Akudama Drive – Anime original do autor de Danganronpa ganha trailer e detalhes da staff

O projeto original entre a Too Kyo Games e o estúdio Pierrot recebeu seu primeiro trailer, junto de novas informações sobre a obra. O vídeo apresenta um pouco do clima do anime, com alguns personagens, e uma ideia da ambientação da obra. A previsão de estreia é para julho desse ano.

Visual liberado junto do trailer.

Staff

  • Diretor: Tomohiro Taguchi (Kino’s Journey – The Beautiful World, Twin Star Exorcists)
  • Assistente de direção: Yoshifumi Sasahara (Diretor de episódio em Kuzu no Honkai, Kino’s Journey – The Beautiful World)
  • Roteiro: Kazutaka Kodaka (jogos da franquia Danganronpa)
  • Supervisão do roteiro: Norimitsu Kaihou (Danganronpa, Gakkou Gurashi!)
  • Estúdio: Pierrot (Naruto, Tokyo Ghoul, Bleach)

Após longos anos de guerras entre os países Kantou e Kansei, a paz finalmente chegou com a vitória de Kantou e a submissão de Kansei, ou pelo menos, era isso que muitos desejavam. Com o passar dos anos o governo de Kansei entrou em declínio, e o crime se espalhou por todo o país. As pessoas que cometem crimes passaram então a ser conhecidas como Akudamas.

Fonte: ANN

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Arte – Anime com proposta bem diferente ganha trailer estendido com OP e ED e novo visual

O site oficial da adaptação em anime de Arte ganhou liberou um novo trailer para a obra. O vídeo traz novos detalhes da história, assim como alguns personagens que ainda não tinham aparecido, além de dar uma prévia da abertura “Clover“, cantada por Maaya Sakamoto, e do encerramento “Hare Moyou“, cantando por Kiyono Yasuno. O anime tem previsão de estreia para o dia 4 de abril.

Novo visual liberado junto do trailer.

Staff

  • Diretor: Takayuki Hamana (The Prince of Tennis, Toshokan Sensou, Appleseed XIII)
  • Roteiro: Reiko Yoshida (Girls und Panzer, K-ON!, Violet Evergarden)
  • Design: Chieko Miyakawa (Moshidora)
  • Estúdio: Seven Arcs (White Album, Sekirei)

A história se passa na Itália do século 16, e acompanha a trajetória de uma garota que sonha em se tornar uma pintora, mas precisa passar pelas adversidades de ter nascido em uma família nobre, ao mesmo tempo que sofre preconceito por escolher uma profissão dominada por homens.

Nota do redator (Marcelo): Eu peguei para ler alguns capítulos do mangá por curiosidade. A história é bem legal. Quem gostou de Honzuki deve gostar desse também, e a obra trabalha bem o contexto histórico e o problema da garota sem exagerar, fora que, para quem gosta de um romance, parece que pode sair alguma coisa (não cheguei a ir muito longe para saber o quanto evolui)

Fonte: ANN

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No Guns Life – Segunda temporada ganha data de estreia e terá OP pelo Sawano

O site oficial da adaptação em anime de No Guns Life informou que a segunda temporada do anime deverá estrear no dia 9 de abril.

Em adicional, o site também divulgou uma parceria entre Sawano Hiroyuki e o cantor, Jean-Ken Johnny, da banda MAN WITH A MISSION (OP de Tate no Yuusha). Os dois ficaram encarregados da abertura do anime, intitulada como “Chaos Drifters.”

 

Sem memória de sua vida anterior – ou quem substituiu sua cabeça por uma arma gigante – Juuzo Inui agora arrisca a vida nas ruas escuras da cidade como um Resolver.

Fonte: ANN

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Dragon Ball Z Budokai 2 – Review

Dragon Ball  Z Budokai 2 ou Dragon Ball Z 2 no japão é o segundo game de Dragon Ball baseado na franquia Budokai. Um game de luta em 3D com câmeras em 2D desenvolvido pelo estúdio Dimps, responsável por todos os games da franquia Budokai, Xenoverse e futuramente sua tentativa de uma nova franquia que acabou não dando certo, Burst Limit. O game foi lançado em 2003 para Playstation 2 e Game Cube. O review vai abordar tanto a versão padrão do game quanto sua versão V2 (Que é basicamente o mesmo jogo mas com a inclusão dos novos personagens Cooler (4ª forma), Kuriza, Majin Frieza e Majin Cell) a grande novidade desse game foram as mudanças do motor gráfico, a inclusão de novos personagens e o grande chamativo: a inclusão de fusões nunca vistas no anime.

O que tem de novo ?

Não tem como falar desse jogo sem comentar sobre o enorme salto gráfico, mesmo que os jogos Budokai 1 e 2 tenham apenas um ano de diferença, esse jogo apresenta um novo motor gráfico completamente diferente do anterior. Os gráficos mesmo menos expressivos, se sentem mais detalhados e coloridos, e isso se dá pela grande ideia do jogo, que diferentemente do anterior decidiu não focar tanto no modo história e sim em sua própria jogabilidade, mas isso será um tema abordado com mais profundidade mais para frente nesse post.

