Otaku Play #1 – O Castelo no Céu

Esse é o Otaku Play! Um podcast mensal, criado pelos membros do portal, que tem por objetivo trazer uma conversa sobre algum filme de anime.

Nesse episódio piloto Barcellos, Mikael, Kaed e Gabriel discutem um pouco sobre O Castelo no Céu, aquele que é o primeiro (ou o segundo) filme do Studio Ghibli. Será que eles têm mais medo do exército ou de piratas? Confira:

 

O episódio também está disponível no Youtube. Em breve estará disponível no Castbox.

 

 

 

Episódio editado pelo Barcellos

Design da capa: Karol Facaia

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Light Novel de KonoSuba vai acabar no próximo volume!

Através de seu twitter, o autor de KonoSuba informou que o próximo volume da light novel será o último. Programado para ser lançando no dia 1 de maio, a história encerrar as aventuras de Kazuma e sua turma no 17º volume.

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Em adicional, a loja da Kadokawa anunciou uma campanha de vendas especial para celebrar o encerramento da série, com a venda de produtos personalizados da obra.

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Nota do redator (Marcelo): A noticia está saindo no dia 1 de abril, mas parece que é realmente verdade. Tanto o ilustrador, quanto outros sites JP noticiaram isso.

Fonte: Crunchyroll

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Os 1º de Abril mais criativos/divertidos desse ano

As brincadeiras de 1º de abril são uma tradição lá no Japão, e como de costume, as empresas acabam entrando na onda e entregando algumas coisas para comemorar o dia.

O site Anime News Network (Famoso ANN) reuniu algumas das brincadeiras que aconteceram na indústria de animes/Jogos (versão completa aqui), e achei que seria interessante separar algumas que considerei mais criativas, e que chamara atenção:

Gochuumon wa Usagi Desu ka?

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Em comemoração ao 1º de abril foi criado um projeto para a obra transformando as garotas em Idol. Os planos são lançar um CD em breve.

Yuri Camp

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O twitter de Yuri Camp divulgou uma mini série no Youtube onde mostra o dublador Akio Ohtsuka (a voz que narrar os episódios) acampando na vida real. A série vários vídeos com ele ensinando e dando dicas de acampar.

Love Live!

No lugar de um grupo de Idol, as garotas receberam um trailer se transformando em guerreiras de um battle shounen clássico das antigas.

Princess Connect! Re:Dive

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A staff do jogo criou um evento especial para promover o anime dentro do jogo, mudando a história para um cenário de invasões alienígenas.

Kanojo, Okarishimasu!

O site oficial da adaptação em anime trocou a protagonista pela sua rival, mudando todo o design da página e até mesmo colocando uma opção de contrato com ela para quem quer uma namorada de aluguel.

Street Fighter V

O site do jogo disponibilizou um mini-game onde os lutadores foram substituídos por gatos, e no lugar de lutas o jogador tem que combinar blocos.

Tales of

A franquia Tales of fez um brincadeira clássica, anunciando um jogo de luta para Android e IOS, mas que seria lançando no dia 15 de dezembro… de 1995, mesma data em que o primeiro Tales of foi lançando.

Uzaki-chan wa Asobitai!

O site da adaptação em anime foi controlado pela personagem principal, Uzaki, onde você não consegue acessar nada até dar atenção que a personagem quer.

Zombie Land Saga

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O twitter do anime anunciou um filme chamado “Zumbie vs Alien”, que deve chegar esse ano… Ou não.

Obs: Devido a diferença de fuso-horário algumas brincadeiras podem ter deixando de funcionar.

Fonte: ANN

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Histórias de fantasma – Um passeio por um Japão assombrado – Parte 1

A Terra do Sol Nascente possui uma mitologia extremamente rica e curiosa, com um catálogo gigantesco de deuses, demônios, monstros e, claro, fantasmas. As histórias de fantasmas do Japão não serviam unicamente como entretenimento em frente de fogueiras para viajantes cansados, elas também são um sinal da veneração à ancestralidade tão presente na cultura japonesa.

Durante muito tempo, acreditou-se que aqueles que morriam e não recebiam as devidas homenagens de seus entes queridos se tornaram espíritos famintos, eternamente com fome, atormentando os vivos e trazendo-os azar. Contudo, ao mesmo tempo, as almas dos antepassados também poderiam prover proteção e fortuna.

A figura do fantasma está presente desde dos povos Ainu, que consideram os espíritos uma manifestação do lado mau da pessoa, até as religiões Shinto e Budista, que, por sua vez, importaram e assimilaram no País do Sol Nascente algumas lendas originárias da China.

Por conta disso, separamos alguns desses mitos que mostram um pouco do lado assombrado do arquipélago nipônico:

Hoich, o sem orelha

Tipo de fantasma: Onibi Segundo as lendas, são bolas de fogo flutuantes, geralmente azuis, que surgem dos corpos de homens ou animais mortos. São produzidos pelo profundo remorso ou malícia de uma pessoa  para com outra.

Mais de oitocentos anos atrás, no estreito de Shimonoseki, ocorreu a última batalha entre os clãs Heike e Genji. Lá, os Heike pereceram com suas mulheres e crianças, assim como o imperador infante conhecido como Antoku Tenno. Desde então, aquela costa tem sido considerada assombrada.

Naquela região, inclusive, costuma aparecer um tipo muito estranho de caranguejo. Essa espécie tem nas costas algo que se assemelha a um rosto humano, e é dito que esses seriam as faces dos guerreiros que morreram na batalha de Dan no Ura.

