BNA #01 a #05 – Uma promissora aposta do estúdio de Kill la Kill | Primeiras Impressões

O vídeo é a análise do Marco e o texto a do Marcelo.

BNA, ou Brand New Animal, teve sua estreia com cinco episódios, e com isso já dá para ter uma boa ideia se o anime vale ou não a pena acompanhar, e o que dá para esperar dos futuros episódios que estão por vir.

Uma estreia bem interessante.

De maneira geral, os cinco episódios de estreia de BNA se saíram muito bem, apresentando o mundo da obra e deixando aquele sentimento de querer ver mais um pouco do anime.

Os três primeiros episódios, em especial, tiveram uma direção e roteiro muito bem feitos, mostrando tudo o que você precisa saber da obra sem cair em exposições chatas ou exageradas.

Tirando uma parte, onde explicam a diferença entre os humanos e os homens-bestas, todo o resto é falado pelos contextos e cenas que vão sendo mostrado, tudo isso de uma forma bem clara que te explica tudo, desde como funciona a divisão entre as espécies, e o preconceito que os homens-bestas sofrem, até alguns aspectos da cultura de Animacity, como a existência de um “Deus” que protege o lugar e as gangues que tem por lá.

Já aproveitando, é provável que alguns tenham criado aquele sentimento de comparação devido as semelhança com Beastars (ou Zootopia), por conta dessa ideia de animais humanoides vivendo em sociedade, mas as semelhanças param por aí, nesse aspecto visual entre as duas obras.

BNA, por mais que também trabalhe questões de preconceito e perseguição, não tem o foco nas diferentes espécies animais, como em Beastars, sendo as discussão mais voltadas para Humanos x Animais.

A sociedade dos animais não é exatamente pacifica, mas não tem aquela separação entre carnívoros e herbívoros, porque, em teoria, as pessoas ali não são exatamente animais.

Uma conotação diferente da coisa toda.

Esse, por sinal, foi um ponto que acabou me surpreendendo um pouco, porque achava que eles eram animais ao pé da letra, mas, a ideia ali é algo mais perto de X-Men (Não exatamente igual), com uma vertente da humanidade adquirindo essa capacidade de transformação.

No caso, seria algo como se durante o processo evolutivo dois ramos da humanidade tivessem surgido, sendo que um adquiriu essa capacidade.

A explicação sobre isso é bem simples, e ajuda entender um pouco de como as coisas funcionam, fora que, durante os episódios você percebe outros detalhes interessantes, como a possibilidade dos homens-bestas intensificarem a forma animal para ganharem ainda mais força, e até o uso de alguns “poderes”.

Uma aulinha necessária.

Deixando um pouco de lado os contextos do mundo do anime, temos os personagens. A protagonista é, provavelmente, o ponto mais intrigante da história por conta da sua situação.

O mistério que fica em cima dela – sobre ter sido transformada em um homem-besta –, acaba te deixando curioso para ver mais sobre o assunto e, felizmente, algumas coisas já começam a acontecer dentro desses cinco episódios, não deixando o mistério ficar saturado, ou com aquela cara de enrolação.

Claro, nem tudo é explicado, mas a forma como vão te provocando para saber mais de como ela foi transformada, e de quais organizações estão por traz disso, acaba fazendo com que o interesse no anime cresça com o passar dos episódios, em especial, após o quarto episódio, onde novos aspectos dos poderes dela são mostrados.

Muito carismática.

Em relação ao protagonista masculino… Ele foi o que ficou, digamos, em segundo plano. Não é como se ele tivesse ficado ofuscado nos episódios, mas o arquétipo dele segue um padrão de suspensa, com alguns segredos, tanto sobre sua origem e passado, quanto sobre seus objetivos.

Para quem gosta de personagem badass, ele acaba sendo um prato cheio, já que segue aquela linha de personagem forte, com um jeito indiferente que bastante gente gosta de ver em protagonistas.

Além disso, a função dele dentro da história é bem curiosa, agindo como uma espécie de justiceiro/policial especial, mas que não é tão certinho assim, já que algumas coisas no último episódio meio que quebram essa visão de “bom policial” que ele tinha até ali.

O cara é brabo.

Em resumo, para quem ainda está naquele limbo de inicio de temporada, sem muitas coisas para ver, vale a pena dar uma chance para os cinco episódios de BNA.

A proposta do anime é bem interessante, te mantendo interessado pela história durante todos esses episódios, aproveitando bem o ritmo da narrativa para deixar as coisas movimentadas.

Ação e comédia dentro da história são divididas de forma bem balanceada, fazendo com que seja episódios bem divertidos de assistir.

