Semana com algumas estreias, como o novo volume de Mahouka Koukou no Rettousei, Osananajimi ga Zettai ni Makenai Love Comedy e Maou Gakuin no Futekigousha.
Título
Ranking
Vendas da semana
Vendas totais
Zoku Mahouka Koukou no Rettousei: Magian Company
01
33,384
33,384
Tensei Shitara Slime Datta Ken Vol. 17
02
18,082
86,074
Osananajimi ga Zettai ni Makenai Love Comedy Vol. 5
03
10,011
10,011
Yakusoku no Neverland: Senyuu-tachi no Record
04
9,394
25,467
Maou Gakuin no Futekigousha: Shijou Saikyou no Maou no Shiso, Tensei shite Shison-tachi no Gakkou e Kayou Vol. 8
05
7,140
7,140
Re:Zero kara Hajimeru Isekai Seikatsu Vol. 24
06
5,808
39,820
Kimetsu no Yaiba Kaze no Michishirube
07
5,764
526,533
Knights & Magic Vol. 10
08
4,776
23,294
Kimetsu no Yaiba Shiawase no Hana
09
4,277
993,838
Kimetsu no Yaiba Katabane no Chou
10
3,986
164,964
Capas das Light Novels do ranking
Zoku Mahouka Koukou no Rettousei Magian Company.
Osananajimi ga Zettai ni Makenai Love Comedy. Já teve anime anunciado.
Maou Gakuin no Futekigousha. Anime terminou na temporada passada.
Se as estimativas de arrecadação do filme de Kimetsu já estavam ótimas, os valores reais são ainda melhor. A Famitsu divulgou recentemente que o filme fez 4,62 bilhões de Ienes (43 milhões de Dólares) em seus 3 primeiros dias de estreias, superando com tranquilidade muitas das grandes estreias do Japão.
O sucesso do filme é tão monstruoso que apenas na sua estreia fez 1,26 bilhões de Ienes (12,03 milhões de Dólares), se tornando a maior bilheteria em um dia da semana na história do Japão.
O segundo dia do filme rendeu 1,70 bilhões de Ienes (16,14 milhões de Dólares), enquanto que o terceiro fechou com 1,65 bilhões de Ienes(15.67 milhões de Dólares), fazendo com que Kimetsu no Yaiba tenha arrecado mais que o dobro das bilheterias somadas dos dois últimos super sucessos do cinema, Tenki no Ko e Kimi no Na Wa (os dois juntos fizeram 2,91 bilhões de Ienes em 3 dias).
O site oficial da adaptação em anime de Horimiya liberou um novo trailer para a obra. O vídeo dá um pouco mais de detalhes da história e apresenta dois novos personagens. O anime tem previsão de estreia para janeiro de 2021.
Staff:
Diretor: Masashi Ishihama (Shinsekai yori)
Roteiro adaptado : Takao Yoshioka (Shigatsu wa Kimi no Uso, WORKING!!)
Designer adaptado: Haruko Iizuka (Ensemble Stars!, Inu × Boku SS)
Music: Masaru Yokoyama (Shigatsu wa Kimi no Uso)
Estúdio: CloverWorks (Darling in the Franxx, Bunny Girl)
A obra já havia recebido 4 OVAs entre 2012 a 2018 adaptando a versão webmangá da história. A nova adaptação irá ser baseada no mangá licenciado na revista, com mais detalhes e um enredo mais elaborado.
A história acompanha Kyouko Hori, uma garota conhecida por ser uma aluna gentil e exemplar, mas que esconde o fato de ter que cuidar de seu irmão e fazer os deferes de casa por conta do trabalho de seus país.
Certo dia, Hori acaba por se encontrar com Izumi Miyamura, um garoto tímido de sua sala. Para sua surpresa, diferente do que aparenta ser, Miyamura tem dificuldades em estudar, e esconde várias provas da sua época de rebeldia, como piercings e tatuagens pelo corpo.