Heikegani: The Crab With A Human Face | Amusing Planet

Contudo, essa não é a única coisa estranha da região. Nas noites escuras, milhares de luzes de fogo flutuam sobre a praia e as ondas. Luzes pálidas, conhecidas pelos pescadores da região como Oni-Bi, e quando os ventos estão bravos, os gritos de batalha são ouvidos vindos mar.

Como as águas por lá eram ferozes, foi ordenada a construção do templo de Amidaji para socorrer os náufragos dos navios que frequentemente encontravam seu fim naquelas águas, assim como um cemitério próximo a praia. Também foi erguido um monumento com nomes do imperador e de seus vassalos que morreram afogados, onde cerimônias budistas eram constantemente realizadas. 

Ohara Kochidani Amidaji Temple 古知谷 阿弥陀寺 - Trans-word+

Alguns séculos depois, vivia em Amidaji um Homem cego chamado Hoich, conhecido por sua habilidade em tocar a Biwa. Desde criança, ele fora treinado para recitar e tocar. Ainda  mancebo superou seus professores. Já na idade adulta, ele ficou famoso pelas suas declamações da história de Heike e Genji. Relatos contam que, quando ele cantava sobre a batalha Dan-no-ura, até os demônios Kijin choravam.

No começa de sua carreira, Hoich era muito pobre, mas ele encontrou um bom amigo para ajudá-lo. O sacerdote do templo era afeiçoado a poesia e música e frequentemente convidada o artista para o templo. Impressionado pela habilidade do músico, o sacerdote propôs que Hoich fizesse de Amidaji sua casa — proposta que o músico aceitou prontamente.

Em uma noite de verão, o sacerdote fora chamado para performar um ritual budista na casa de um paroquiano morto. Ele foi até seu acólito, deixando Hoich sozinho no templo. O homem cego então decidiu tomar um ar na varanda antes de dormir. O tempo passou e o sacerdote não retornou.

Por volta da meia noite, Hoichi ouviu passos se aproximando do portão. Alguém cruzou o jardim e avançou até a varanda. Não era o sacerdote, como inicialmente o músico imaginara: uma voz profunda chamou pelo seu nome, sem cerimônias, do jeito que um samurai chamaria seu inferior. 

— HOICHI! — disse a voz. 

— HAI! — Respondeu o homem cego, assustado pelo tom de ameaça. 

Eu sou um homem cego , não posso saber quem chama — justificou-se o músico.

Não há nada a temer. Eu fui mandado aqui com uma mensagem. Meu lorde está hospedado em Akamagaseki, com seus súditos. Ele desejava ver o local da batalha de Dan-no-ura e hoje ele visitou aquela terra. Tendo ouvido de sua habilidade em recitar a história da batalha, ele agora deseja ouvir sua performance. Então, pegue sua Biwa e venha comigo.

E assim fez o músico. Hoichi e o samurai foram até um largo portal. O homem cego pensou consigo mesmo o porquê de não se lembrar de nenhum portal desse tipo por aquelas bandas. Eles atravessaram o espaço de um jardim, subiram vários degraus e andaram por um interminável caminho de assoalho polido.

Após toda jornada, o poeta foi colocado de joelhos em uma almofada. Em seguida, ouviu a voz de uma mulher falando com ele:

Agora é requerido que a história de Heike seja recitada, acompanhada pelo som da Biwa.

Ora, o recital inteiro necessitaria muitas noites, então Hoichi fez a seguinte pergunta:

Como a história não é contada rápido, qual parte dela mais desejada que eu recite agora?

A voz da mulher respondeu:

Recite a história da batalha no Dan-no-ura.

Hoichi então levantou sua voz, entoando a canção da luta no mar amargo, maravilhosamente fazendo sua biwa soar como os remos dos navios e o zunido das flechas, os gritos dos homens pisoteados, o choque do aço sobre os elmos e o afogamento assassino da enchente.

E assim se seguiu para uma plateia, maravilhada, até que a música chegou no destino do justos e desamparados, a lamentável morte mulheres e crianças, e o salto para morte de Nii-no-Ama, com o imperador infante em seus braços. Todos os ouvintes ali choraram de angústia de forma tão intensa e alta que o homem cego ficou assustado com a violência do luto que ele provocou.

Quando os lamentos diminuíram, Hoichi ouviu o chamado da mulher.

Embora já nos fosse assegurado que você era habilidoso com a Biwa e sem um igual no recitativo, não sabíamos que alguém poderia ser tão habilidoso como você provou essa noite. Nossa lorde está satisfeito de dizer que ele quer conceder-lhe uma recompensa adequada, mas ele deseja que você se apresente para ele toda noite pelas próximas seis noites.

Hoichi então retornou ao templo pela manhã, mas sua ausência não foi notada. Tão pouco o músico disse uma palavra sobre sua aventura noturna para o sacerdote. Na noite seguinte, o mesmo samurai retornou e, assim como na primeira vez, o poeta o acompanhou. Durante a segunda visita, sua ausência foi notada e, após seu retorno, o homem cego teve sua presença convocada pelo sacerdote.

Nós ficamos preocupados, amigo Hoichi. Sair, cego e sozinho, tão tarde da noite, é perigoso. O que não está nos contando?

— Perdoe-me, meu gentil amigo! Eu tive que atender a um assunto privado e não consegui fazê-lo em nenhuma outra hora.

O sacerdote estava surpreso por Hoichi ser tão evasivo. Ele sentiu uma presença não-natural e suspeitou de algo errado. Temeu que o cego estivesse enfeitiçado ou iludido por algum espírito maligno. Ele não fez mais perguntas, mas instruiu os servos do templo para observarem Hoichi e o seguirem quando ele sair do templo.