 

 

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GIRO DO XIL: URASAWA TOMA HATE NO TWITTER, Tiger and Bunny 2 e Kinnikuman anime

Yo! Hoje no Giro do XIL, Fábio Sakuda fala sobre a polêmica de distribuição de máscaras pelo governo japonês, e como Naoki Urasawa levou hate pela sua crítica no twitter! Além disso, tivemos o anúncio de Tiger and Bunny 2, e o movimento por um novo anime de Kinnikuman (Músculo Total).

Fontes:

Urasawa e o hate: https://headlines.yahoo.co.jp/hl?a=20…

Tiger and Bunny 2: http://www.tigerandbunny.net

Kinnikuman: https://headlines.yahoo.co.jp/hl?a=20…

 

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Guia Genkidama: Por onde começar JoJo’s Bizarre Adventure?

Concebida em um formato que separa a obra em vários arcos, um novato que queira se aventurar por JoJo pode se encontrar com algumas dúvidas. Apesar de contar com mais de 120 volumes, não se desespere! O Genkidama está ao seu lado! Por onde começar JoJo’s Bizarre Adventure? Confira nosso guia e descubra como você pode acompanhar esse fabuloso universo!

Publicado desde 1987, a obra de Hirohiko Araki foi, por muito tempo, um extenso mangá relativamente obscuro em terras ocidentais, sendo conhecido basicamente por um título para Arcade, PlayStation e Dreamcast produzido pela Capcom e lançado por essas bandas em 1998. Apesar de contar com algumas produções animadas anteriores, a série só alcançou a esfera popular em 2012, com uma animação produzida pelo estúdio David Production, em comemoração ao aniversário de vinte e cinco anos da série.

Antes de tudo, primeira coisa a ser considerada é que, embora a maioria dos arcos de história tenham uma linha cronológica entre eles, as histórias são, em sua maioria, narrativas individualizadas com um começo, meio e fim, sem necessariamente depender do entendimento das sagas anteriores. A nossa sugestão particular é que ela seja lida na ordem em que foram lançadas, embora isso nunca tenha sido uma obrigação.

Dessa forma, nosso guia será dividido entre aqueles que desejam se aventurar pela obra original, o mangá (ainda em publicação no Brasil) ou por suas iterações animadas. Aliás, não tema: nosso guia é (quase) isento de spoilers — algumas das informações aqui podem parecer supostas revelações que estragariam a história, mas confie na gente! Tratam-se, na verdade, de acontecimentos básicos que dificilmente contam como reviravoltas da trama.

1. Começando pelo Mangá

Então você decidiu se aventurar pelo mangá, né? Pois bem, ao todo, sete partes foram completamente publicadas: Phantom Blood, Battle Tendency, Stardust Crusaders, Diamond is Unbreakable, Vento Aureo, Stone Ocean e Steel Ball Run. A oitava, JoJolion, ainda está em publicação.

Como já constatado, a ideia é que as partes sejam lidas na ordem, mas há duas transições de história muito importantes a serem consideradas. A primeira delas diz respeito à parte 3, quando o poder místico do Hamon sai de cena para dar lugar às poderosas Stands, mudando completamente a dinâmica da série. A segunda delas está na parte 7, que age como uma espécie de reboot em relação às seis primeiras partes originais. Contudo, vamos caminhar, parte por parte, e ver o que cada uma das sagas tem de especial.

Chamamos atenção também para a contagem de volumes da Panini que, seguindo um modelo próprio de publicação, ostentará volumes maiores, com mais capítulos, em relação às edições originais japonesas.

Parte 1 — Phantom Bloodjojo phantom blood capa

  • Publicação original: 1987 a 1988;
  • Volumes: 5 (1 a 5);
  • Capítulos: 47 (1 a 47);
  • Disponível no Brasil? Sim, completo em três volumes.

A primeira parte de Jojo’s Bizarre Adventure conta o início da saga, marcada pela rivalidade entre Jonathan Joestar e Dio Brando. Dio é um garoto nascido na pobreza que foi adotado pela família Joestar por conta de uma dívida que George, o patriarca, tinha com Dario, o pai de Dio que acabara de falecer sob circunstâncias misteriosas.

Assim que chega à sua nova morada, o plano de Dio é se tornar o principal herdeiro daquela rica família. Para isso, seu plano consistia em se mostrar como um bom filho aos olhos de George ao mesmo tempo em que desestabiliza Jonathan Joestar, seu novo “irmão”. Assim, as diabruras de Dio vão desde roubar um beijo da namorada do garoto, Erina, a até mesmo incinerar o seu cachorro, o que leva os dois a brigarem feio no saguão da mansão onde moravam, levando Dio a repensar sua estratégia: talvez fosse melhor conseguir a confiança de Jonathan do que tê-lo como inimigo.