Através desse inesperado encontro – onde cada um pode mostrar um pouco do lado que esconde – os dois começam uma amizade, que aos poucos vai se transformando em algo maior.
O site oficial da adaptação em anime de Kai Byoui Ramune (Dr. Ramune Mysterious Disease Specialist) liberou o primeiro trailer para a obra. O vídeo apresenta um pouco da história e dos personagens do anime. A obra tem previsão de estreia para janeiro de 2021.
Staff
Diretor: Hideaki Oba (Gekijou-ban Heart no Kuni no Alice – Wonderful Wonder World, Denkō Chō Tokkyū Hikarian – Lightning Attack Express)
Roteiro: Ayumu Hisao (Devils’ Line, Kono Oto Tomare!: Sounds of Life)
Design: Youko Satou (7SEEDS, Dog & Scissors, Saiyuki Reload Blast)
Estúdio: Platinum Vision (Devil’s Line, Kono Oto Tomare!)
Sinopse Oficial:
Enquanto corações existirem dentro das pessoas, sempre haverá alguém sofrendo. E então alguma coisa “estranha” entra na mente delas, causando a manifestação de uma doença igualmente estranha em seus corpos. A doença, chamada apenas como “doença misteriosa”, é desconhecida por muitos, mas ela certamente existe. E há um médico e seu assistente que combatem essa doença que a medicina moderna não consegue curar. O nome desse médico é Ramune. Ele é libertino, desbocado e nem ao menos parece ser um médico! Entretanto, quando ele está combatendo a doença misteriosa, Ramune é capaz de descobrir prontamente a raiz do sofrimento no âmago de seus pacientes e curá-los. E ele vai além disso…
Marcelo: Ajudando a Sirlene bater o recorde do Goku de mais vezes voltando dos mortos, hoje viemos falar de um jogo que está chamando bastante atenção nos últimos tempos. Genshin Impact.
Sirlene: Olá, eu sou o Go… quer dizer, a Sirlene, trazida dos vales da sombras eternas pelo poder de vício Impact!!!
Marcelo: Ressuscitações devidamente feitas, vamos falar desse belo jogo, que surgiu no final de setembro e se tornou a febre do momento, trazendo uma mistura entre os tradicionais RPGs e o estilo anime.
Um novo mundo para brincar.
Sirlene: Genshin Impact foi uma das maiores surpresas desse final de ano, com um design e jogabilidades claramente inspiradas em Zelda, o jogo multiplataforma com elementos gachas agradou bastante os otakinhos pelo seu belíssimo conteúdo gratuito.
Marcelo: Uma das coisas que mais me chamou atenção, sem sombra dúvidas, foi essa pegada. Sempre achei Zelda interessante (Breath of the Wild em especial), mas não podia jogar. Genshin veio como esse chamariz e de quebra ainda trouxe outras mecânicas interessantes, como o uso de reações elementais, sets de equipamentos e um mundo totalmente explorável.
Sirlene: Para fãs de JRPG, Genshin traz velhas mecânicas com roupagens novas, as combinações de ataques elementais e os efeitos possíveis dessas combinações é algo que deixou o jogo bem divertido e dinâmico.
Marcelo: Para mim essa revitalização, digamos assim, do uso dos elementos foi de longe o que mais me agradou. Ao invés do tradicional “água ganha de fogo”, você precisa pensar em todas as interações dos elementos. Então, se quer congelar ou eletrocutar o inimigo, precisa primeiro encontrar uma forma de deixá-lo molhado, para então usar o elemento eletricidade ou gelo.
Isso criar uma combinação estratégia muito legal, não só para enfrentar os bosses, como também para pensar na formação da sua própria equipe, já que usar um elemento sem pensar também pode trazer desvantagens para você.
Sirlene: Digamos que Genshin é um mundo de fantasia que usa um pouco mais de física, afinal, você tem a magia, mas não consegue gerar nada do absoluto vazio, como bem explanado pelo Marcelo, se você quer determinado efeito, tem que pensar em como gerar este efeito.