Na noite seguinte, quando Hoichi iniciou sua jornada noturna, os servos imediatamente o seguiram. Entretanto, como era uma noite chuvosa e muito escura, antes que os servos do templo pudessem chegar à estrada, Hoichi desapareceu. Ele tinha andado muito rápido, algo incomum para um homem cego.

Os servos do templo ainda tentaram procurá-lo, mas nenhum aldeão sabia dele. Enfim se dando por vencidos, decidiram retornar ao templo pelo caminho do porto. Foi aí que todos se assustaram ao ouvir o som de uma Biwa, tocada furiosamente no cemitério de Amidaji. Exceto por alguns Oni-bi, tudo estava escuro naquela direção.

Eles descobriram Hoichi sentado sozinho na chuva, de frente para o memorial da tumba de Antoku Tenno, fazendo seu instrumento ressoar o canto da batalha de Dan-no-Ura. Atrás dele e em todo lugar acima das tumbas, os fogos dos mortos estavam queimando como velas. Nunca antes houve uma hoste tão grande de Oni-bi diante da vista dos mortais.

Após várias tentativas de chamá-lo, os servos se viram forçados a arrastar o pobre cego enfeitiçado de volta ao templo. Chegando em Amidaji, Hoichi foi novamente convocado pelo sacerdote, só que dessa vez se viu forçado a contar toda a verdade.

Hoichi, meu pobre amigo, você está em grande perigo! É muito inoportuno que você não tenha me contado tudo isso antes! Saiba que você não estava visitando nenhuma mansão, mas passando suas noites em um cemitério, entre as tumbas de Heike. Tudo o que você estava imaginando era uma ilusão, exceto o chamado dos mortos. Ao obedecê-los, você se colocou sob o jugo deles. Caso se submeta novamente, eles irão parti-lo em pedaços. 

Então Hoichi foi instruído de forma que não sucumbisse a tão terrível destino. Como o sacerdote tinha um compromisso que precisava de sua atenção, ele ordenou aos acólitos do templo que escrevessem textos sagrados por todo o corpo do músico. Além disso, o poeta teria que sentar na varanda durante a noite e permanecer imóvel.

Você será chamado, mas não importa o que aconteça, não responda e não se mova. Caso contrário, será partido em pedaços.

Quando a noite caiu, Hochi se sentou na varanda de acordo com as instruções do sacerdote. Colocou sua Biwa no assoalho ao seu lado e, assumindo uma postura de meditação, permaneceu quieto por horas. Algum tempo depois, ele ouviu passos se aproximando e, em seguida, escutou a mesma voz profunda do samurai, vindo diretamente da sua frente. “Hoichi!” a voz chamou, em tom imperioso. O homem cego segurou sua respiração e permaneceu sem movimento.

“Hoichi”, a voz soturna chamou por uma segunda e terceira vez, mas o músico permaneceu tão imóvel quanto as pedras do jardim. Por fim a voz queixou-se.

Sem resposta! Isso não vai servir. Tenho que ver onde esse cego se meteu.

Então, o poeta ouviu  o som pesado de passos sobre a varanda que pararam logo atrás dele. Após vários minutos, dos quais Hoichi sentiu o seu corpo todo tremer no ritmo das batidas do coração, uma voz ecoou perto dele.

Aqui está sua Biwa, mas do tocador de Biwa eu só vejo duas orelhas! Isso explica o motivo de não ter respondido, ele não tinha boca para tal. Não há nada mais dele aqui, exceto as orelhas… Agora, para o meu senhor, essas orelhas eu levarei como prova que seus comando eu obedeci dentro do possível.

Nesse instante Hoichi sentiu suas orelhas serem agarradas por dedos de ferro e arrancadas de sua cabeça. Grande foi a dor, mas nem assim o pobre poeta sucumbiu à tentação de gritar. Os pesados pés desceram da varanda para o jardim e depois para estrada fora do templo, quando desapareceram. Dos dois lados de sua cabeça, o homem cego sentiu uma quentura escorrendo, mas tampouco fez menção de ousar levantar suas mãos. 

Antes do nascer do sol, o sacerdote retornou. Ele se dirigiu apressadamente até a  varanda, escorregou em algo pegajoso e gritou de horror. Havia sangue pelo piso, mas Hoichi permanecia lá imóvel, com seus ferimentos ainda gotejando.

Meu pobre Hoichi! O que é isso? Você se feriu? 

Ao som da voz de seu amigo, o homem cego se sentiu seguro e então começou a chorar. Soluçando, contou sua desventura daquela noite.

Pobre Hoichi, tudo isso é minha culpa. Eu confiei no meu acólito para colocar os textos sagrados pelo seu corpo, mas ele esqueceu das orelhas! Bom, agora tudo o que podemos fazer é cuidar das suas feridas.

Hoichi eventualmente se recuperou de seus machucados. Sua estranha história se espalhou e fez dele famoso. Muitos nobres foram a Akamagaseki ouvi-lo recitar… Mas, desde de então, ele é conhecido somente pelo seu apelido: Miminashi-Hoichi, o Hoichi , o sem orelha.

Hoichi the Earless: A Classic Japanese Ghost Story | Bizarre and ...

Jikininki

Há muito tempo, quando Muso Kokushi, um sacerdote zen, estava viajando sozinho através da província de Mino, ele se perdeu em uma área montanhosa onde não havia ninguém para direcioná-lo. Ele caminhou por muito tempo até que, quando começou a perder as esperanças, achou uma daquelas pequenas habitações isoladas, chamadas de anjitsu, construídas para pregadores solitários.