Os anos passam e, de fato, os dois “irmãos” se mostram muito unidos. Jonathan tornou-se arqueólogo e baseou seu estudo numa antiga máscara de pedra, relíquia da família. Eventualmente, George adoece e Jonathan descobre que Dio está envolvido nisso. Prestes a ser preso, o filho adotivo utiliza a máscara de pedra em um movimento desesperado, quando acaba renunciando à própria humanidade, transformando-se em um vampiro. Para enfrentá-lo, Jonathan descobre uma força mística que tem as ondas como fonte de energia, o Hamon, e é tutelado nessa arte por um homem chamado William Zeppeli para, enfim, conseguir bater de frente e encerrar essa rixa.

jojo battle tendency capaParte 2 – Battle Tendency

  • Publicação original: 1988 a 1989;
  • Volumes: 7 (5 a 12);
  • Capítulos: 69 (45 a 113);
  • Disponível no Brasil? Sim, completo em quatro volumes.

A segunda parte de JoJo começa nos Estados Unidos, durante o período entre-guerras. Neto de Jonathan Joestar, Joseph Joestar é um garoto rebelde criado por sua avó, em Nova Iorque, e recebe a notícia de que um antigo amigo da família, Robert E. O. Speedwagon, faleceu durante uma viagem ao México. O jovem, então, decide ir até o país em questão para ver o que aconteceu e se depara com Santana, uma antiga entidade ancestral relacionada à máscara de pedra e que estava sendo estudada pelos Nazistas.

Depois de deslumbrar todo o poder ancestral de Santana, o protagonista também descobre que outros três indivíduos iguais a ele ainda estão adormecidos de um sono milenar, na Itália. Joseph então se alia a Caesar Zeppeli, neto do antigo mestre de Jonathan, William, para tentar impedir que tais entidades alcancem todo seu poder e coloquem o mundo em perigo.

jojo stardust crusaders capaParte 3 — Stardust Crusaders

  • Publicação original: 1989 a 1992;
  • Volumes: 16 (12 a 28);
  • Capítulos: 152 (114 a 265);
  • Disponível no Brasil? Sim, ainda em publicação — com quatro volumes já lançados até a presente data (abril/2020).

Anos após seu combate histórico contra Jonathan, DIO está de volta. O retorno deste antigo inimigo da família foi responsável por despertar uma nova habilidade, as chamadas Stands, manifestações corpóreas de espíritos que podem ser invocados e controlados pelos seus usuários. Jotaro Kujo é o protagonista que desenvolve esse poder e, sem poder controlá-lo, se tranca em uma cela na prisão até ser tirado de lá por seu avô, Joseph Joestar, que explica essa a situação.

O problema é que a aparição desse novo poder desencadeou uma espécie de maldição em Holly, filha de Joseph e mãe de Jotaro, que não era forte o suficiente para suportá-lo. Assim, Jotaro e Joseph, ao lado de Kakyoin e Avdol, outros dois aliados e usuários de Stand, partem em uma jornada até o Egito, onde Dio se esconde, para derrotá-lo de uma vez por todas. No caminho, contudo, eles encontram vários inimigos que foram enviados para impedir que eles cheguem ao seu objetivo.

Com a introdução dos poderes Stand, Stardust Crusaders é tranquilamente a saga mais popular de JoJo’s Bizarre Adventure, sendo um verdadeiro ponto de virada que delimitou o formato da série até hoje. Além disso, sua popularidade se estendeu a outras mídias, como o jogo Heritage for the Future, que inclusive foi a porta de entrada para a maioria dos fãs da velha guarda aqui do ocidente.

jojo diamond capaParte 4 — Diamond is Unbreakable

  • Publicação original: 1992 a 1995;
  • Volumes: 18 (29 a 47);
  • Capítulos: 174 (266 a 439);
  • Disponível no Brasil? Não.

Anos após os acontecimentos da parte 3, Jotaro aparece na cidade de Morioh atrás de Josuke Higashikata, um jovem que aparenta ter relações sanguíneas com a família Joestar. Estudante do ensino médio, o garoto portador da stand Crazy Diamond vive com sua mãe e seu avô, que eventualmente é assassinado por Angelo, um foragido da cadeia que também se tornou um usuário. Movido pela perda do ente querido, Josuke, ao lado de Jotaro e outros amigos, como Koichi Hirose, Rohan Kishibe e Okuyasu Nijimura, decidem investigar o estranho fenômeno que está criando vários novos portadores de Stand naquela cidade.

Parte 5 — Vento Aureojojo vento aureo capa

  • Publicação original: 1995 a 1999;
  • Volumes: 17 (47 a 63);
  • Capítulos: 155 (440 a 594);
  • Disponível no Brasil? Não.