A grande novidade é a inclusão dos mais diferentes tipos de fusões malucas, como a de Majin Boo, já que esse tem a habilidade de absorver personagens; ou fusões que os fãs sempre quiseram ver como Tenshinhan e Yamcha ou Mister Satan com o próprio Goku. O jogo também apresenta um modo de torneio mais aprimorado e uma jogabilidade mais rápida e competitiva, para muitos considerado um dos melhores jogos de Dragon Ball já feito. Mas será que esses fanservices são suficientes para fazer um bom jogo?

Modo História

Enquanto no game anterior o grande forte era justamente seu modo história fiel ao anime e cinematográfico, esse game é justamente o oposto, o modo história é a pior parte do jogo, mesmo que ironicamente aborde muito mais sagas do anime que o anterior.  O modo história ao invés de recriar as cenas do mangá, funciona como uma espécie de tabuleiro, no qual o jogador avança canto por canto e enfrenta eventos da história e batalhas do anime de forma aleatória. Não existem cenas recriadas como no jogo anterior, apenas imagens 2D dos personagens e uma linha de diálogo em texto lido. É um modo história sem graça que o único objetivo é avançar e completar desafios aleatórios com o personagem a sua escolha e quando terminados simplesmente acaba. Um jeito artificial de estender o tempo de gameplay, se tornando a parte mais decepcionante do jogo, que demoraria para ser corrigida até jogos bem futuros.

Jogabilidade

Como disse nas postagens anteriores, um dos elementos mais importantes de um jogo. Mesmo tendo um péssimo modo história (que pode desagradar bastante os fãs da franquia), Budokai 2 é o que aprimorou o Gameplay de Budokai 1.

Os personagens são muito mais dinâmicos e rápidos, as animações dos super ataques estão muito mais bonitas e agora existe uma pequena diferença que cada personagem tem entre si, pequena mas existe, com alguns personagens mais equilibrados, mais lentos ou mais velozes. O gameplay consiste em um estilo semelhante a RPG em que o jogador vai adquirindo habilidades customizadas como ataques e transformações. Essa customização é bastante superficial e te dá uma falsa sensação de controle do jogador, já que você só coloca habilidades que o personagem já adquiria de qualquer jeito e em outros jogos nem precisariam ser colocadas, não influencia nos seus ataques, suas combinações nem nada e isso é um aspecto ruim dessa nova mecânica de jogo, que parece ter sido botada apenas para incentivar o jogador a ficar motivado a complicar o modo história sem graça.

Outra novidade do jogo são sequências animadas que acontecem durante o combate, uma coisa que falei mal na resenha de Final Bout, e sim, é algo que irei criticar nesse jogo também, que quebra o ritmo do jogo. Os ultimates são ainda maiores que no primeiro jogo, sequências de animações com super ataques, uma coisa que não mencionei na resenha anterior. As animações dos ultimates, mesmo estando mais bonitas que no jogo anterior e mais coloridas, os personagens parecem menos expressivos, mas isso se dá ao novo motor gráfico escolhido.

Também existe um sistema de interação de cenário: não possui um cenário destrutivo, não existem elementos do cenário que o jogador possa interagir como em games recentes (como Injustice ou Mortal Kombat), mas o jogador pode ser jogado para fora da arena de combate e ser atingido por um elemento de fundo. Uma pequena animação acontece e o jogador pode ser atingido por coisas como um dinossauro ou chocar em prédios. Um pequeno detalhe que pode não fazer diferença mas joga com a estratégia de constantemente tentar mandar o personagem para fora e provocar danos extras.

A jogabilidade foi muito mais aprimorada nesse jogo, mais veloz e competitiva, porém os mesmos defeitos do jogo anterior permanecem. Não existe nenhuma inovação. Os personagens mesmo com pequenas mudanças, continuam sendo os mesmos e tendo os mesmos tipos de golpes. Porém, como um jogo 2D simplificado, isso pode funcionar para jogadores não experientes de forma muito boa; só não espere realizar combos ou sequências complicadas, pois o jogo funciona igual para jogadores de luta experientes ou não.

Versão Internacional

Assim como o jogo anterior, esse foi distribuído para América do Norte e Europa, com a versão americana com todas as mudanças de dublagem, como no jogo anterior, incluindo novas trilhas sonoras originais dessa versão, A abertura do jogo se manteve, mas sem a canção, só com o som de fundo por alguma razão. Por sorte, a versão europeia dessa vez manteve o áudio original com os diálogos em japonês, para aqueles que cresceram com os jogos de Dragon Ball desde o Super Nintendo. A única versão que inclui uma dublagem assim, como o jogo anterior, é a versão americana.

