews serão adicionados conforme os animes forem estreando.

Guia em vídeos:

Guia da temporada anterior:

 

 

Animes da temporada anterior que continuam nessa:

  • Ahiru no Sora
  • Azur Lane (episódio 11 e 12)
  • Plunderer

Sword Art Online 3ª temporada – Alicization – Parte 3

Fonte: Light Novel
Gênero: Ação, Aventura, Drama, Romance
Diretor: Manabu Ono (Mahouka, Asterisk War)
Estúdio: A1-Pictures (Sword Art Online, Kimi no Uso)
Estreia: 25/04
Episódios: 11
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Trailer: PV1 

Sinopse: 
Terceira parte da 3ª temporada de SAO. A história foca em um mundo habitado por inteligências artificiais, em que o protagonista acaba preso depois de um acidente grave. 

Mini-review:

Em breve.

Tsugu Tsugumomo 2ª temporada

Fonte: Manga
Gênero: Ação, Mistério, Sobrenatural, Romance, Ecchi, Harem
Diretor: Keiji Gotoh (Tsugumomo)
Estúdio: Zero-G (Grand Blue)
Estreia: 05/04
Episódios: 12
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Trailer: PV1

Sinopse: 

Um garoto e um espirito com quem fez um pacto lutam contra espíritos hostis que ameaçam os humanos.

Mini-review:

Em breve.

 

Gleipnir

Fonte: Mangá
Gênero: Ação, Mistério, Sobrenatural, Ecchi
Diretor: Kazuhiro Yoneda (Akatsuki no Yona)
Estúdio: Pine Jam (Gamers)
Estreia: –/04
Episódios: 12
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Trailer: PV1

Sinopse: 

A história gira em torno de Shuuichi Kagaya, que possui uma sensibilidade olfativa acima do normal. Ele não é humano, e ele pode se transformar em uma besta incrivelmente poderosa. Ele tenta viver em paz e não ser descoberto, mas acaba sendo forçado a usar seu poder para salvar uma garota, marcando o fim de sua vida tranquila.

Mini-review:

Marco

Nota: 3.5/5

Esse é um daqueles que vai precisar de uns 3 episódios para mostrar a que veio, porque o começo, mesmo que termine interessante, serve mais para apresentação dos mistérios e personagens (o que são e de onde vem aquelas poderes) do que algum conflito empolgante.

A animação e direção estão acima da média, como o esperado dessa staff, e a garota com uma personalidade que lembra quase uma vilã as vezes é interessante. Agora é ver se o protagonista perde seu ar depressivo e desmotivado ao longo da narrativa e como vão ser as lutas, já que esse é um tipo de obra que parece se vender principalmente pelo entretenimento.

Hachi-nan tte, Sore wa Nai deshou!

Fonte: Light Novel
Gênero: Ação, Romance, Fantasia
Diretor: Miura Tatsuo (Okusama wa Maho Shojo, Kaiketsu Zorori)
Estúdio: Shin-Ei Animation (Doraemon, Trickster)
Estreia: 02/04
Episódios: 12
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Trailer: PV1

Sinopse: 
Shingo Ichinomiya era um trabalhador comum quando, de repente, acorda no corpo de Wendelin,  um garoto de 5 anos, e 8º filho de uma família de nobres falidos, em um mundo de fantasia. Agora ele vai ter que lidar com essa mudança em sua vida e tentar recuperar a glória de sua família, enquanto aprende a lutar e se mete em vários esquemas políticos por poder.

Mini-review:

Marco

Nota: 3/5

A parte interessante desse é que devido a situação extremamente precária da família do protagonista você fica curioso para ver como ele vai dar a volta por cima e melhorar a situação, ainda mais sendo tão novo. A parte da magia no final pode ajudar, mas pelo que dá a entender não é tão milagrosa a ponto de resolver tudo.

Mais um que só deve dar para ter uma melhor ideia sobre depois de uns 3 episódios, mas para quem está afim de ver um cara em uma situação de pobreza em um mundo de fantasia tentando prosperar, pode ser um entretenimento válido.

Shin Sakura Taisen The Animation

Fonte: Jogo
Gênero: Ação, Sci-fi
Diretor: Manabu Ono (Sword Art Online: Alicization, Mahouka Koukou no Rettousei )
Estúdio: Sanzogen (Arpeggio of Blue Steel)
Estreia: 03/04
Episódios: 12
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Trailer: PV1

Sinopse: 

A história retrata um período histórico fictício, usando das eras japonesas como base, mas misturando elementos de ficção científica, como mechas e organizações tecnológicas.

O enredo do novo jogo acompanha Seijuro Kamiyama, líder de uma força especial de defesa que precisa enfrentar a ameaça de Kouma que se espalha pelo Japão.

Mini-review:

Marco

Nota: 2.5/5

Admito que achei essa estreia meio enfadonha. Não chega a ser horrível, mas os excesso de explicações é desinteressante e a parte de ação, mesmo em um CG aceitável da produção, não empolga tanto. Existe até uma comédia romântica que pode puxar umas risadas, mas parece algo centrado naquele modelo de garotas apaixonadas por um cara super denso que não faz a mínima ideia do que é romance, então pode acabar frustrando alguns. 

Shironeko Project*

Fonte: Jogo
Gênero: Ação, Fantasia, Romance
Diretor: Masato Jinbo (Chaos;Child, Senryou Girl)
Estúdio: Project No.9 (Angel’s 3Piece, Katana Maidens: Mini Toji)
Estreia: 06/04
Episódios: 12
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Trailer: PV1

Sinopse: 
A história do jogo gira em torno de uma sacerdotisa da luz, representada por um gato branco, e um príncipe das trevas, representado por um gato preto. Ambos se apaixonam e decidem por um fim a guerra milenar que suas respectivas raças travam há um logo tempo. O anime, no entanto,  irá seguir a história apresentada no evento do 3º ano de aniversário do jogo.

Mini-review:

Em breve.

BNA

Fonte: Original
Gênero: Aventura, Fantasia
Diretor: Yo Yoshinari (Little Witch Academia)
Estúdio: Trigger (Kill la Kill, Little Witch Academia)
Estreia: 08/04
Episódios: 24
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Trailer: PV1

Sinopse: 

A existência de humanos meio-animais se manteve escondida por vários anos, até que subitamente tudo veio átona. Como forma de criar um lugar pacifico para essa nova especie de ser humano, um lugar conhecido como “Animal City” foi criado.

A História acompanha Michiru, uma garota humana que é transformada em uma meio-animal sem qualquer explicação. Depois disso, Michiru acaba fugindo para Animal City, onde encontra um meio-lobo que odeia humanos. A partir de então, Michiru começa a entender melhor os problemas dos meio-animais que vivem naquela cidade, assim como busca tentar entender o que aconteceu consigo.

Mini-review:

Marco

Nota: 4/5

Saíram vários episódios desse, mas sendo justo com o resto das análises foi focar só no primeiro. Em geral a trama já começa bastante movimentada, e com certeza tenta terminar de forma marcante nesse sentido também, o que acho ótimo. A garota tem personalidade e bastante expressividade, o que te leva bem na história, embora quem tenha roubado a cena seja o lobisomem batman (não é piada, ele se comporta igualzinho…).