O ano é 2001. Na Itália, um garoto chamado Giorno Giovanna tem um sonho. O filho de DIO tem como principal objetivo de vida ingressar em um grupo mafioso (chamado Passione) com o objetivo de usá-la para o bem e erradicar a corrupção em seus meandros. Assim, ele conhece Bruno Buccellati, um capitão regional, que o indica para um teste de admissão.

Uma vez dentro da Passione, ele descobre que a organização em questão era basicamente formada por outros usuários de Stand. Depois de conseguir recursos financeiros e utilizá-los para aumentar a sua influência nela, o time formado por Buccellati, Giorno, Abbacchio, Mista, Narancia, e Fugo recebem a tarefa de escoltar Trish Una até o líder da gangue (e também pai da garota), um sujeito tão paranoico cujo próprio nome ele escondeu no intuito de não ser encontrado por eventuais inimigos.

Parte 6: Stone Oceanstone ocean capa

  • Publicação original: 2000 a 2003;
  • Volumes: 17 (64 a 80 — embora em algumas ocasiões a contagem apareça zerada, começando a partir do número 1 novamente);
  • Capítulos: 180 (440 a 752 — também pode aparecer  como 1 a 180, dependendo da contagem);
  • Disponível no Brasil? Não.

Em 2011, a filha de Jotaro, Jolyne Kujo, é acusada de um crime juntamente com seu namorado, que sai impune de toda a situação enquanto a moça é condenada ao encarceramento na penitenciária Green Dolphin Street. Após receber de seu pai um estranho amuleto, uma ponta de uma flecha, a garota desenvolve sua própria Stand, o que a ajuda a se manter no ambiente hostil da prisão.

O grande revés é que a prisão é comandada pelo padre Enrico Pucci, um velho conhecido de DIO. Ainda leal ao seu amigo de tantos anos atrás, ele então vê a oportunidade de colocar um antigo plano que ambos tinham concebido juntos há tanto tempo — para isso, ele armazena numa espécie de disco as memórias e a Stand de Jotaro, que entra em coma. Cabe a Jolyne, então, salvar seu pai.

Parte 7: Steel Ball Runsteel ball run capa

  • Publicação original: 2004 a 2011;
  • Volumes: 24 (1 a 24);
  • Capítulos: 95 (1 a 95);
  • Disponível no Brasil? Não.

Surgida inicialmente na Shounen Jump e sem ser considerada como parte de JoJo (apesar de alguns nomes recorrentes ainda se fazerem presentes), a inserção de Steel Ball Run no multiverso da série só se deu com sua transição para a revista mensal Ultra Jump, em 2005, quando foi oficialmente confirmada como a sétima parte da saga dos Joestar.

Nela, voltamos ao século XIX e somos apresentados a um novo universo e à dupla Johnny Joestar e Gyro Zeppeli. Os dois se conhecem ao se inscreverem na Steel Ball Run, uma corrida transcontinental que corta os Estados Unidos, de San Diego a Nova Iorque. Paraplégico, Johnny descobre através de Gyro o poder do spin, uma arte mística que ele acredita que irá ajudá-lo a recuperar os movimentos das pernas.

Assim, a história se dá com os dois competindo na corrida, onde enfrentam uma série de perigos que envolvem desde terroristas de outros países a até o alto escalão governamental que estão utilizando o evento para fins escusos.

Parte 8: JoJolionjojolion capa

  • Publicação original: 2011 até os dias de hoje;
  • Volumes: 22 compilados até o momento.;
  • Capítulos: 95 (até março de 2020);
  • Disponível no Brasil? Não.

Após o grande terremoto que abalou o Japão em 2011 (e que aconteceu de verdade), um jovem acorda nu em Morioh. Descoberto por Yasuho Hirose, ele é eventualmente adotado pela família Higashikata. Usuário de Stand, seu grande objetivo de vida é descobrir mais sobre o seu passado, que aparentemente tem a ver com estranhos indivíduos capazes de se transformar em rocha e outros portadores de stand, além de estar envolvido com acontecimentos do passado que se relacionam diretamente com os eventos de Steel Ball Run.

Thus Spoke Rohan Kishibethis spoke rohan kishibe capa

  • Publicação original: 1997 até os dias de hoje;
  • Volumes: 2 compilados até o momento;
  • Capítulos: 9 (até março de 2020);
  • Disponível no Brasil? Mais ou menos.

Também conhecida como Kishibe Rohan wa Ugokanai (Rohan Kishibe é imóvel), essa série em spin-off ilustra algumas aventuras individuais de Rohan Kishibe, um dos protagonistas da parte parte 4. Publicados esparsamente desde 1997, tratam-se de vários contos que narram as viagens do personagem em busca de ideias que possam servir de inspiração para produzir seus mangás. É válido ressaltar que as histórias aqui ilustradas não têm relação direta com qualquer aspecto da série principal além dos personagens recorrentes. No Brasil, a editora Pipoca & Nanquim chegou a publicar individualmente uma história relacionada — sim, uma espécie de spin-off do spin-off — intitulada Rohan no Louvre, produzida originalmente para uma exposição do museu francês em questão, ocorrida em 2009.