Estava em ruínas, mas ainda assim era habitada por um velho sacerdote a quem Muso implorou permissão para que pudesse passar a noite ali. O senhor  rudemente recusou, mas indicou a Muso a direção de um vale onde um abrigo poderia ser encontrado.

Então, o andarilho encontrou seu caminho até uma pequena aldeia, que consistia em menos de 12 choupanas. Ele foi gentilmente recebido na residência do chefe da vila. Quatorze ou quinze pessoas estavam reunidas na sala principal no momento da chegada de Muso, mas ele foi indicado para um pequeno quarto separado, onde foi abastecido com cama e comida.

Muito cansado, ele dormiu profundamente, mas pouco antes da meia noite, foi acordado por um choro vindo do apartamento próximo. Em seguida, entrou em seu quarto um jovem carregando uma lanterna. Respeitosamente ele o saudou e disse:

Reverendíssimo, é meu duro dever contar-lhe que eu sou agora o cabeça responsável pela casa. Ontem eu era o filho mais velho, mas quando você veio aqui, cansado como estava, não quisemos embaraçá-lo de nenhuma forma. Além do mais, nós não contamos a você que meu pai havia morrido. As pessoas que você viu aqui são habitantes da vila, todas se reuniram aqui para prestar suas homenagens, que agora irão até outra vila. Nenhum de nós permanece nessa vila durante a noite depois que ocorre uma morte.

O homem jovem relatou ao sacerdote que era perigoso permanecer e que coisas estranhas aconteciam na casa onde um corpo era deixado, insistindo que achava melhor que Muso o acompanhasse também até a próxima aldeia. A isso, o andarilho respondeu:

Pela sua gentil intenção e generosa hospitalidade, eu sou grato. Contudo, lamento que você não tenha me dito sobre a morte de seu pai quando eu cheguei aqui. Por mais que eu estivesse cansado, certamente não estava cansado o a ponto de deixar de exercer meu dever como sacerdote. Caso tivesse me contado, eu teria praticado os ritos apropriados. Do jeito que é, devo executar o serviço depois que todos vocês forem embora. Ficarei com o corpo até a manhã. Não entendo ao que você se refere quando cita o perigo de ficar aqui a noite, mas não temo fantasmas ou demônios.

O jovem ficou aliviado ao ouvir a resposta de Muso e então todos partiram sua jornada. Após ter ficado sozinho, o sacerdote foi até o quarto em que o corpo repousava. As oferendas usuais estavam postas próximas ao corpo, com um pequeno lampião budista.

O monge começou os rituais funerários e meditou por várias horas. Não havia som na vila deserta, mas quando o silêncio da noite se encontrava no ápice, entrou sorrateiramente uma forma vaga e vasta. No mesmo instante Muso se viu incapaz de falar ou se mover . Ele viu a forma erguer o corpo com suas mãos e devorá-lo mais rápido do que um gato devora um rato. Começando pela cabeça ela comeu tudo: os cabelos, ossos e até a mortalha. A coisa monstruosa, tendo consumido o corpo, se voltou para as oferendas. Então, foi embora, tão misteriosamente quanto veio.

Jikininki | Wiki Schoolofmagic | Fandom

Quando os moradores retornaram pela manhã, encontraram o sacerdote os esperando no portão da casa do chefe da vila. Todos o cumprimentaram e, quando entraram e olharam para o quarto, ninguém expressou surpresa com o desaparecimento do corpo e das oferendas. 

Reverendíssimo, — disse o mestre da casa a Muso — o senhor provavelmente viu coisas desagradáveis durante a noite. Todos nós estamos contentes de ver você bem e sem ferimentos. Por favor conte-nos o que se passou durante a noite?

Muso contou para os aldeões os estranhos eventos que vivenciou e todos os presentes admitiram que os relatos do sacerdote iam de acordo com que os moradores daquelas bandas sabiam. Então Muso questionou:

O sacerdote nas colinas não faz os serviços funerários para os seus mortos?

Que sacerdote? — o jovem rebateu.

O sacerdote que ontem à tarde me indicou o caminho da vilarejo. Eu o encontrei em seu anjitsu na colina. Ele se recusou a me abrigar, mas me indicou o caminho até aqui.

Os moradores se entreolharam atônitos. Acontece que não havia nenhum sacerdote no anjitsu da colina há gerações. Ao saber disso, o andarilho, acreditou ter sido enganado por algum goblin. Depois de se despedir da vila e obter as informações necessárias para voltar à estrada, Muso estava determinado a dar uma nova olhada na habitação daquele morro, e assim o fez.

Ele achou o anjitsu sem dificuldade e dessa vez o ancião o convidou para entrar. O eremita humildemente se curvou para ele e exclamou:

Ah, estou envergonhado! Muito envergonhado!

Você não precisa se envergonhar por me negar abrigo. As direções que me deu foram úteis e os moradores de lá me trataram muito bem — respondeu Muso.

Eu não posso dar abrigo a nenhum homem e não é da recusa que estou envergonhado, mas por você ter me visto na minha verdadeira forma. Fui eu que devorei o corpo e as oferendas diante de seus olhos ontem à noite. Eu sou um Jikininki, um comedor de carne humana. Tenha piedade e ouça minha confissão sobre o motivo de eu ter sido reduzido a essa condição.

O Jikininki revelou a Muso que, há muito tempo, ele costumava ser um sacerdote ganancioso de uma região desolada. Por conta de seu egoísmo durante a vida, ele fora transformado, ao morrer, em um comedor de corpos e tem permanecido assim por todo esse tempo.

Por favor reverendíssimo, eu lhe imploro. Efetue um ritual segaki para mim. Ajude-me com suas orações. Eu lhe rogo, assim eu logo poderia escapar desse terrível estado de existência.