A animação usa daquele modelo mais simplificado e não se importa muito com distorções, mas pelo lado bom se mantem bastante fluida. Para quem esperava um anime “full furry” pode se frustrar ao notar que na verdade o foco são pessoa que se transformam (licantropos em linguagem de RPG), mas isso foi legal para dar uma diferenciada de Beastars. Só podiam ter escondido a informação sobre a garota ser humana da sinopse, já que tornaria a revelação final muito mais impactante. Mas em geral uma ótima estreia.

Princess Connect

Fonte: Jogo
Gênero: Aventura, Fantasia
Diretor: Takaomi Kanasaki (KonoSuba, Kore wa Zumbie Desu ka?)
Estúdio: CygamesPictures (Estúdio interno da desenvolvedora | Manaria Friends)
Estreia: 06/04
Episódios: 12
MAL: Clique aqui
Trailer: PV1

Sinopse: 

A história do jogo te coloca no papel de um jovem que acorda sem qualquer memória em um mundo de fantasia. Com o passar do tempo, e o encontro com diferentes garotas, ele percebe que está vivendo em um jogo online, onde os desenvolvedores prenderam os jogadores e os fizeram acreditar que aquela é a realidade. Agora ele precisa encontrar um jeito de recuperar suas memórias e voltar para a vida real.

Mini-review:

Em breve.

Appare-Ranman

Fonte: Original
Gênero: Aventura, Histórico
Diretor: Masakazu Hashimoto (Tari Tari, Soul Eater NOT!)
Estúdio: P.A Works (Shirobako, Sirius the Jeager, Sakura Quest)
Estreia: 10/04
Episódios: 13
MAL: Clique aqui
Trailer: PV1 | PV2

Sinopse: 

A história se passa no final do século XIX, e às vésperas do próximo ano. Após um certo acidente, o brilhante, mas socialmente inepto engenheiro, Sorano Apare, e o astuto, mas covarde samurai, Isshiki Kosame, se vêem à deriva em um barco do Japão para a América.

Sem qualquer dinheiro, os dois decidem competir na Trans-America Wild Race para ganhar o prêmio e voltar ao Japão. Os dois começam em Los Angeles, na costa oeste, e enfrentam rivais malucos enquanto percorrem o oeste selvagem até a linha de chegada em Nova York… No carro movido a vapor que construíram.

Mini-review:

Em breve.

Kitsutsuki Tantei-Dokoro*

Fonte: Novel
Gênero: Suspense, Histórico, Sobrenatural
Diretor: Tomoe Makino (Diretor de episódios em Tsuredure Children, Shouwa Genroku Rakugo Shinjuu, Sakamoto desu ga?)
Estúdio: LIDEN FILMS (Koi to Uso, Beelzebub-jou no Okinimesu Mama, Kishuku Gakkou no Juliet)
Estreia: –13/04
Episódios: 12
MAL: Clique aqui
Trailer: PV1

Sinopse: 

A história se passa no período Meiji do Japão, e mostra uma versão fictícia do poeta Takuboku Ishikawa, e do linguista Kyosuke Kindaichi, ambos amigos na vida real. O enredo começa quando Takubou se junta a um agencia de detetives particulares para sustentar sua família. Junto de Kindaichi, os dois começam a investigar casos de aparições de fantasmas na região de Ryoukai.

Mini-review:

Em breve.

Fugou Keiji*

Fonte: Novel
Gênero: Suspense, Policial
Diretor: Tomohiko Ito (Sword Art Online franchise, ERASED, Hello World)
Estúdio: CloverWorks (Yakusoku no Neverland, Seishun Buta Yarou)
Estreia: –/04
Episódios: 12
MAL: Clique aqui
Trailer: PV1

Sinopse: 

A história acompanha Daisuke Kanbe, um detetive rico que resolve seus casos dos jeitos mais inconvencionais o possível. Por conta disso, ele é designado para a “Unidade de assuntos de crimes modernos”, um esquadrão feito para lidar com investigadores problemático. Lá ele acaba se tornando parceiro de Katou.

Mini-review:

Em breve.

Tower of God*

Fonte: Mangá Coreano
Gênero: Ação, Mistério, Suspense, Aventura
Diretor: Takashi Sano (Sengoku Basara: End of Judgement, Transformers: Energon)
Estúdio: Telecom Animation Film (Lupin 3, Tsukumogami Kashimasu)
Estreia: 01/04
Episódios: 13
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Trailer: PV1 | PV2 | PV3

Sinopse: 

A história acompanha Baam, um garoto que viveu isolado em uma espécie de subsolo durante a vida toda. Sua única companhia no lugar era uma garota chamada Rachel, que em um certo dia decide que irá fugir daquele buraco e ir atrás do seu sonho de ver as estrelas.

Com medo de ser abandonado, Baam decide seguir Rachel até a Tower of God, uma torre que dizem ser capaz de garantir qualquer coisa, entretanto, não consegue alcançá-la a tempo e acaba ficando sozinho para trás. Obstinado a encontra a amiga, Baam decide subir a torre também, começando então uma jornada por vários andares cheios de desafios e inimigos poderosos.

Mini-review:

Marco

Nota: 3.5/5

A história desse aqui começa um tanto quanto confusa devido a quantidade de perguntas sem resposta, mas creio que é algo proposital que vai ir sendo revelado gradualmente. Alguns estranharam a animação, mas acho que é algo que dá para acostumar. Em termos de fluidez tem algumas partes de destaque mas só quando começarem lutas mais pesadas vai dar para avaliar melhor o nível de investimento (ao menos não usaram CG na enguia). 

O real destaque vai para a trilha sonora e uma trama que se manteve em constante movimento, te deixando curioso com para onde vai a história e qual o próximo desafio (ao menos para mim).

A estreia em si foi só ok, mas torço muito pelo sucesso desse aqui, já que pode trazer várias novidades para o mercado de animes se vingar (muitas obras coreanas ganhando anime).  

Digimon Adventure*

Fonte: Original
Gênero: Aventura
Diretor: Masato Mitsuka (Mahoutsukai Precure)
Estúdio: Toei Animation (One Piece, Dragon Ball Super)
Estreia: 04/04
Episódios: —
MAL: Clique aqui
Trailer: PV1

Sinopse: 

Reboot da série original, que agora vai se passar em 2020. Na série o protagonista acaba indo parar em um mundo digital com outras crianças de sua idade, e lá tem que lutar contra diversas criaturas com a ajuda de seus digimons. 

Mini-review:

Marco

Nota: 3.5/5

Até que começou bem esse reboot. Vai direto para uma crise e se mantem bastante movimentado do começo ao fim. Algumas coisas foram atualizadas, mas o conceito geral ainda é o mesmo, ainda que com uma nova história (ainda bem, porque reciclar tudo de forma idêntica não daria sentido).