Dead Man’s Questions deadman questions

  • Publicação original: 1999;
  • Volumes: 1 (compilado na antologia Under Execution, Under Jailbreak);
  • Capítulo: 1;
  • Disponível no Brasil? Não.

Trata-se de outro spin-off. Ao contrário de Thus Spoke Rohan Kishibe, aqui trata-se de uma história importante traz algum desenvolvimento à saga principal. Nele, acompanhamos um espírito errante, preso em sua própria condição, sem quaisquer memórias a respeito de quem foi em vida.

 

 

2. Começando pelo Anime

Sendo publicado há tanto tempo, JoJo recebeu algumas adaptações animadas. Basicamente, há duas séries a serem levadas em conta: a que foi produzida pelo estúdio APPP (1993 – 2006) e a que é de responsabilidade da David Production (2012 – atualmente).

David Production (2012 – atualmente)

Lançada em comemoração aos 25 anos da série, o estúdio David Production assumiu a bronca e, atualmente, ainda está desenvolvendo a série corrida do mangá em sua integridade. O anime JoJo’s Bizarre Adventure, sem qualquer subtítulo (embora às vezes acompanhado por The Animation), foi lançado no ano de 2012, com 26 episódios que se dividem nas duas primeiras partes: Phantom Blood (1 ao 9) e Battle Tendency (10 ao 26).

 

Depois, foi a vez da terceira parte ser animada em uma segunda temporada. Os primeiros 24 episódios de JoJo’s Bizarre Adventure: Stardust Crusaders foram ao ar em 2014 e encobrem o início da saga até o ponto em que o grupo finalmente consegue colocar os pés no Egito — o equivalente ao primeiro capítulo do volume 20. Em 2015, uma nova temporada chamada JoJo’s Bizarre Adventure: Stardust Crusaders — Egypt Hen (Batalha no Egito) encerra a trilogia original dos Joestar em mais 24 episódios.

jojo anime capas

A parte 4, Diamond is Unbreakable, veio na sequência, em 2016, com 39 episódios e, entre 2018 e 2019, foi a vez da parte 5, Vento Aureo, com mais 39. Ao todo, as cinco primeiras partes foram cobertas num total de 152 episódios.

De um modo geral, o melhor a se fazer é acompanhar a história de forma cronológica. As primeiras cinco partes podem ser encontradas na Crunchyroll. No atual momento (abril de 2020), não há previsão para o lançamento de uma eventual parte 6.

Paralelamente, em formato de OVA que acompanha os lançamentos em Blu-Ray, também foram animados algumas das histórias referentes a Thus Spoke Rohan Kishibe, sem lançamento no Brasil.

Estúdio APPP (1993 – 2006)

jojo ovaAlgo que gera alguma confusão é a existência de outra série animada, mais antiga, composta por OVAs, produzidos pelo estúdio APPP (o mesmo de Fist of the North Star), que cobriram os principais momentos referentes à terceira parte. Para todos os efeitos, essa série tem treze episódios lançados originalmente em dois blocos diferentes, fora de ordem. Cronologicamente, 1993 foi o ano de lançamento dos episódios 7 a 13 e ilustram os momentos finais de Stardust Crusaders, enquanto os episódios 1 a 6 vieram só em 2000, mostrando o início da viagem da caravana Joestar em direção ao Egito — algo que se assemelha um pouco ao formato de lançamento da saga Star Wars.

Apesar de hoje serem completamente escanteados em relação à série produzida pela David Production, é interessante assisti-los por sua abordagem diferenciada, que vai desde o ritmo narrativo a até as paletas de cores que divergem das versões atuais. Além disso, Satoshi Kon, lendário diretor que concebeu obras-primas como Perfect Blue, Tokyo Godfathers e Paprika, trabalhou como diretor do episódio 12, de 1993. Outro fator interessante são os character designs produzidos por Junichi Hayama, que também assinou o anime de Hokuto no Ken, obra que serviu de clara inspiração para o pontapé inicial de JoJo.

Em tempo: Phantom Blood também foi transformado em um filme, lançado em 2006 apenas nos cinemas japoneses, mas que nunca recebeu uma edição doméstica em VHS, DVD, Blu-Ray ou Streaming. Há vários boatos que o circundam, como a hipótese de que ele era tão ruim que o autor barrou qualquer lançamento posterior ou a suposta morte de um dos produtores o que, teoricamente colocou barreiras legais na distribuição do filme. A verdade é que não há uma justificativa oficial a respeito e tudo não passa de especulação.