Assim que o eremita terminou sua súplica, ele desapareceu assim como sua habitação. Muso Kokushi se encontrou ajoelhado, sozinho na grama alta, ao lado de uma antiga tumba coberta de musgo que parecia ser a tumba do sacerdote ancião.

A lanterna de Peônia

Em uma noite escura, o samurai Ogiwara avistou uma mulher elegante carregando uma lanterna de peônia, vagando pelas ruas de Edo, atual Tóquio. Para Ogiwara, foi amor à primeira vista, e ele convidou a mulher, Otsuyu, para acompanhá -lo até em casa, onde riram, conversaram e aproveitaram a companhia um do outro. Otsuyu permaneceu lá até depois da lua ter se posto e a luz da lanterna ter enfraquecido. A bela dama se despediu do galante samurai e o deixou no raiar da manhã.

The Peony lantern and the ghost of the courtesan Otsuyu — Calisphere

Para a sorte de Ogiwara, a bela mulher retornou na noite seguinte. O samurai perdeu o interesse em qualquer um que não fosse ela. Não deixava mais sua casa e parou de se cuidar. Noite após noite, a dama com a lanterna de peônia aparecia, os dois faziam amor e ela ia embora antes do amanhecer.

Mais de vinte dias se passaram e os vizinhos do recluso samurai começaram a desconfiar que algo estava errado. Ao lado de Ogiwara vivia um sábio ancião. Em uma noite, ouvindo uma estranha risada vindo do jardim ao seu lado, o vizinho do samurai resolveu olhar por sobre o muro. Entretanto, ao invés de uma bela mulher, o ancião viu Ogiwara se entrelaçado com um esqueleto. Quando o samurai falava, o esqueleto balançava a cabeça e movia os braços e pernas. Quando a mandíbula do esqueleto se abriu, fez -se ouvir uma voz assombrada. O ancião estava apavorado.

Assim que o sol nasceu, o velho chamou por Ogiwara e avisou ao samurai que a mulher que amava era na verdade um fantasma, pedindo para que ele fosse ao um templo de uma vez. Ogiwara acatou o pedido e, chegando lá, encontrou uma sepultura com uma velha e empoeirada lanterna de peônia pendurada em cima. O sacerdote advertiu que o samurai deveria resistir a Otsuyu e, para pendurar em sua casa, deu-lhe um amuleto mágico que o manteria a salvo do fantasma. O amuleto funcionou perfeitamente e a assombração nunca mais visitou a residência de Ogiwara.

Embora ele estivesse a salvo, uma grande depressão se abateu sobre o pobre samurai, que sentia uma falta profunda de Otsuyo. Uma noite, dias depois da última visita do fantasma, Ogiwara ficou bêbado e foi até o portão do templo onde ele descobriu a sepultura de sua amada. O fantasma da bela mulher apareceu novamente para ele, nos portões do templo, e dessa vez foi ela que o levou para sua morada. Algum tempo depois, quando o Ogiwara foi dado como desaparecido, o sacerdote abriu o caixão de Otsuyo e se deparou com o seu corpo entrelaçado ao esqueleto da mulher da lanterna de peônia. 

Referencias 

Revisão: João Pedro Boaventura

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Resenha do Xiaomi Mi A3: uma aposta segura

Resenha do Xiaomi Mi A3: uma aposta segura

Há algum tempo atrás, a Xiaomi lançou um smartphone de grande orçamento no Mi A2 , mas senti que a falta de uma porta para fones de ouvido, tela com resolução baixa e um design mediano eram compromissos demais quando o Mi A2 Lite, mais acessível, tinha um valor muito melhor. A Xiaomi lançou recentemente o Mi A3 , que parece remediar muitos dos problemas que tive com o Mi A2.
Esta é a análise Xiaomi Mi A3.

Design

A Xiaomi adotou a forma de sanduíche de vidro com trilhos de metal brilhantes ao redor do Mi A3, o que faz com que o telefone pareça muito mais caro do que realmente é. O aumento da câmera foi expandido para incluir um terceiro sensor, e o flash agora reside do lado de fora do conjunto da câmera, nivelado embaixo do vidro traseiro. Esse vidro traseiro curvo também apresenta muito texto e marca na minha opinião, embora você não fique olhando para trás a maior parte do tempo.

 

O controle de volume e o botão liga / desliga residem no lado direito, com a bandeja dupla para cartão SIM / microSD à esquerda. A porta do fone de ouvido e o blaster IR ficam na parte superior, e a porta USB-C e a grade do alto-falante estão na parte inferior. A frente é bem limpa com molduras finas, a tela de 6,01 polegadas, um entalhe em forma de gota e uma câmera selfie, encaixando-se perfeitamente no espaço do orçamento.

Existem três cores: não apenas azul, mais que branco e tipo de cinza. O tipo de cinza que tenho parece executivo e inteligente, enquanto os outros são mais divertidos e se encaixam mais com o que estamos vendo dos principais fabricantes. O dispositivo em si é fácil de segurar, graças ao seu design estreito, embora escorregue de uma mesa se você não tomar cuidado, pois o vidro traseiro, embora confortável, é incrivelmente escorregadio. O controle de volume e o botão liga / desliga são táteis e sólidos, se a menor quantidade possível.

Display

A Xiaomi optou por retirar o display LCD Full HD + IPS do Mi A2 para um HD + AMOLED que chega a apenas 286ppi. Meus pensamentos são confusos, mas me inclino ao lado de concordar com a decisão deles. Embora a nitidez seja notada na tela de 6,01 polegadas, o melhor contraste, profundidade de cor e saturação da AMOLED superam os pixels ausentes para mim. O painel com resolução mais baixa também beneficia a duração da bateria do Mi A3 , o que foi surpreendentemente bom.