A animação estava boa até, mas isso é meio que esperado do primeiro episódio de quase todo anime da Toei, o problema é se manter assim por mais de 6 episódios. O episódio 2, por sinal, não parece estar disposto a acalmar as coisas.

Para quem curtia na infância ou está curioso para saber o que diabos é essa série que tinha tantos fãs, pode valer dar uma chance ao primeiro episódio. 

Listeners*

Fonte: Original
Gênero: Aventura, Música, Comédia, Romance(?)
Diretor: Hiroaki Ando (Ajin, Gambo, Mahou Shoujo Tai Arusu)
Estúdio: Mappa (Dororo, Kakegurui)
Estreia: 03/04
Episódios: 12
MAL: Clique aqui
Trailer: PV1

Sinopse: 

A história se passa em um mundo onde o conceito de música não existe. Em um certo dia um garoto encontra uma estranha garota que tem uma entrada de áudio em seu corpo. Quando conectada em um amplificador, a garota é capaz de criar algo nunca antes visto naquele mundo, mudando os rumos dele a partir de então.

Mini-review:

Marco

Nota: 4/5

Como eu previ pelo trailer, o que mais vendeu esse aqui foi a divertida interação dos protagonistas. A garota principalmente é muito carismática, e a história promete ser mais movimentada até do que eu esperava, terminando com um climax e uma promessa de mais ação pelo preview do episódio 2. Parece que vai envolver romance também, o que eu particularmente aprecio.

Para quem quer uma proposta original (e meio doida… como aquela caixinha virou aquilo?!), pode valer uma chance a essa aventura.

Shachou Battle no Jikan desu!*

Fonte: Jogo
Gênero: Aventura, Ação, Comédia
Diretor: Hiroki Ikeshita ( Diretor de episódio em Harukana Receive)
Estúdio: C2C (SukaSuka, Hitoribocchi no Marumaru Seikatsu)
Estreia: 05/04
Episódios: 12
MAL: Clique aqui
Trailer: PV1

Sinopse: 

A história do jogo se passa em um mundo onde portais dimensionais começaram a surgir nos céus. O jogador encarna o papel de um presidente de uma empresa responsável por contratar aventureiros, e outros tipos de funcionários, para que possam ir até essas dimensões e encontrar tesouros e riquezas.

Mini-review:

Em breve.

Bungo to Alchemist*

Fonte: Jogo
Gênero: Aventura, Ação, Fantasia
Diretor: Odahiro Watanabe (Tokyo Ghoul Re, Soul Buster)
Estúdio: OLM (Pokemon 2019)
Estreia: 03/04
Episódios: 12
MAL: Clique aqui
Trailer: PV1

Sinopse: 

Na história um homem com a ajuda de espiritos de autores famosos tem que entrar em livros amaldiçoados e purifica-los.

Mini-review:

Em breve.

 

 

Nami yo Kiite Kure

Fonte: Mangá
Gênero: Comédia, Slice of Life
Diretor: Tatsuma Minamikawa (Fairy Tail: Dragon Cry)
Estúdio: Sunrise (Love Live, Code Geass)
Estreia: 03/04
Episódios: 12
MAL: Clique aqui
Trailer: PV1

Sinopse: 

A história acompanha Minare Koda, uma mulher que, após beber muito, decide abrir seu coração partido para um funcionário de uma estação de rádio que conheceu. No dia seguinte, ela percebe que uma gravação com o seu deplorável desabafo está sendo transmitido por todos lugares.

Ficando enfurecida com a situação, ela decide ir tirar satisfações com a rádio, mas acaba sendo enganada pelo diretor da estação e participando de um programa de improviso onde tenta justificar suas falas.  A partir de então, Minare começa a se afundar cada vez mais no mundo dos talk shows, graças as diferentes facetas da sua personalidade mostrada naquela gravação.

Mini-review:

Marco

Nota: 3/5

Esse aqui é um caso meio complicado. É muito bem dirigido e a animação é muito acima da média (a luta contra o urso é feita pelo animador mais premium que trabalha com a Ufotable, por exemplo). Infelizmente a temática não consegue me chamar atenção (talk show de radio), então foi meio arrastado, mesmo que com a trama em constante movimento. A comédia não funcionou comigo também, mas ainda vou dar mais um episódio de teste para ver se o resto do anime vai ter uma pegada diferente da introdução.

 

Comédia ROmantica

Oregairu 3ª temporada

Fonte: Light Novel
Gênero: Comédia, Drama, Romance, Escolar
Diretor: Kei Oikawa (Hinamatsuri, Outbreak Company)
Estúdio: Feel (Hinamatsuri, Tsuki ga Kirei)
Estreia: 09/04
Episódios: 12
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Trailer: PV1

Sinopse: 
A história acompanha um garoto com uma visão bem pessimista da vida, chamado Hachiman. Por orientação da sua professora, ele se junta ao clube de serviços voluntários, conhecendo uma misteriosa garota chamada Yukino. Como o passar do tempo, e a junção de uma segunda garota chamada Yui, os três começam uma amizade, onde dramas, segredos e romances acabam surgindo.

Mini-review:

Em breve.

Kaguya-sama 2ª temporada

Fonte: Mangá
Gênero: Comédia, Romance
Diretor: Mamoru Hatakeyama (Sankarea, Shōwa Genroku)
Estúdio: A-1 Pictures (Sword Art Online, Shigatsu wa Kimi no Uso)
Estreia: 11/04
Episódios: 12
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Trailer: PV1

Sinopse: 
Na história a vice-presidente, e o presidente estudantil, ambos considerados os maiores gênios da escola, gostam muito um do outro, mas por orgulho, e suas personalidades bizarras, querem fazer o outro se apaixonar completamente e se declarar. A história acompanha o dia a dia deles, enquanto ficam em uma guerra fria tentando que o outro se declare.

Mini-review:

Em breve.

Otome Game no Hametsu

Fonte: Light Novel
Gênero: Comédia, Romance
Diretor: Keisuke Inoue (Ao-chan Benkyou Dekinai!)
Estúdio: SILVER LINK (Masamune no Revenge, Kenja no Mago)
Estreia: 04/04
Episódios: 12
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Trailer: PV1 | PV2

Sinopse: 

A história acompanha Katarina, uma filha de nobre que, após receber uma pancada na cabeça, se lembra que já havia morrido, e que aquele corpo não era o dela. Não o bastante, ela começa a notar que está vivendo em um jogo (Otome game) que havia acabado de jogar.

O grande problema, no entanto, é que a personagem em que foi reencarnada é a grande vilã da história, onde, mesmo nos finais felizes, acaba sofrendo uma grande punição. Katarina então decide que vai reverter a situação e se afastar o máximo possível dos seus bad ending.

Mini-review:

Marco

Nota: 4/5

O que vende essa história é a heroína, sem dúvidas. A garota é extremamente carismática, e a narrativa complicando a vida dela torna a coisa toda divertida enquanto ela busca soluções para não acabar morta. Quem curte comédias românticas com certeza vale uma chance a esse aqui.