Assim, não existe qualquer versão dele que esteja disponível para o público, seja de forma legal ou não. No máximo, há algumas cenas que chegaram a aparecer na internet, como os seus primeiros quinze minutos que vazaram, sem qualquer diálogo.

3. Modo avançado: Light Novels

Se você realmente quiser ir bem fundo no universo de JoJo, vale a pena dar uma conferida nas light novels baseadas na série. A primeira delas foi lançada em 1993 no Japão. Chamada de Genesis of the Universe, o livro conta duas histórias paralelas que aconteceram com a caravana Joestar em sua viagem para o Egito, durante a parte 3. Diamond is Unbreakable também recebeu uma novel: 4th Another Day serve como uma espécie de sequência aos acontecimentos da parte quatro e foi lançada em 2007.

A Itália de Vento Aureo, por sua vez, foi palco de duas outras novels. A primeira, de 2001, chama-se Golden Heart, Golden Ring e conta uma história original estrelada pelos protagonistas da parte 5. Purple Haze Feedback, por sua vez, serve como uma sequência para o quinto arco e foi lançada em 2011 como parte integrante do projeto VS JOJO.

Tal projeto foi mais um produto das celebrações de 25 anos da série e consistia em reunir três autores consagrados para trazerem seus pontos de vista para o universo de JoJo. Assim, enquanto Purple Haze Feedback foi autorado por Kohei Kadono, o responsável pela série Boogiepop, Nisio Isin, a mente por trás de Medaka Box e da série Monogatari, assinou Over Heaven, uma espécie de um diário escrito por Dio momentos antes de sua derrocada ao fim da parte 3.

Jorge Joestar, por sua vez, narra uma história completamente desconexa da série como um todo, apesar de trazer certos elementos recorrentes a ela. Escrita por Otaro Maijo, a novel recorre do surrealismo e da quebra da quarta parede, um aspecto característico do autor, que é conhecido por Ashura Girl, Smoke, Soil or Sacrifice e Drill Hole in My Brain.

Nota-se que nenhuma das novels têm canonicidade confirmada.

4. Extras

Como constatado, JoJo’s Bizarre Adventure também recebeu alguns jogos sendo um deles a primeira porta de entrada da série no ocidente. Enquanto o Super Nintendo recebeu um RPG baseado na terceira parte que ficou restrito ao Japão, a Capcom lançou um game de luta chamado JoJo’s Bizarre Adventure: Heritage for the Future, também baseado na terceira saga e por muito tempo foi o principal ponto de referência da série deste lado do globo.

O PlayStation 2 recebeu dois jogos beat’em up, um baseado na quinta parte, em 2001, e outro na primeira — que acompanhava o infame filme de 2006 que ninguém viu. Os dois jamais chegaram ao ocidente. Depois de vários anos sem receber nenhuma adaptação, All-Star Battle veio em 2013 e misturou os principais heróis e vilões do multiverso em um jogo de luta no PlayStation 3. Com uma história própria e jogabilidade tridimensional, JoJo’s Bizarre Adventure: Eyes of Heaven bebe um pouco do lore da série e traz uma situação hipotética de crossover em que o espaço-tempo começa a ruir em que várias eras e dimensões começam a se encontrar.

Além disso, houve alguns títulos mobile: enquanto Stardust Shooters é atualizado de acordo com a série animada, Diamond Records foi descontinuado. Um outro game chamado Last Survivor, exclusivo para os Arcades japoneses, veio no final de 2019. Os personagens de JoJo também fizeram aparições em alguns crossovers da Jump, como Jump Ultimate Stars (Nintendo DS), J-Star Victory Vs. (PlayStation 3 e PlayStation 4) e Jump Force (PlayStation 4, Xbox One e PC).

Por fim, um filme em Live Action, dirigido por Takashi Miike, chegou aos cinemas japoneses em 2017, adaptando o começo de Diamond is Unbreakable. Recebendo o subtítulo “Chapter 1”, ele foi considerado um fracasso comercial para os padrões japoneses, fazendo com que ele dificilmente receba uma sequência, mesmo que o original tenha sido bem recebido pelos fãs.

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Shironeko Project – Anime de ação e romance ganha trailer com OP

O site oficial da adaptação em anime do jogo Shironeko Project divulgou um novo trailer para a obra. O vídeo traz um pouco mais da relação entre os casal principal, e alguns confrontos da história, além de dar uma prévia da abertura, cantada por Nishikawa Takanori + ASCA. O anime tem previsão de estreia para o dia 6 de abril.

Novo visual liberado junto do trailer.