Marcelo: Outra coisa em que os elementos também são bem utilizados, é na dita exploração. Ao longo da sua jornada pelo mundo de Teyvat você vai se deparar com alguns quebra-cabeças, mecânicos e coisas do tipo que precisam ser ativados para dar acesso a baús e recompensas.
Boa parte deles envolve ter que aplicar os efeitos de elementos corretos, o que, novamente, faz com que a variação seja a chave para fazer muita coisa em Genshin.
Sirlene: Eu também achei este uso dos elementos na exploração algo que tornou a jogatina bastante prazerosa. Por exemplo, você pode usar Cryo (gelo) para fazer uma ponte e atravessar um lago solidificando Hydro (água) ou usar Geo (terra) para criar um suporte ao escalar uma montanha muito alta, evitando assim que você despenque para morte por falta de estamina.
Fazendo de tudo um pouco.
Marcelo: Em resumo, a exploração de Genshin é algo muito divertido, onde você sempre encontra algo novo pelo caminho, sejam essas interações com o ambiente através dos elementos, ou decidindo arrumar briga com inimigos para pegar um item.
Sirlene: Para amantes de exploração, coisas para fazer no inicio do gameplay é que não faltam. O mapa de Genshin é imenso e totalmente desconhecido para o viajante (jogador). Você vai abrindo e descobrindo mais sobre a geografia e história do mundo enquanto se aventura e ativa as estátuas dos setes e os pontos de teleporte.
Marcelo: Falando um pouco dos mapas, e já aproveitando para adicionar algo que me surpreendeu bastante, eu diria que o tamanho dele é quase surreal. Lembrando que a gente está falando de um jogo com versão para mobile, então abrir a tela do mapa e ver que existem várias regiões ali (sete ao todo confirmadas até agora) é incrível.
Claro, ainda tem muitas coisas que estão bloqueadas para serem liberadas em futuras atualizações, mas só de imaginar que toda a região escura do mapa tem cidades, planícies, montanhas, desafios, já te faz ficar empolgado para explorar mais.
Sirlene: Com toda a certeza. Para um jogo multiplataforma, o tamanho da área de exploração é realmente impressionante, são locais tão amplos e gigantescos quanto áreas de mmorpgs como World of Wacraft e The Elders Scrolls Online. Mas não apenas o tamanho do mapa, o design do jogo em geral é deslumbrante, tudo feito com cuidado e com minuciosidade para te garantir realmente a sensação de se aventurar por um mundo diversificado e completamente novo.
As duas regiões iniciais de Teyvat são diferentes entre si, não só geograficamente, mas culturalmente, como explanado por Marcelo, o jogo pretende apresentar sete regiões, cada uma delas inspirada em uma cultura ligada a um dos Sete Arcontes.
Gráficos de qualidade.
Marcelo: Eu já perdi as contas de quantas vezes simplesmente fiquei parado olhando o pôr do sol ou alguma outra paisagem dentro do jogo. O ambiente é lindo demais, e o Cel shading (estilo anime para os íntimos) é muito bem usado para deixar tudo mais chamativo.
Os desenvolvedores já adiantaram que cada uma das regiões vai ser inspirada em um(a) elemento/cultura/país, então acredito que, com o passar do tempo, teremos a oportunidade de ver lugares ainda mais incríveis dentro do jogo.
Sirlene: Agora, explanando um pouco da história do jogo, para os amantes de narrativas complexas, cheias de tons variados, quebras de expectativas, etc, ela é uma… fantasia extremamente simples. Genshin é formulado no molde clássico de jornada do herói, mas com um roteiro bem feito. Como eu explano, não precisa ter algo complexo para ser algo bom, desde que os elementos apresentados na história façam sentido e se justifiquem.