 

Drama

Arte

Fonte: Mangá
Gênero: Drama, Histórico
Diretor: Takayuki Hamana (The Prince of Tennis, Toshokan Sensou, Appleseed XIII)
Estúdio: Seven Arcs (White Album, Sekirei)
Estreia: 04/04
Episódios: 12
MAL: Clique aqui
Trailer: PV1 | PV2

Sinopse: 
A história se passa na Itália do século 16, e acompanha a trajetória de uma garota que sonha em se tornar uma pintora, mas precisa passar pelas adversidades de ter nascido em uma família nobre, ao mesmo tempo que sofre preconceito por escolher uma profissão dominada por homens.

Mini-review:

Em breve.

Yesterday wo Utatte

Fonte: Mangá
Gênero: Slice of Life, Drama, Romance
Diretor: Yoshiyuki Fujiwara (Plastic Memories, Minami-kun)
Estúdio: Dogakobo (Dumbell, Umaru-chan)
Estreia: 04/04
Episódios: 12
MAL: Clique aqui
Trailer: PV1

Sinopse: 
Na história um garoto sem ambições na vida aceita um trabalho em uma loja de conveniência, onde acaba encontra sua estranha ex-namorada.  A história acompanha o dia a dia e constantes encontros dos dois.

Mini-review:

Marco

Nota: 3.5/5

Esse aqui vai ser o queridinho dos amantes de slice of life e drama. A história caminha a passos lentos (meio que espero de um slice of life), mas é bem dirigida e tem vários pontos interessantes. A começar o protagonista, que te dá um pouco de raiva pela inercia quanto a que rumo tomar na vida, mas acaba te surpreendendo no final. A heroína misteriosa acaba com uma revelação interessante também, então recomendo muito quem estiver meio entediado com o começo (como eu), a ficar até o final, porque foi ali que eu me animei a querer ver onde essa história vai dar.

Slice of life

 

Honzuki no Gekokujou 2ª temporada

Fonte: Light Novel
Gênero: Fantasia, Slice of Life
Diretor: Mitsuru Hongou (World Trigger, Reideen)
Estúdio: Ajia-do Animation Works (Isekai Maou)
Estreia: 04/04
Episódios: 13
MAL: Clique aqui
Trailer: PV1

Sinopse: 

Na história uma garota que iria realizar seu sonho de começar no emprego de bibliotecária acaba morta em um terremoto, soterrada por sua própria coleção de livros.

Ela reencarna como filha de um soldado em outro mundo, onde não existem muitos livros. Impossibilitada de ler, ela não desiste de seus sonhos, decidindo ela mesmo criar livros. E então começa sua jornada para se tornar bibliotecária em um novo mundo.

Mini-review:

Em breve.

Kakushigoto

Fonte: Mangá
Gênero: Comédia, Slice of Life
Diretor: Yuuta Murano (Brave Beats, Dream Festival!, Seven Days War)
Estúdio: Ajia-do (Honzuki no Gekokujou)
Estreia: 02/04
Episódios: 12
MAL: Clique aqui
Trailer: PV1

Sinopse: 
A história acompanha o dia a dia de Kakushi Gotou, um homem que trabalha como mangaka, mas não quer que sua filha, Hime Gotou, descubra o seu segredo.

Mini-review:

Marco

Nota: 4/5

Bem mais divertido do que eu esperava. Pensei que iria ver um slice of life fofinho com um tiquinho de comédia, mas é o contrário, a comédia é o dominante, e ela é extremamente bem dirigida. O pai desenhista famoso de um mangá ecchi vergonha alheia tentando esconder o seu trabalho da filha (achando que ela vai sentir vergonha dele ou odiado) e do mundo gera situações muito hilárias.

Houkago Teibou Nisshi*

Fonte: Mangá
Gênero: Slice of Life, Comédia
Diretor: Takaharu Ookuma 
Estúdio: Dogakobo (Dumbell, Umaru-chan)
Estreia: 07/04
Episódios: 12
MAL: Clique aqui
Trailer: PV1

Sinopse: 
A história acompanha uma garota que acaba entrando em um clube de pesca cheio de membros peculiares.

Mini-review:

Em breve.

Esportes

 

Tamayomi*

Fonte: Mangá
Gênero: Esporte, Slice of Life
Diretor: Toshinori Fukushima (Major S6)
Estúdio: Studio A-CAT (Frame Arms Girl)
Estreia: 01/04
Episódios: 12
MAL: Clique aqui
Trailer: PV1

Sinopse: 
A história acompanha duas amigas voltando a jogar baseball juntas no colégio.

Mini-review:

Em breve.

 

Datas de Estreia
Data Títulos
01/04 Tower of God
Tamayomi
02/04 Hachi-nan tte, Sore wa Nai deshou!
Kakushigoto
03/04 Shin Sakura Taisen the Animation
Bungo to Alchemist
Listeners
Nami yo Kiite Kure
04/04 Major 2nd Second Series
Arte
Gal to Kyouryuu
Otome Game no Hametsu Flag
Yesterday wo Utatte
Honzuki no Gekokujou 2
Digimon Adventure:
05/04 Tsugu Tsugumomo
IDOLiSH7: Second BEAT!
Shachou, Battle no Jikan desu!
Kingdom 3rd Season
06/04 Shironeko Project: Zero Chronicle
Jashin-chan Dropkick’
Princess Connect! Re:Dive
Fruits Basket: 2nd Season
07/04 Houkago Teibou Nisshi
08/04 BNA
09/04 No Guns Life 2nd Season
Oregairu 3
10/04 Appare-Ranman!
Shokugeki no Souma: Gou no Sara
Argonavis from BanG Dream!
11/04 Kaguya-sama wa Kokurasetai 2
13/04 Kitsutsuki Tantei-Dokoro
25/04 Sword Art Online: Alicization Parte 3
25/04
Ainda sem data Fugou Keiji: Balance:UNLIMITED
Gleipnir
Filmes
 
Lançamento Semanal
Dia da Semana Títulos
Segunda Shironeko Project: Zero Chronicle
Jashin-chan Dropkick’
Princess Connect! Re:Dive
Fruits Basket: 2nd Season
Kitsutsuki Tantei-Dokoro
Terça Houkago Teibou Nisshi
Quarta Tower of God
Tamayomi
BNA
Quinta Hachi-nan tte, Sore wa Nai deshou!
Kakushigoto
No Guns Life 2nd Season
Oregairu 3
Sexta Shin Sakura Taisen the Animation
Bungo to Alchemist
Listeners
Nami yo Kiite Kure
Appare-Ranman!
Shokugeki no Souma: Gou no Sara
Argonavis from BanG Dream!
Sábado Major 2nd Second Series
Arte
Gal to Kyouryuu
Otome Game no Hametsu Flag
Yesterday wo Utatte
Honzuki no Gekokujou 2
Digimon Adventure:
Kaguya-sama wa Kokurasetai 2
Sword Art Online: Alicization Parte 3
Domingo Tsugu Tsugumomo
IDOLiSH7: Second BEAT!
Shachou, Battle no Jikan desu!
Kingdom 3rd Season
****

Log de edições:

06/04 – Gleipnir o bichinho de pelúcia do demo, o desenhista de ecchi vergonha alheia (Kakushigoto), Yesterday Levei um fora, O 8º filho pobretão (Hachi-nan), Tower of Gado, Pluga no buraco dela! (Listeners), A vilã do bem (Otome Game), Digimon Reboot, Luta épica contra urso (Namy Io),  BNA O anime do Batman Peludo adicionados (Marco). 