Para quem gasta muito tempo lendo em seus smartphones, parece que seus olhos estão um pouco desfocados ao ler sobre isso, em comparação com telas mais nítidas. Gosto do tamanho, no entanto, já que assistir vídeos é uma grande parte do que faço no meu smartphone. De qualquer forma, não é enorme, mas fica em um ótimo ponto entre o consumo de multimídia e a ergonomia.

O scanner de impressão digital na tela da minha unidade de revisão Xiaomi Mi A3 era dolorosamente lento. A Xiaomi provavelmente incluiu o recurso para mostrar que o Mi A3 pode acompanhar dispositivos premium, mas apenas em seu prejuízo. Este scanner não apenas é lento, mas também é bastante confiável. Muitas vezes, era muito mais rápido e fácil digitar meu código PIN – algo que eu sempre fazia na maioria das vezes.

Desempenho

O desempenho diário é adequado para quem o telefone é comercializado. Navegar nas mídias sociais, assistir a vídeos do YouTube e fazer compras em sites como Amazon e eBay são fáceis neste dispositivo. Com um chip de médio alcance , eu esperava desempenho de médio alcance, e foi exatamente isso que obtive.

Jogar no Real Racing 3 foi tranquilo, mesmo que não parecesse fantástico, devido à tela de baixa resolução. Um grande problema surgiu quando tentei jogar Fortnite no Xiaomi Mi A3. Não me deixou passar pela tela (abaixo) que me dizia que a GPU não era suportada. Isso foi uma surpresa, porque o PUBG definiu minhas configurações para o máximo com base nas minhas especificações. Não apenas isso, mas o PUBG foi executado sem problemas, apesar dessas configurações. Não tenho certeza se isso tem a ver com o lançamento relativamente recente do 655 ou talvez um problema com a Epic Games , mas os jogadores do Fortnite sejam avisados!

Uma das áreas que ficou notavelmente lenta, no entanto, foi o aplicativo da câmera . A troca de modos e a captura de fotos eram muito lentos, dificultando a captura da foto que eu queria se estivesse em uma corrida ou se tivesse um assunto em movimento.

Bateria

4,030mAh

Carregamento rápido de 18W

Quando você considera a tela de baixa resolução, a bateria grande e o SoC moderno , não é difícil ver por que o Mi A3 oferece uma boa duração da bateria. Consegui facilmente um dia inteiro de uso com este telefone, principalmente para navegar nas mídias sociais e assistir a vídeos do YouTube.

 

O Mi A3 oferece boa duração da bateria.

A tecnologia de carregamento deste telefone é sobre o que esperávamos. Quase todos os telefones hoje em dia têm algum tipo de carregamento rápido, e o Xiaomi Mi A3 suporta carregamento de até 18W. Na caixa, você recebe um tijolo de 10W e fica limitado. Você pode comprar um carregador de 18W separado, se achar necessário.

Câmera

Traseira:

48MP primário, em f /1.79

Grande angular de 8MP, em f /2.2

Sensor de profundidade de 2 MP, em f /2,4

Frente:

32MP, em f /2.0

 

Eu realmente gosto da configuração da câmera do Mi A3 , considerando o custo do telefone. Temos uma lente grande angular , que é super útil para locais apertados e ângulos únicos, juntamente com os sensores padrão e de profundidade. Os resultados são impressionantes pelo preço, mas nada de impressionante. O Mi 9T , que é apenas um pouco mais caro, adiciona uma telefoto para ainda mais flexibilidade.

Esta câmera gosta de enfatizar certas cores em qualquer imagem. Não é necessariamente realista ou natural, mas isso sem dúvida contribui para uma experiência de visualização mais agradável.

 

O HDR é muito bom quando você considera o preço do telefone, embora a maioria dos celulares possua um bom HDR atualmente. Descobri que fotografar sob luz solar intensa não era um problema para o Mi A3, onde o telefone do ano passado teria tropeçado.

As fotografias noturnas e as fotografias com pouca luz foram complicadas para o modesto Mi A3. O dispositivo lutou com o ruído e com o processamento de várias exposições. Achei que a perda de clareza, nitidez e detalhes eram questões particulares. Além disso, o modo de disparo noturno levou um bom tempo para processar minhas imagens.

Usar o modo noturno para obter mais detalhes e alcance dinâmico em condições mais leves é uma boa ideia e algo que eu costumava usar no meu tempo com o dispositivo. Isso parecia aumentar artificialmente o contraste, o que gostei bastante nesta foto da minha bicicleta, mas não serve para todos os ambientes.

O modo retrato faz um trabalho muito ruim na detecção de bordas e na rolagem do foco. Vemos aqui que minha camiseta está sendo atacada pelo falso bokeh, e a placa à direita está em foco, apesar do forte borrão na área abaixo dela.

O vídeo, a 4K 30fps, não é incrível no Mi A3. A estabilização da imagem deixa as imagens bastante instáveis se você estiver andando ou correndo enquanto estiver gravando um vídeo. A mudança na exposição entre ambientes claros e escuros foi bem rápida. A nitidez e a qualidade do vídeo em si são muito boas em 4K, mas a câmera lenta a 240fps perde muita fidelidade visual.