Marcelo: Uma das primeiras coisas que pensei quando comecei a ver um pouco mais da história foi em Avatar (o da carequinha, não os gigantes azuis). A proposta não é igual, mas a jornada em busca de ter contado com as diferentes civilizações doutrinas em um elemento, e a possibilidade do protagonista aprender o mesmo, acaba fazendo ser uma jornada divertida de acompanhar.
Como a Sirlene bem falou, a história não é complexa, mas é competente em entregar essa ideia de explorar um novo mundo e aprender mais sobre as pessoas daquele lugar.
Ainda tem várias cutscenes boas.
Sirlene: Como Marcelo bem apontou, a jornada do viajante é semelhante a jornada de Aang, desperto em um mundo vasto, inocente e totalmente ignorante as diferentes forças a sua volta, mas que precisa amadurecer e em determinado ponto, provavelmente, tomar uma decisão difícil que não comprometa a sua essência como personagem.
Marcelo: Uma coisa que gostei bastante em relação ao mundo do jogo, é que ele consegue construir bem a mitologia de Teyvat, não só pela história principal, mas como também pela exploração do mapa.
Existe uma diferença bem visível no comportamento dos NPCs de cada região, onde em Mondstadt você tem pessoas mais “de bem com a vida”, já que a filosofia do Deus do vento envolve liberdade, enquanto que em Liyue você tem um conceito quase brutal sobre comércio, já que o Deus da terra fundamentou tudo em cima dessa relação de mercado.
Sirlene: Mondstadt é a região ligada à ameno (vento), que sopra na direção que deseja. Seu arconte, Barbatus, defende piamente o princípio de livre arbítrio. Mesmo sendo um “deus”, Barbatus deixa os habitantes de sua região tomarem a decisão sobre o futuro de sua civilização, ou seja, ele abençoa e empresta seus poderes aqueles que o seguem, mas não é babá de ninguém, então tudo que acontece é consequência de uma ação ou escolha de Mondstadt e não uma punição divina ou vontade de seu deus.
Marcelo: Esse tipo de diferença de cultura você percebe mais parando para falar com os cidadãos de cada cidade, que mesmo parecendo genérico, muitas vezes tem mais a oferecer.
Em Liyue, a cidade dos negócios, você sempre encontra pessoas procurando oportunidades de lucrar, além de que, diferente de Mondstadt, o Deus de lá é presente, e rege a região.
Os NPCs tem uma devoção quase cega por ele e, diferente do cidadãos de Mondstadt, que não se preocupam muito em prestar respeito, às pessoas de Liyeu se dedicam a rituais, cerimônias e festivais culturais em nome do Deus de Geo.
Vale a pena parar para conhecer as cidades.
Sirlene: Contudo, nem tudo são flores em Genshin Impact, começando por algo que me preocupa bastante em relação ao futuro do jogo, o gacha. Apesar de você poder ter uma diversidade de personagens, cada um ligado a um elemento e com habilidades diferentes, Genshin sofre o mal de Fate Go. Tudo depende do deus sorte ou do deus dinheiro.
Basicamente, o seu desempenho no jogo vai estar ligado a equipe que você monta e dependendo da sua sorte… sua vida vai ser mais difícil.
Marcelo: Pensei que nunca iria achar um jogo com chances piores que as de Fate/Grand Order, mas cá estamos nós. Genshin é realmente punitivo quando se trata de gacha. Além de você ter que disputar os personagens com as armas, as chances de vir algo de raridade alta são muito baixas, o que ligado a falta de recursos para ficar fazendo os famosos rolls, pode te frustrar facilmente se não tiver sorte.
Sirlene: Então a chance do jogo acabar indo para o caminho do esquecimento, e perder muitos jogadores com o tempo, é grande dependendo do tamanho da ambição da Mihoyo. No início da jogatina você ainda consegue ter materiais e dar alguns rolls, mas como explanado pelo Marcelo, na medida que você vai terminando a main quest, seus recursos se tornam cada vez mais difíceis de serem obtidos.