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Violet Evergarden – Continuação em filme é adiado por conta do coranavírus

Semelhante ao que aconteceu há algumas semanas atrás com o filme de Fate, a continuação de Violet Evergarden foi adiado por precauções ao surto de coronavírus que vem se espalhando pelo Japão.

A Kyoto Animation reexibiu o último trailer lançado fazendo o anuncio, mas ainda não informou uma nova data para a estreia do filme, que estava previsto para ser lançado no dia 24 de abril.

O filme spin-off tinha sido concluído antes do atentando sofrido pelo estúdio, mas não se tinha muitas informações sobre o estado da continuação.

A história do filme encerrará os eventos do anime, misturando fatos da light novel com uma história original. O filme terá mais de 2 horas de duração.

Fonte: ANN

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Tomodachi no Imouto ga Ore ni Dake Uzai – Uma divertida mistura entre Saekano e Takagi-san | Review

Tomodachi no Imouto ga Ore ni Dake Uzai é uma novel que podemos dizer que faz parte dessa nova geração de comédias românticas que tem saído e que, para minha surpresa, é uma obra até que bem interessante.

Não é nenhum masterpiece, mas é algo que vale a pena ficar de olho no futuro, caso venha ter alguma anime, ou para quem quer uma obra descompromissada para ler.

Temos algo para ficar de olho aqui.

Em linhas gerais, TomoImo, como é abreviado, é uma obra bem dentro dos padrões. Ela acompanha a história de um garoto que tem como principal fundamento romântico a ideia de que, se você ama alguém, você não vai maltratar essa pessoa, e com base nisso, acaba desconsiderando boa parte das possíveis pretendentes que tem, já que elas, naturalmente, são garotas que o provocam, ou o tratam mal.

Essa premissa pode parecer simples, mas acaba funcionando bem, principalmente por conta da forma como o autor escreve. A leitura da novel é bem divertida, e a maneira como as cenas são descritas, além das tentativas de fugir do modelo padrão de texto, adicionando conversas de chat dentro da história, acabam deixando tudo mais interessante de ler.

Em adicional, os personagens também conseguem fazer um bom trabalhado, ajudando a história seguir sem grandes problemas  e completando bem esse kit padrão que comédias românticas precisam ter.

Simples, mas divertido.

Outro fator curioso é que o autor mexe bastante com a curiosidade dos leitores. Todos os personagens tem algum passado obscuro, que ficam sendo apontados durante a histórias, e que vão te fazendo ficar interessado em saber mais sobre eles.

A menção a Saekano, por sinal, entra justamente aqui. Por mais que inicialmente a história parece ser sobre estudantes normais, em verdade, cada um deles tem um papel importante dentro de um grupo que desenvolve jogos, incluindo a professora do protagonista.

Essa mudança de perspectiva entre as duas vidas que os personagens levam não é tão profunda quanto em Saekano, mas ajuda a deixar a história intrigante, já que alguns personagens tem seus motivos para esconder o que fazem, além de, em outros casos, servir como alivio cômico.

Diferente do exemplo citado, o grupo do protagonista já tem um produto lançado, o que faz com que essa comparação acaba sendo mais simbólica, já que a ideia ali não é ver eles criando um jogo, mas sim lidando, em certos casos, como essa vida dubla, ou tentando se firmar no mercado de jogos.

Um grupo interessante.

Saindo do ponto Saekano, temos então o lado Takagi-san da coisa. Como falei no começo, a ideia base da light novel é um protagonista que não vê amor naquelas provocações, ou tsunderagens, por mais óbvio que seja, sem importar quantas vezes o seu melhor amigo diga que a garota está afim dele.

Antes que pareça que isso seja um problema, na verdade, eu acabei lidando bem com a situação. O autor não me fez sentir aquele sentimento ruim de estupidez que alguns protagonistas tem, e até consegue argumentar bem a ideia do protagonista para te convencer do que ele fala, afinal de contas, se as garotas fossem sinceras, ele poderia notar mais fácil, porque, em verdade, ele não é tão denso assim.

O que me incomodou um pouco, e que pode acabar virando um problema para alguns, é a falta de maturidade que a Iroha tem em alguns casos.

Falta um pouquinho de bom senso em alguns casos…

As provocações em Takagi-san conseguem funcionar porque são duas crianças, é você meio que leva isso na brincadeira, mas quando estamos falando de uma adolescente, que deveria entender bem as ações que está tomando, as coisas nem sempre funciona a favor da obra.

Foram poucos os momentos, mas ainda aconteceu de eu achar as provocações da Iroha bobas, ou desnecessárias. Ela não me parece o tipo de personagem estúpida, então, quando age como tal, acaba criando um contraste não tão positivo assim.

Como por exemplo, fazer algo que claramente vai prejudicar o protagonista de alguma forma, mesmo que não tão sério assim, e que ela poderia evitar com um pouco de maturidade, mas insiste em fazer apenas para irritar ele.

Tirando esse ponto, no geral, as provocações até que funcionam bem, mesmo não fugindo muito do clichê que tem por aí, como aquelas situações onde a garota aperta os peitos nas costas do garoto para deixá-lo nervoso.

Na verdade, vale ressaltar aqui, que boa parte disso se deve ao protagonista não tomar ações óbvias. Mesmo que ele ainda fica nervoso ou envergonhado, às vezes consegue agir de forma ativa, ou até mesmo desarmar a Iroha, o que ajuda a quebrar um pouco do clichê da cena.

Não é o melhor protagonista do ano, mas não é tão ruim.

Por fim, uma última coisa, que acaba sendo mais uma curiosidade, é que nesses dois volumes que li (atualmente tem quatro traduzidos), mesmo que a Iroha seja o par do protagonista, ela não é a heroína principal desses arcos.

A Mashiro, famosa amiguinha de infância, é que tem mais destaque, porque ela tem seus problemas, e acaba se tornando a namorada de mentira do protagonista, e por conta disso, recebe bem mais atenção do que a Iroha.

Mesmo nessa situação, eu ainda achei o shipp com a Iroha melhor, porque ela é mais carismática, e as cenas que tem com ele acabam vendendo bem uma parceria entre os dois, mas, foi curioso perceber que a garota principal acaba tendo bem menos destaque na história, funcionando como um suporte pontual para o protagonista, ao invés de ter todo aquela introdução de costume.

Ela é linda, e tem uma passado interessante, mas não me cativou tanto.

Em resumo, Tomodachi no Imouto ga Ore ni Dake Uzai é uma obra divertida de ler, que consegue cumprir bem com os propósitos do seu gênero, apresentando personagens interessantes e uma história que cativa.