Programas

 

Android 9 Pie (atualização do Android 10 disponível a partir de fevereiro de 2020)

Android One

O Mi A3 roda o software Android One do Google , que inclui atualizações mais rápidas e suporte mais longo, mas perde aplicativos personalizados e recursos extras. Como ter um conjunto de hardware básico, mas seguro, requer um software limpo e suave , acredito que o Android One é uma boa combinação para o hardware.

 

O Android 9 Pie é a plataforma abaixo do Android One, mas a Xiaomi prometeu que os usuários do Mi A3 receberão a atualização do Android 10 a partir de fevereiro de 2020. O uso desse software também é um bom presságio para a longevidade, já que um sistema operacional menos inchado tem menos chances de diminuir a velocidade Tempo.

Áudio

Conector de áudio de 3,5 mm

Bluetooth 5

Fiquei incrivelmente impressionado com a experiência de áudio do Mi A3. A porta para fones de 3,5 mm , situada na parte superior do dispositivo, é brilhante. O som claro e nítido que entrava nos meus fones de ouvido era uma lufada de ar fresco em comparação ao espaço smoggy do Bluetooth no qual os principais usuários foram encurralados.

O alto falante oferece muito mais profundidade do que outros de seu tipo.

O alto falante é surpreendentemente bom. Possui muito mais precisão e profundidade em comparação com a maioria dos outros, criando uma experiência agradável de assistir a vídeos quando você está sem os fones de ouvido . Fica bastante alto e é suficiente para compartilhar quando você deseja assistir a um vídeo com um amigo.

 

Custo benefício

Temos recursos físicos, como um blaster IR, uma câmera grande angular, uma porta para fones de ouvido e um scanner de impressões digitais no display por uma fração do custo dos principais telefones.

Um dos principais concorrentes neste mercado, o Galaxy M20 , não chega nem perto do Mi A3 em termos de recursos ou qualidade da câmera. Da mesma forma, o Nokia 7.1 carece de duração e desempenho da bateria em comparação com o Mi A3.

O Mi A3 é um ótimo negócio para quem deseja uma experiência semelhante ao estoque do Android a um orçamento. Combinado com uma câmera de 48MP, leitor de impressão digital na tela e uma bateria decentemente grande, o Mi A3 é um pacote decentemente equipado que fica um pouco aquém do Redmi Note 7 Pro . 

Revisão do Xiaomi Mi A3: o veredicto

O Mi A3 é uma aposta segura para quem procura um smartphone barato e alegre que vem com todos os recursos certos e sem problemas. Não é emocionante, interessante ou excessivamente incrível, mas funciona. Por algum reais, é exatamente isso que as pessoas estão procurando.

 

Aqui na Mi Curitiba você consegue comprar seu Mi A3, ligue agora ou nos mande uma mensagem que levamos até você.

Celulares e Acessórios Xiaomi só aqui, na Mi Curitiba!

 

Fonte: https://www.androidauthority.com/

 

 

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Isekai Quartet tem 3ª temporada anunciada!

Com o final do último episódio de Isekai Quartet, foi anunciando que uma nova temporada está sendo produzida para o anime. O anuncio foi feito dentro do próprio episódio, e mostra uma placa com a noticia.

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Vídeo do episódio.

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Fonte: A.I.R, Twitter da obra

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BOFURI #12 — Impressões finais

E terminou o anime da menina do escudo, com confirmação de segunda temporada e, pelo menos ao meu ver, com um saldo bem positivo.

Já peço desculpas aos leitores pelo o atraso deste texto, é que eu estava sem internet na semana passada, mas enfim, vamos ao que interessa, que é falar desse bom fechamento do anime.

A imagem em si já deixou claro a season 2 logo no fim do ep hehe

A Maple derrotou o Payne aos “trancos e barrancos”, mas derrotou. Aquele gancho deixado pelo episódio 11 realmente me empolgou, mas eu já imaginava que a Maple não iria morrer ali, exatamente pela skill “guardião robusto” que a permite ficar de boa com 1 de HP.

Entretanto, isso não me deixou menos empolgado com a luta, que foi em si bem chamativa e interessante, assim como a batalha da Maple contra os imperadores das chamas no penúltimo episódio.

Na hora que a Maple soltou o Counter e o Payne revelou que tinha a mesma skill (guardião robusto) eu fiquei chocado, e, por pelo menos um segundo, a ideia de queda da Maple me veio a mente.

E esse conceito da luta duradoura entre dois “monstros” foi realmente empolgante. Afinal, eu tinha me esquecido completamente de que a Maple podia virar realmente um monstro. A luta e a expectativa me prenderam tanto que ainda fui pego de surpresa quando ela virou o jogo de forma definitiva.

Esse é o saldo positivo dessa a luta. Deu a lógica? Deu, a Maple venceu, porém, o caminho para vitória foi complicado, e ela quase foi derrubada; ótimo ponto para o enredo da obra como um todo aí.

Quanto a estratégia adotada pelo pessoal da Kaede depois? Está aí outra surpresa. Imaginei que após uma complicada luta contra Payne e companhia eles fossem simplesmente dar um tempo no evento, contudo, decidiram sair destruindo o máximo de guildas possíveis.

O que fico contente é que mostrou, mais uma vez, que não é só a Maple que pensa em boas estratégias no anime, afinal, essa ideia foi proveniente de Sally e Kanade.

A propósito, falando em Sally e estratégias, a de apoiar o pessoal da Mii foi realmente interessante, mais importante que isso foi ver que as três principais guildas do jogo estavam com o mesmo pensamento e meio que se “juntaram” ali com um objetivo em comum.

Com a segunda temporada vindo por aí, não consigo deixar de imaginar esses três grupos trabalhando juntos contra uma ameaça em comum: seja um boss ou seja outra guilda impossível de lidar.