Mas não se desespere, meu caro otakinho, se você não querer ser o top jogador com a melhor equipe do jogo, todos os personagens são utilizáveis e você consegue montar uma equipe razoável para farm e progredir com eles, mas tenha em mente que sem dinheiro, tu não tem o melhor do jogo.
Marcelo: O que é uma pena, já que todo mundo quer ter sua waifu/husband sem muitas dores de cabeça.
De qualquer forma, outra coisa que me incomodou um pouco no jogo foi a progressão dentro dele, principalmente nos ranks de aventureiro intermediário, já que, sem evoluir essa “credencial”, você acaba limitado a certas coisas, como por exemplo, o multiplayer, que só aparece lá no rank 16, levando um tempo considerável para conseguir desbloquear.
Sirlene: Como explanado pelo amigo Marcelo, muitas áreas de farm do jogo, incluindo as famosas masmorras, são bloqueadas pelo seu rank de aventureiro, sendo que diversos materiais para upgrade de armas e personagens são obtidas apenas nesses lugares, o que acaba te forçando a ter que farmar pelo mapa para upar ranks, contudo, com o término das sides quests e da main quest, a “upagem” do rank vai se tornando mais lenta, criando o mal de jogos do gênero: O grind infinito e a xp do grind de Genshin impact é… ridícula?
Se prepare para alguns dias de farm antes de ver o próximo capítulo da história.
Marcelo: Considerado o valor que pede, sim, as quantidades são bem baixas. Além disso, as masmorras também precisam de resina, uma espécie de energia necessária para ter acesso aos itens que os bosses dropam.
Como a recarga delas é muito lenta, e o número de itens para reabastecer não é dos maiores, chega em um ponto do jogo em que você basicamente entra para matar três bosses e sair, e isso acaba quebrando um pouco daquela empolgação, já que mesmo podendo caçar inimigos pelo mapa, isso não dá a mesma sensação de retorno que completar uma quest, por exemplo.
Sirlene: Então, apesar do mundo ser bem construído e ter mecânicas de combate interessantes, Genshin Impact ainda precisa ajustar muitas coisas para que a vida da obra seja estendida e não seja apenas uma febre do momento.
Os desenvolvedores precisam ser mais generosos ou se não, novamente, teremos mais um jogo chines limitado ao oriente, porque o ocidente possui seus padrões e nenhum gamer ocidental que preze seu bolso ama pagar absurdos para ter progresso em seu joguinho.
Marcelo: São coisas simples que podem ser resolvidas em algumas atualizações que, felizmente, já estão sendo planejadas pela desenvolvedora, então é torcer para ela ouvir mais os jogadores e ajeitar o que realmente precisa.
Sirlene: Todos torcemos, afinal, o jogo é competente e pode ter um bom futuro, desde que seja bem administrado, então, que os próximos arcontes nos guiem por nossa jornada por Teyvat.
Marcelo: Se Venti quiser, estaremos explorando muito mais coisas nesse jogo que pegou bastante gente de surpresa.
Trailer com a prévia das novas regiões e personagens representantes de cada
Para quem tem curiosidade, a versão mobile não deixa em nada a desejar em comparação com a de PS4/PC. A Mihoyo faz um trabalho incrível de otimização, e o fato de você poder jogar no mesmo servidor que as demais plataformas, faz com que seja bem acessível juntar os amigos e se divertir no jogo.
Pouco antes de completar dois dias de estreia no Japão, foi reportado que a estimativa atual de arrecadamento do filme de Kimetsu no Yaiba está perto de 2.3 bilhões de Ienes (22 milhões de Dólares ou 124,3 milhões de Reais).
Considerando a pandemia, e as restrições de 50% do público que os cinemas poderiam aplicar, caso decidissem permitir o consumo de alimento no interior do local, a estreia do filme foi absurdamente alta, marcando mais uma conquista para a já extensa lista de Kimetsu no Yaiba, que se continuar nesse ritmo pode entrar para o top 10 maiores bilheterias do cinema japonês.