Para quem tem preguiça de acompanhar a novel, uma versão em mangá começou a sair recentemente (não li para saber se é fiel ao original), então pode ser uma boa pedida.

 

 

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GIRO XIL: REBOOT DE DIGIMON AGORA É NA INTERNET / HERÓI AFRICANO NO MANGÁ

Yo! No Giro do XIL de hoje, falamos sobre o mangá de um herói africano, criado por um mestiço nascido na Africa, que hoje vive no Japão! Além disso, falamos sobre como foi a estréia do Remake do Digimon!

Fontes:

Canal do René Hoshino: https://www.youtube.com/channel/UC3qM…

Sobre o mangá: https://prtimes.jp/main/html/rd/p/000…

Mangá Park: https://manga-park.com/

Mangá Lab – Site de criadores: https://manga-lab.net/

Digimon Adventure: (dois pontos): http://www.toei-anim.co.jp/tv/digimon/

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Novo volume de Re:Zero e Shitara Slime – Light Novels mais vendidas (Março 23 – 29)

Essa semana teve o lançamento das novels de Shitara Slime e Re:Zero, além de algumas outras ainda não tão populares para cá. Overlord ainda conseguiu se manter dentro do top por mais uma semana, por mais que o volume final de Date A Live não tenha tido a mesma sorte.

Título Ranking Vendas da semana Vendas totais
Tensei Shitara Slime Datta Ken Vol. 16 01 61,649 61,649
Re:Zero kara Hajimeru Isekai Seikatsu Vol. 22 02 24,859 24,859
Kimetsu no  Yaiba Katabane no Chou 03 17,554 671,118
Kimetsu no Yaiba Shiawase no Hana 04 17,335 603,657
OVERLORD Vol. 14 Mekkoku no Majo 05 16,495 176,944
Kyutei Shinkan Monogatari Vol. 10 06 13,017 13,017
Hachi-nan tte, Sore wa Nai deshou! Vol. 19 07 12,670 12,670
Isekai Yururi Kikou: Kosodateshinagara Boukensha Shimasu Vol. 8 08 10,043 10,043
Izure Saikyou no Renkinjutsushi? Vol. 7 09 8,889
8,889
Sasaki to Miyano 1 Nensei 10 8,273 8,273

Capas das Light Novels do ranking

Hachi-nan tte, Sore wa Nai deshou! Anime está sendo exibido nessa temporada.

Kyutei Shinkan Monogatari.

ReZero kara Hajimeru Isekai Seikatsu. Está tendo reexibição do anime nesse temporada, e já teve a segunda anunciada para outubro.

Sasaki to Miyano 1 Nensei.

Tensei Shitara Slime Datta Ken. Teve uma temporada em 2019, e uma continuação anunciada para esse ano.

Izure Saikyou no Renkinjutsushi.

Isekai Yururi Kikou Kosodateshinagara Boukensha Shimasu.

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Vamos falar DAQUELE filme do Godzilla

O que Onimusha 3, Curtindo a Vida Adoidado e Godzilla têm em comum?

Vocês devem estar se perguntando: “mas Vilson, por que falar DESSE Godzilla?”.

De fato, existem diversos filmes do monstrão que eu poderia trazer aqui pro #TokuTudo, principalmente considerando que é um texto de estreia sobre o tópico Kaijus. Mesmo entre as adaptações americanas, tivemos os excelentes filmes da Legendary Pictures, mas justamente por ter uma seleção TÃO BOA que me vi inclinado a falar justamente desse. Sair um pouco do mainstream e dar um pouco de amor a essa leitura do Godzilla, TÃO INJUSTIÇADA!

De quem foi essa ideia?

Acredito que uma boa parte de quem ler esse texto deve se lembrar desse filme, mas igualmente deve ter uma galera mais novinha que, se bobear, nem sabia da existência dele (desculpe por trazer isso de volta à tona xD). Sendo assim, vamos todos ficar na mesma página!

Roland Emmerich

O grande responsável por esse filme foi o diretor e roteirista Roland Emmerich, famoso por ter como sua marca registrada o gosto por “filmes de desastres”. Em seu histórico, estão filmes que deixam bem claro esse gostoso pessoal, como Independence Day, 2012 e Um Dia Depois de Amanhã. Algo em comum que podemos perceber, tanto em Godzilla quanto em outros títulos, que ele trabalhou e que o leva a receber muitas criticas, é o habito de abordar temas sérios e colocar certa dose de humor um tanto… Indevido. No próprio Godzilla, uma piada recorrente é que os personagens não conseguem dizer o sobrenome do protagonista. Em outros contextos, poderia até mesmo ser algo engraçado, ou se só usado uma vez na narrativa, mas o filme termina sem ninguém sequer conseguir dizer Tatopoulos corretamente.

Cartaz do clássico dos anos 80 “Curtindo a Vida Adoidado”.

Falando nele, podemos citar que o elenco do filme conta com dois grandes nomes: Matthew Broderick e Jean Reno. Matthew interpreta o protagonista do filme Dr. Niko Tatopoulos, um cientista que trabalha para a Comissão Reguladora Nuclear e estava em Chernobyl fazendo análises e experimentos em minhocas geneticamente modificadas graças à alta concentração de radiação. Até que o governo dos EUA contrata os serviços desse cientista quando a ameaça ainda não identificada de Godzilla veio à tona. Todos devem conhecê-lo, principalmente por ter feito um dos filmes adolescentes mais icônicos de todos os tempos: Curtindo a Vida Adoidado (Farris Buller’s Day Off no original – 1986). E seja você da geração atual ou não, já deve ter visto a lendária cena de Ferris cantando Beattles em meio a um desfile no centro de Nova York. Até mesmo o filme de Deadpool (2016) já fez paródia dos créditos finais com Farris pedindo para as pessoas irem embora.

Capa do jogo Onimusha 3 Demon Siege, estrelando Jean Reno!

Jean Reno tem uma lista incrível de filmes e eu poderia citar dezenas deles para vocês associarem o trabalho desse monstro de Hollywood, mas se tem algo que é sempre bom mencionar sobre ele é o seu trabalho nos games! Isso mesmo! Jean Reno serviu de modelo para o protagonista de Onimusha 3 Demon Siege (Capcom – 2004) tanto na dublagem quanto em todo o resto. Em Godzilla, ele interpreta o francês Philippe Roaché, um agente do serviço secreto francês badass, cuja missão é cobrir os rastros que liguem Godzilla ao seu país, pois tudo indica que ele é originário da Polinésia Francesa, local onde frequentemente eram feitos poderosos testes nucleares que podem ter contribuído para o surgimento do lagartão.

Dessa vez, não é um Suit Actor interpretando Godzilla. O design do verdadeiro protagonista desse filme foi ideia de Patrick Tatopoulos. Sim, o mesmo nome do personagem de Matthew. Ao que parece, os produtores decidiram homenageá-lo dessa forma, e foi uma atitude bem legal. Esse, claro, não foi o primeiro e nem o último trabalho de Patrick, seus designs podem ser vistos em inúmeros outros filmes famosos, como Batman vs Superman e a sequência Liga da Justiça, Duro de Matar 4.0, Eu Robô, Eu Sou a Lenda e também esteve presente ao lado de Emmerich em Independence Day.