Staff

  • Diretor e roteiro: Masato Jinbo (Chaos;Child, Senryou Girl)
  • Música: Taku Iwasaki (Akame ga KILL!, Bungo Stray Dogs)
  • Design: Yousuke Okuda (Blend S, Conception)
  • Estúdio: Project No.9 (Angel’s 3Piece, Katana Maidens: Mini Toji)

A história do jogo gira em torno de uma sacerdotisa da luz, representada por um gato branco, e um príncipe das trevas, representado por um gato preto. Ambos se apaixonam e decidem por um fim a guerra milenar que suas respectivas raças travam há um logo tempo. O anime, no entanto,  irá seguir a história apresentada no evento do 3º ano de aniversário do jogo.

Fonte: A.I.R

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Boku no Hero Academia tem 5º temporada anunciada!

Através da última edição da Shounen Jump, foi informado que Boku no Hero Academia terá uma 5º temporada. A data ainda não foi divulgada.

A última temporada do anime foi encerrada em Abril. A história se passa em um mundo onde quase toda a população desenvolveu alguma habilidade especial, e “herói” foi reconhecido como uma profissão oficial.

Midoriya Izuko, sonha em ser um herói, mas é um dos raros casos de humanos normais. Em um certo dia ele acaba por encontra o herói que o inspirou a seguir a profissão, que acaba por oferecer uma oportunidade de conseguir poderes, assim mudando sua vida completamente.

Fonte: A.I.R

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Tiger & Bunny – Anime original de ação com super heróis vai ter 2º temporada

A conta no twitter da companhia Sunrise  divulgou que uma segunda temporada para Tiger & Bunny está em produção. O anime continuará os eventos após o último filme lançando em 2014, e deve chegar em 2022.

Staff

  • Diretor: Mitsuko Kase (Mobile Suit Gundam 0083: Stardust Memory)
  • Adaptação do roteiro: Masafumi Nishida (Animes e Filmes de Tiger & Bunny)
  • Design: Masakazu Katsura (Garo: Crimson Moon, Tiger & Bunny)
  • Estúdio: Bandai Namco Pictures (Aikatsu Friends, Mairimashita, Iruma-kun!)

A história acompanha heróis super poderosos conhecidos como NEXTs. Eles são contratados por diferentes empresas para usar seus logotipos enquanto lutam contra o crime na televisão.

Fonte: ANN

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Get up! Get Live! – Projeto sobre stand-ups/comediantes vai ter anime

O site do canal de televisão MBS informou que um adaptação em anime para o projeto Get up! Get Live! está em produção. Mais detalhes serão liberados no futuro, mas já foi confirmado que a obra seguirá o formado de anime curto.

Música tema do projeto

A história se passa em uma escola preparatória para comediantes, acompanhando a vida dos diferentes jovens que estudam lá, mostrando o seu dia a dia, suas falhas e desafios no mundo da comédia.

Fonte: Crunchyroll

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GIRO DO XIL: COMIKET EM REALIDADE VIRTUAL, e outras notícias

Yo!

No Giro do XIL de hoje, Fábio Sakuda fala sobre como o Japão está fazendo para que a Comiket (ou algo parecido com ela) aconteça com a ajuda do VR! Confira essa e outras notícias!

 

Fontes: Artbook do Slam Dunk: https://natalie.mu/comic/news/373795

Streaming retrô: https://www.ign.com/articles/retrocru…

Comiket VR: https://japan.cnet.com/amp/article/35…

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Japanófilo – o que é isso, gente?

Japanófilo: quem é, onde vive, como se alimenta…

 

Japanófilo, pela definição do dicionário, é alguém que admira e gosta do Japão. Diferente do otaku(*), que é mais focado em animes e mangás, a apreciação do japanófilo é mais abrangente. Embora possa ter preferência por um ou outro aspecto (cultura, idioma, etc), ele se interessa por tudo relacionado ao país.

 

O termo japanofilia provavelmente surgiu entre o final do século XVIII e começo do século XIX. Foi nesse período que o Japão começou a se abrir para o ocidente. O naturalista Carl Peter Thunberg e o médico Philipp Franz Balthasar von Siebold foram os primeiros a despertar fascínio da Europa pelo país. Eles trouxeram as primeiras informações confiáveis sobre o Japão. Eram observações feitas com um olhar científico, e amostras palpáveis: espécimes de plantas e animais, utensílios, mapas.

coleção

O início: curiosidade

 

Thunberg esteve no país entre 1775 e 1776. Publicou dois livros sobre a flora e fauna local e apesar da desconfiança inicial, estabeleceu uma produtiva colaboração com os japoneses. Por causa dessa troca de conhecimento, as primeiras fagulhas de curiosidade entre europeus e japoneses brilharam. 