O criador do mangá de Rikei ga Koi ni Ochita no de Shoumei shitemita (Science Fell in Love, So I Tried to Prove It) anunciou em seu twitter que uma segunda temporada para o anime está em produção. Ele divulgou uma ilustração dos personagens, enquanto que o site oficial da obra liberou um visual.
Ilustração do autor
Visual liberado no anuncio
A história acompanha Ayame Himuro e Shinya Yukimura, um casal de cientistas apaixonados que tentam provar o que sentem através de experimentos.
O site oficial da adaptação em anime de Jaku-Chara Tomozaki-kun liberou o primeiro trailer para a obra. O vídeo traz uma apresentação rápida dos personagens e alguns textos sobre a história. O anime tem previsão de estreia para janeiro de 2021.
Staff
Diretor: Shinsuke Yanagi (Angel’s 3Piece, Ryuo no Oshigoto!)
Adaptação do roteiro: Fumihiko Shimo (Ryuo no Oshigoto!, Musaigen no Phantom World )
Design: Akane Yano (Ryuo no Oshigoto!, Choujin-Kokoseitachi wa Isekai demo Yoyu de Ikinuku Youdesu!)
Compositor musical: Hiromi Mizutani (Non Non Biyori, Shomin Sample)
Estúdio: Project No.9 (Netoge no Yome wa Onnanoko ja Nai to Omotta?, Choujin-Kokoseitachi wa Isekai demo Yoyu de Ikinuku Youdesu!)
A história acompanha um gamer que é o top 1 do Japão, mas revoltado com a vida cotidiana por considerá-la como um “jogo ruim”. Certo dia, uma garota de seu colégio, que é tão boa em jogos quanto ele, declara que: “a vida é um ótimo jogo, se você souber como jogar”. A partir daí a garota começa a ensiná-lo.
O último volume do mangá de Shadow House anunciou que uma adaptação em anime está sendo produzida para a obra. Os detalhes da staff não foram divulgados, mas o autor lançou uma ilustração animada para comemorar o anuncio.
A história acompanha uma empregada chamada Emilyko, que por mais que se parece exatamente como uma garota comum, em verdade, é uma boneca animada. Ela serve a família Shadow, onde os membros são sombras misteriosas que vagam pela casa. Sua função é estar ao lado de Kate Shadow, e aprender tudo o que puder para servir adequadamente sua mestra.
Nota do redator (Marcelo): Esse mangá é muito bom. Tem um clima leve de slice of life, mas ao mesmo tempo tem uma tensão de mistério sobre a origem das sombras, e o uso das bonecas, que faz você ficar muito curioso para saber mais da história, fora que a todo momento a obra faz sugestões pesadas sobre como a mansão funciona de verdade.
O site oficial da adaptação em anime de Seiin Koukou Danshi Volley-bu (Seiin High School Boys Volleyball Club) liberou um novo trailer para a obra. O vídeo traz alguns novos detalhes da história e apresenta um pouco dos personagens. O anime tem previsão de estreia para janeiro de 2021.
Staff
Diretor: Yasuhiro Kimura (JoJo’s Bizarre Adventure: Golden Wind, Sansha Sanyou)
Roteiro: Yousuke Kuroda (My Hero Academia, Mobile Suit Gundam 00)
Compositor musical: Yuugo Kanno (JoJo’s Bizarre Adventure: Golden Wind, Psycho-Pass)
Estúdio: David Production (Fire Force, Hatarako Saibou)
A história acompanha Kimichika Haijima, um garoto que precisou ser transferido para Tóquio depois de ter problemas com o antigo time de vôlei da sua escola. Na sua nova cidade, ele reencontra seu amigo de infância, Yuni Kuroba, e os dois juntos se torna a dupla de craques do time de vôlei.
Entretanto, durante as finais do torneio colegial, os dois acabam brigando e passando anos se se falar, até que se reencontram novamente no ensino médio, tendo então que colocar as diferenças de lado para poder levantar o time de vôlei da sua nova escola.