Arte conceitual original de Tatopoulos para o filme.

Godzilla estava morto antes mesmo do filme começar

Vocês devem ter notado que não me preocupei muito em dar uma sinopse do filme antes de desenvolver o assunto, pois… Sinceramente, não precisa. Antes de tudo, é um filme do Godzilla, então ele tem o plot de um filme de Godzilla. Um acidente nuclear acontece, o bicho surge, ataca a cidade, pessoas correm de pânico e tentam lidar com a ameaça. É isso. Infelizmente, isso é uma das pouquíssimas coisas que “restaram” do conceito original de Godzilla para esse filme.

O intuito é ser um tipo de reboot, trazendo um novo ar para o tão conceituado Kaiju em terras ocidentais. Nas palavras do próprio diretor, ele achava o design clássico do Godzilla da Toho muito não realista, graças a isso tivemos o design “polêmico” de Tatopoulos. Agora Godzilla tinha um visual parecido com o de uma iguana, da cabeça larga até a ponta da cauda, paralela ao chão, semelhante a alguns dinossauros bípedes, seu corpo era um tanto atlético, com pernas e braços quase humanos. Segundo o designer, ele buscou algo que fizesse Godzilla ser rápido, o que com certeza é bem representado no filme, já que  uma criatura de quase 100 metros de altura e 20 mil toneladas consegue despistar helicópteros militares no meio da floresta de pedra nova-Iorquina.

É quase hilário como o Japão é completamente excluído da equação nesse filme, não que eles tivessem qualquer obrigação de incluir algo, mas é até irônico, de certa forma. Creio que é de conhecimento geral que a figura do Godzilla é uma metáfora ao medo que as pessoas sentiam da ameaça nuclear, o que é perfeitamente compreensível, sendo que estamos falando do país que foi bombardeado duas vezes. A única real participação japonesa no filme é nas cenas iniciais, quando o Godzilla ataca um barco pesqueiro e logo em seguida a cena do senhor japonês sobrevivente ao ataque falando para o Phillipe, “Gojira”. E termina aí a “representatividade” do Japão no filme. É um pouco estranho essa escolha, pois foram os EUA os responsáveis pelos ataques com bombas atômicas ao Japão, faz parecer que eles estão se exonerando do fato, sabe? Pelo menos é a impressão que eu tenho. Tanto que, na história, a responsabilidade da existência do Godzilla cai sobre… Os franceses?! Tudo isso já se torna um ponto bem negativo para o longa.

Fora esses “deslizes históricos”, o filme ainda trouxe muito desconforto aos fãs da época ao descaracterizar o Godzilla como conhecíamos. Não só pela mudança do design, que na minha humilde opinião não tem problema nenhum, mas por retirar uma das coisas mais sagradas quando se trata dele: O Atomic Breath.

O “golpe” é a assinatura de Godzilla! Atomic Breath. Cena do filme Godzilla (Legendary Pictures/Warner Brothers – 2014)

Um filme do Godzilla sem o Atomic Breath é, no mínimo, OFENSIVO! “Fanboysismo” à parte, simplesmente não faz sentido. Durante o filme até aparece algo semelhante ao A.B, mas até hoje se questiona se foi ou não a versão deles do A.B., mas sinceramente, mesmo que fosse, seria algo patético. O primeiro ocorre durante a sequência de perseguição de helicópteros, o primeiro grande embate do exercito contra ele e fica bem ambíguo se foi só uma explosão ou se foi algo vindo dele, o segundo momento é mais pro final do filme, no qual ele claramente dá um poderoso rugido, mas são só carros explodindo ao colidirem uns com os outros ao saírem voando pela força do vento que foi gerada. Posteriormente, esse erro é concertado na série animada que deu sequência ao filme, mas falaremos dela mais tarde.

Seja bom, seja ruim, humanos em filme de Kaiju é sempre um erro!

Apesar de termos nomes importantes no elenco de atores, isso não ajuda nem um pouco a fazer com que os personagens humanos sejam interessantes. Além de Nick e Philippe, somos apresentados à determinada e sonhadora repórter Audrey Timmons (interpretada por Maria Pitillo) e o camera-man Victor “Animal” Palotti (Hank Azaria). Audrey sonha em alavancar sua carreira no canal de notícias em que trabalha, deixando de ser apenas a assistente do âncora chefe Charles Caiman (Harry Shearer) e a oportunidade bate na porta quando ela vê por acaso na TV, enquanto reclamava da vida para os amigos, o ex-namorado Nick Tatopoulos e nas palavras da amiga e esposa de Victor, Lucy Palotti (Arabella Field), “não é todo dia que você tem um ex envolvido na maior notícia de todos os tempos!”. Isso é todo o drama interpessoal dos personagens que vamos ter. Audrey tentando virar uma repórter, Nick e ela se envolvendo novamente, Victor fazendo seu trabalho tentando conseguir as melhores imagens do Godzilla, que gera uma das melhores cenas do filme, a “pisada”, e claro… Sobreviver ao ataque de um Kaiju.

Da esquerda para a direita: Philippe, Victor, Nick e Audrey.

Não é surpresa para ninguém que americanos gostam de colocar militares em tudo, principalmente quando se trata de adaptar algo vindo do Japão (vide CDZ Netflix e o filme do Sonic). Sendo assim, em Godzilla não seria diferente e faz até sentido ter militares envolvidos no combate a um monstro gigante atacando uma cidade, mesmo nos filmes originais japoneses isso ocorre. Mas o americano não resiste em dar aquela boa dose de heroísmo e destaque em excesso ao mostrar os esforços dos militares, mas que no final preferem resolver tudo com tiro, porrada e bomba e muitos, muitos helicópteros. Narrativamente, eles não acrescentam em nada ao filme. Temos também a figura do político que está mais preocupado com sua candidatura e interesses mesquinhos do que com a gravidade da situação (que coincidência para o que estamos passando atualmente, não?).

O filme consegue descer ainda mais um degrau de qualidade quando, após uma aparente vitória do exercito contra Godzilla, a história se foca em achar o ninho que ele estava criando. Nick descobre que o monstro não estava atacando aleatoriamente a “cidade que nunca dorme”. Como uma nova espécie surgindo no planeta, estava seguindo seu instinto de procriar e NY parecia ser o local perfeito. Uma ilha onde podia se esconder, conseguir alimento e colocar seus ovos. É exatamente isso que acontece e é no famoso estádio do Madson Square Garden que o mamãe Godzilla decide depositar os ovos com os bebês Godzilla. De repente, o filme vira um… Jurrasic Park piorado e misturado com algo meio “run from zombies”. Os efeitos em CG usados até o momento ficam um pouco de lado para dar espaço aos efeitos práticos com bonecos e animatrônicos sendo usados para interpretar os filhotes do Kaiju. Um dos pontos mais baixos do filme se estende por tempo demais e força piadinhas sem graça.

Iti malia! Olha esses bebês!