 

Siebold chegou ao Japão em 1823 e lá permaneceu por vários anos, até ser banido por um incidente político. Fundou uma escola de medicina em Nagasaki e teve um relacionamento estável com uma japonesa, Taki Kusumoto. O casal teve uma filha, Ine, que se tornaria médica da Imperatriz. Aliás, a filha de Siebold teve uma vida interessantíssima, que merece um texto à parte.

 

Siebold escreveu um livro intitulado Nippon, que era um trabalho ricamente ilustrado de etnografia e geografia. Por sua experiência longa, e bastante íntima com o país, ele se tornou um “especialista em Japão”. Foi consultado pelo governo russo e pelo Comodoro Perry(**) sobre como abordar os japoneses em negociações/questões diplomáticas. Entretanto, não é considerado um japanófilo “oficial”.

Thunberg e Siebold
À esquerda, Carl Peter Thunberg e à direita, Philipp Franz Balthasar von Siebold

O primeiro japanófilo

 

A primeira pessoa a ser oficialmente classificada como japanófilo foi Lafcadio Hearn.

 

Jornalista e escritor, Hearn veio ao Japão em 1890. Tornou-se professor e casou-se com Setsu Koizumi. Ele era um jovem que não tinha sido muito feliz até aquele momento. Na infância e adolescência, foi abandonado primeiro pela mãe, depois pelo pai, e por fim pelos parentes. Não era de se admirar, então, que buscasse um lar. Curiosamente, acreditou encontrar o seu lugar num país totalmente diferente de tudo o que conhecia. O encantamento foi tão grande que, em 1896, ele naturalizou-se japonês e até mudou o nome para Yakumo Koizumi

 

Lafcadio Hearn ou Yakumo Koizumi conseguiu então a estabilidade econômica que nunca havia tido antes na vida. Trabalhando como professor, passou de escolas do nível fundamental para as prestigiadas Universidades Imperial de Tóquio e, posteriormente, Waseda. Escreveu vários livros sobre o Japão. O mais famoso deles foi Kwaidan: Contos do Sobrenatural. O livro contém várias histórias curtas do folclore japonês e um estudo sobre superstições envolvendo insetos. Algumas histórias do Kwaidan são bem conhecidas dos otakus, pois personagens como Yuki-Onna e Rokurokubi aparecem frequentemente em animes. 

 

Foi feita uma adaptação de alguns contos do livro para o cinema em 1964. O filme foi intitulado Kwaidan – As Quatro Faces da Morte, e ganhou o prêmio especial do júri em Cannes.

Lafcadio Hearn
À esquerda, Lafcadio Hearn vestindo um quimono. À direita, acompanhado da esposa e de um dos filhos.

 

Infelizmente, o amor de Lafcadio Hearn pelo Japão foi se deteriorando com o passar dos anos. À medida que o país mudava e se ocidentalizava, foi perdendo o encanto para o japanófilo. As antigas tradições, as lendas e cerimônias milenares que ele tanto amava estavam desaparecendo. Desgostoso, Hearn quis voltar aos Estados Unidos, entretanto acabou falecendo antes, de um problema no coração.

 

O japanófilo hoje

 

A não ser que você seja muito exigente, dá para ser um japanófilo sem tanto esforço atualmente. Não é preciso enfrentar longas viagens de navio nem aprender japonês “na marra”. Uma conexão de internet e algum dinheiro são suficientes. Em serviços de streaming e no Youtube pode-se assistir programas e noticiários do Japão. Existem cursos online de japonês. Lojas vendendo utensílios, roupas e quinquilharias. E se você for de São Paulo, ou puder ir a São Paulo, a facilidade é maior ainda. O bairro da Liberdade oferece praticamente tudo o que um japanófilo procura.

 

(Isto, depois que estivermos totalmente livres do perigo da pandemia, claro…)

 

E então, o que você acha? Quer ser um japanófilo? Ou já é um?

 

(*) “otaku” no sentido que nós, brasileiros costumamos usar.

(**) Comodoro Matthew C Perry, militar estadunidense que teve importante papel na abertura do Japão ao ocidente.

 

Fontes:

Carl Peter Thunberg

Philipp Franz Balthasar von Siebold

Lafcadio Hearn: biografia resumida / vida e obra / Kwaidan

 

Imagem de capa de Wikimedia Commons

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GIRO DO XIL: KIMETSU NO YAIBA CONTRA O CORONA, e outras notícias!

Fábio Sakuda, sócio-fundador do Portal Genkidama acabara de postar no canal XIL um vídeo novo. Trata-se de uma iniciativa para testar novos formatos no portal. No vídeo, nosso genkidamer discorre várias notícias do mundo otaku. Confira:

 

Não conhece o Xil? É blog pertencente ao Portal Genkidama com a gestão de Fábio Sakuda. Por lá você encontra artigos, pesquisas e curiosidades exclusivas do mundo otaku.

 

Supervisão: Karol Facaia

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