Quando se tem a Maple, o Payne e a Mii você basicamente forma os Vingadores de BOFURI, então que venham muitas colaborações desse pessoal mais para frente. Sally e Frederica é outra dupla que eu realmente queria ver agindo, acho a sinergia da rivalidade delas ótima, e as vejo como uma dupla de potencial muito forte.

Mais confraternizações como essa, por favor! ~

No fim, tivemos a conversa dos GM’s na qual eles decidiram não nerfar a Maple. Achei interessante a decisão e a justificativa deles, afinal, você ter uma meta a ser alcançada dentro do jogo realmente motiva outros players, então não foi algo de todo ruim.

A parte que eu achei mais engraçada foi a Maple falando que “só estava jogando normalmente”, o que é de fato verdade e hilário, já que a maioria das skills dela foram arrumadas por sorte e acasos.

Em linhas gerais, gostei muito do episódio, e estou empolgado para a segunda temporada agora. Acho que o anime cumpriu bem a sua proposta, e até me surpreendeu em alguns pontos.

Rápida resenha sobre o anime como um todo

BOFURI nunca procurou ser sério. Desde o inicio, o anime se apresentou de uma forma simples e divertida, e isso foi o que me atraiu na obra. O enredo proporciona um entretenimento muito agradável, algumas situações são facilmente previsíveis, mas os meios utilizados para fazê-las acontecer é que diferenciaram o anime.

Tivemos bom timing cômico, visto que a obra foi dirigida por dois diretores provenientes de comédia. Além disso, tivemos episódios com cenas muito inspiradas e cortes de animação realmente muito bons, e só o fato da obra não ter sido “full” apresentação de slide já é um grande avanço.

Como diriam os players… “o que importa é que a Maple é fofa” ~

Os dois últimos episódios e os confrontos finais do anime me fizeram vê-lo de uma forma ainda melhor. Foram combates que tivemos resultado óbvios, mas com um caminho totalmente empolgante e construído de forma imprevisível.

Em outras palavras, BOFURI cumpriu, ao menos para mim, o papel fundamental de uma obra audiovisual: entreteve. Como eu iniciei a obra despretensiosamente, tudo acabou sendo uma grata surpresa para mim.

Ainda acho que ele deixa uma falha narrativa no que diz respeito aos outros personagens da guilda (julgo que só a Maple e a Sally tiveram um desenvolvimento a mais), mas isso não apaga os bons momentos do anime.

Para você que gosta de animes com uma boa energia, este certamente é uma boa recomendação.

Nota do redator para o anime: 7.8/10

Extras

Por um momento, o Payne virou a Altria Pendragon hauhauah ~
Tá achando que a vida é só jogar, minha filha?!
O grupo do doutor Estranho antes do Thanos chegar kkkkk

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To Your Eternity – Anime do mangá da autora de Koe no Katachi ganha trailer e detalhes da staff

O site oficial da adaptação em anime de Fumetsu no Anata e (To Your Eternity) liberou um primeiro trailer para a obra. O vídeo faz uma apresentação da história e de alguns personagens que fazem parte da trama. O anime tem previsão de estreia para outubro desse ano.

Staff

  • Diretor: Masahiko Murata (Naruto Shippūden, Baby Steps)
  • Adaptação do roteiro: Shinzou Fujita (Shin Megami Tensei Devil Children, Duel Masters Cross)
  • Design: Koji Yabuno (Space Brothers, Naruto Shippūden: Blood Prison)
  • Estúdio: Brains Base (Durarara!!!!, Spice & Wolf, In/Spectre)

A história acompanha uma entidade alienígena desconhecida capaz de assimilar criaturas mortas e se transformar nelas. Inicialmente ela começa com um lobo, que faz amizade com um garoto que vive sozinho em uma região gélida. A partir de então, a criatura começa a aprender mais sobre a vida, e tudo mais que envolve ela, como sentimentos de perda, alegria, tristeza e até mesmo a raiva.

Fonte: ANN

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Maiko-san Chi no Makanai-san – Mangá culinário vencedor de prêmio vai ter anime

O canal de televisão NHK anunciou a produção de um anime para o mangá Maiko-san Chi no Makanai-san. O vídeo de anuncio apresenta um pouco do contexto da história e das personagens que fazem parte da obra. O anime ainda não tem uma previsão de estreia, nem detalhes do estúdio e staff responsáveis.

O mangá foi vencedor do 65º Shogakukan Manga Awards, na categoria de melhor Shounen.

A obra acompanha uma garota que vive em uma bairro de geishas, em Kyoto.  Após falhar em ser uma Maiko (aprendiz de geisha), a garota decidiu começar a trabalhar como cozinheira em uma das pensões onde as geishas vão descansar. A história mostra o dia a dia dela, e a sua relação com as demais garotas, em especial, com sua amiga que conseguiu se tornar uma Maiko.

Ps: O vídeo está com problemas para ser colocado no texto, então acessem por aqui para ver pelo Youtube.

Fonte: ANN

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Companhia da Arábia Saudita anuncia anime com estúdio de Dragon Ball

A Manga Production, companhia de entretenimento da Arábia Saudita, anunciou uma parceria com o estúdio Toei Animation (Dragon Ball Z, One Piece) para a produção de um anime baseado na cultura do país.

A obra se chama Future’s Folktales (Asatir: Mirai no Mukashibanashi), e deve chegar no dia 4 de abril com 13 episódios já confirmados. Os detalhes da staff não foram liberados.

O anime se passará na cidade de Riyadh, em 2050, e acompanhará um senhora que conta história sobre o folclore da Península Arábica para os seus netos.

Fonte: ANN

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