Eu sempre fui da opinião que filme de Kaiju em geral tem ZERO necessidade de presença humana ou protagonismo dos mesmos. Quem em sã consciência pega um filme desses para ver GENTE? Nessa adaptação não é diferente e nem se tem um esforço em momento nenhum para melhorar.

O que se aproveita?

Em todos os sentidos, esse filme foi um fiasco, tanto na crítica quanto nas bilheterias. Segundo o Diário de Wall Street, para um filme ser considerado um sucesso ele precisa arrecadar algo em torno de 240 milhões de dólares. A produção do longa custou algo em torno de 130 a 150 milhões de dólares e o retorno que tiveram foi por volta de 380 milhões. Pouco mais da metade do investimento e “apenas” 100 milhões acima da estimativa média. Em termos de comparação, no mesmo ano tivemos a estreia de Armageddon e ele gerou mais de 550 milhões de dólares e teve um custo de produção de 140 milhões. Isso ainda sendo considerado um filme mediano pela crítica. Esses números mostram que Godzilla conseguiu alcançar um considerável sucesso financeiro, chamou a atenção, mas gerar pouco mais da metade do orçamento original não é algo muito bom nessa indústria.

Agora, apesar de tudo isso, o filme ainda apresenta muitas coisas legais. Antes de tudo, é um filme de Kaiju até que competente (tirando a parte dos babys Godzillas), ele chega de forma extravagante na cidade causando caos e destruição como todo bom filme dele tem que ser. As sequências de ação são bem dirigidas e visualmente impactantes. Não tem como você não arregalar os olhos e subir um arrepio quando vemos o Godzilla atravessar um prédio como se ele fosse de papel, ou na sequência final quando ele persegue os nossos heróis pela cidade até ser abatido por mísseis. Eu mesmo até me emociono, pois a cena chega a ser um tanto cruel e impactante, é como ver um animal indefeso sendo maltratado (fora o fato de que em filme de Kaiju eu SEMPRE torço pelo Kaiju).

Zilla, da série animada Godzilla – The Series.
Capa da HQ Godzilla Rulers of Earth, apresentando Zilla enfrentando seu “senpai”.

Sempre houve uma promessa de uma sequência ao longa-metragem, que nunca viu a luz do dia, mas tivemos uma série animada! Muito originalmente chamada de Godzilla – The Series, foi ao ar em setembro de 98 e contou com 40 episódios divididos em duas temporadas. Ela se passa logo após os eventos do filme, quando Nick encontra um único ovo sobrevivente e dele sai um bebê Godzilla, muito carinhosamente chamado de “Zilla”, e como a primeira coisa que o monstrinho viu foi Nick, considera que ele é sua “mãe” e os dois passam a ter uma relação de dono e pet. O restante da série tenta resgatar um pouco da origem do Godzilla, colocando-o para brigar a cada episódio contra um novo Kaiju ao melhor estilo Pokémon e até ganhou de volta o Atomic Breath! A animação chegou a passar aqui no Brasil, mas de forma quase obscura e com isso não conseguindo se manter e nem ser reprisada tantas vezes. Como consequência, é praticamente impossível achar online para baixar e eu procurei bastante antes de escrever essa matéria, para poder falar com mais propriedade do que só com a minha memória nostálgica como referência de experiência. Zilla também se fez presente no universo expandido das HQs do Godzilla: Rulers of the Earth, na qual temos algo como um Godzillaverse acontecendo.

No final das contas, vocês devem estar se perguntando: “mas Vilson, você recomenda esse filme?”.

A minha resposta é: sim, recomendo. Pode não ser um filme que vá agradar todo mundo, mas se você for um fã de Kaiju ou até mesmo queira um ponto de start para conhecer mais do universo do Godzilla, pode ser um uma boa experiência e, depois disso, procurar coisas com mais qualidade! Como estamos em clima de quarentena, pode ser um bom pipocão para passar o tempo e, vejam só, o filme está atualmente disponível na Netflix! Quem quiser revisitar esse filme ou quem ficou curioso para conhecer, só clicar AQUI.

Esse foi mais um #TokuTudo para vocês, galera! Espero que tenham gostado do review mais inusitado até agora nessa coluna! XD Deixem aqui nos comentários o que acharam, suas opiniões sobre o Zilla e até mesmo sugestões para outras matérias! Quero ver os fãs de Kaiju todos online!

Até a próxima, amigos! Fiquem em casa e lavem as mãos!

Revisão: Karin Cavalcante

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Olha a nostalgia! Sai a Opening do Reboot de Digimon Adventure

Saiu a opening do revoot de Digimon Adventure, e para minha surpresa meteram todas as evoluções do Agumon nela… Geralmente mesmo animes mais longos mudam a Opening a cada 12 a 24 episódios.

A não ser que esse anime seja uma exceção vai rolar um speedrun das evoluções que demoraram 50 episódios no original em apenas 12 ou 24 episódios nesse. Sem falar no Ominimon que aprece no final e nem no anime original tinha (só no filme que saiu depois).

Dentro da sua proposta esse anime era bem legal na época. Infelizmente a continuação com os protagonistas adultos foi uma decepção extremamente mal escrita e com animação capenga (da-lê quadro estático). Agora é ver como esse reboot vai se sair.

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Tower of God – O anime que pode começar uma revolução começou!

Tower of God é um anime bem importante esse ano (quer você goste ou não). Ele, Noblesse e God of Highschool, todos com estreia para esse ano, vão ser a divisória entre vermos muito mais obras coreanas ganhando anime pela mão (e dublagem) japonesa nos próximos anos, ou não.

Eu mesmo tenho várias obras coreanas que gosto, então estou torcendo muito para que pelo menos um dos animes coreanos desse ano faça muito sucesso.

Segue minhas primeiras impressões da estreia:

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ID: Invaded – Finalmente um anime desse tipo com final bom!

Depois de ver tanto anime sci-fi com enredo até inteligente ou cheio de ideais mirabolantes que te deixavam bolando mil teorias terminarem de forma decepcionante e não dando a mínima em responder sequer metade das perguntas levantadas durante a trama, ou com respostas que não faziam o mínimo sentido, com mais buracos que um queijo suíço (Ergo Proxy, Babylon, Paprica, etc), ver algo como ID: Invaded foi bem satisfatório. Afinal, é muito raro um anime desse modelo não ter um final que é decepção pura.

O anime não fecha 100% as coisas na possível esperança de continuar a franquia caso faça sucesso, e não tem um final mega empolgante, mas finaliza bem quase tudo que foi levantado durante a trama, e termina de forma bem emocionante. Isso sem falar nos excelentes episódios 8, 9 e 10, com twists carpados de virar o cérebro do avesso, e a cena lindíssima com o flashback da família do protagonista.

Segue minhas impressões finais em vídeo.

 

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Seton Gakuen – Impressões finais

Esse anime foi uma das minhas surpresas de Janeiro. Mesmo já tendo lido o mangá achei que o anime em vários aspectos ficou ainda mais engraçado, mesmo que infelizmente tenha cortado algumas partes. Segue as impressões finais de Seton Gakuen em vídeo.

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