Conclusão

 Dragon Ball Z Budokai 2 é um jogo que mesmo removendo vários pontos fortes de seu antecessor, também corrige seus pontos fracos. Como um jogo da franquia, possui um péssimo modo história, mas uma jogabilidade divertida. Para se jogar em single player pode não ser uma boa opção, pois o modo história é repetitivo e chato e apenas o modo torneio acaba sendo uma alternativa, mas jogar com um amigo pode trazer horas de diversão. É um jogo que corrigiu o motor gráfico de seu anterior, mesmo reduzindo a expressão facial de seus personagens, e conseguiu melhorar o gameplay assim como acrescentar alguns novos elementos. Assim como seu anterior, o jogo não tem novidades o suficiente para receber uma nota diferente, mas graças a sua melhoria de gameplay, merece um ponto a mais: uma nota 6. Os jogos seguintes da franquia vão conseguir polir ainda mais essa fórmula.

Eu sou Mikael Drako, não percam a próxima resenha da franquia Budokai: Dragon Ball Z Budokai 3.

Revisão: Deise Bueno

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“Heróis Modestos” ou a beleza na simplicidade

Em 2018 a Netflix lançou Heróis Modestos, um filme formado por três curtas que têm a bela intenção de contar histórias simples e afagar os nossos corações. Mas eles conseguem fazer isso?

O primeiro dos três curtas se chama Kanini & Kanino, ele se passa em um mundo fantástico onde existem fadas e seres minúsculos que parecem humanos e que vivem debaixo da água. A rotina de um adulto e de seus dois filhos é buscar alimento e voltar para toca com o objetivo de alimentar eles mesmos, a mãe e seus irmãos menores. Até que um acidente ocorre, o pai acaba se perdendo e os filhos entram em uma jornada para reencontrá-lo.

Olhando em perspectiva, os três curtas têm como objetivo principal criar uma identificação do espectador para com os personagens e, com isso, gerar emoção. Infelizmente, alguns aspectos do primeiro curta acabaram me incomodando e, como resultado, me distanciando da história e dos personagens. Um desses aspectos foi o fato de que as únicas palavras que os personagens conseguem falar são os nomes uns dos outros. Com poucos minutos isso se tornou cansativo, parecendo aquele meme que o Sasuke e o Naruto ficam gritando o nome um do outro.

Além disso, houveram outros problemas, como personagens figurantes que desapareceram, e uma falta de habilidade em adequar personagens com características humanoides dentro do ambiente aquático.

O segundo curta-metragem se chama Life Ain’t Gonna Lose, que mostra como é a vida de uma criança com alergia alimentar. A princípio (para pessoas que nem eu, que não convivem com essa doença), parece que esse é um tema bobo e que só veremos um garoto perguntando “leva ovo na receita?” repetidamente, mas não é isso que acontece. Esse curta consegue mostrar como uma alergia alimentar influencia negativamente a vida de uma criança e das pessoas em sua volta. Seja por problemas que envolvem a escola, comer fora ou até mesmo o trabalho dos pais.

 

A principal qualidade desse curta é conseguir apresentar o desespero e a insatisfação que é viver uma situação parecida com essa ao mesmo tempo que também há a esperança de vencer esse problema, ou de, pelo menos, ter uma vida menos trabalhosa.

Por último, vem aquele que eu considero ser o curta mais interessante: Invisible. Sua sinopse é bem simples, nele você acompanha um dia da vida de uma pessoa invisível. É possível perceber dentro desse curta um conceito intrigante, em nenhum momento é explicado o porquê ou como o personagem é invisível. Isso cria uma dúvida se ele é invisível de verdade, se existe alguma explicação paranormal ou se ele se vê como uma pessoa invisível dentro da sociedade (já que dá para perceber algumas metáforas sobre a invisibilidade e questões como o convívio em sociedade e saúde mental).

Além disso, o curta também é visualmente interessante. Visto que os animadores conseguiram imprimir uma identidade própria nos cenários e utilizaram a invisibilidade de maneira criativa em algumas cenas.

Resumindo, eu poderia dizer que essa não é uma obra revolucionária, mas se você tiver alguns minutinhos livres e estiver com vontade de assistir algo reconfortante e com um final positivo, essa é uma ótima pedida.

Revisão: Karin Cavalcante

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Filme de KonoSuba chega na Crunchyroll BR esse mês!

A Crunchyroll anunciou hoje que o filme Kono Subarashii Sekai ni Shukufuku wo! Kurenai Densetsu irá chegar ao serviço de streaming esse mês, no mesmo dia que o inicio das vendas em blu-ray lá no Japão. A previsão de estreia é para o dia 25 de março, como exclusividade para os assinantes premiums do serviço no começo.

Sinopse Oficial:

Satou Kazuma quase morreu ao ser atropelado por um caminhão, mas um acaso do destino o faz reencarnar em outro mundo, acompanhado da deusa trapalhona Aqua, da feiticeira maluca Megumin e da cavaleira delirante Darkness. Esse grupo de indivíduos problemáticos passam por maus bocados, acumulando dívidas, sendo enviados pra prisão e até morrendo (de novo).
Certo dia, o grupo descobre que a Vila do Demônio Escarlate, de onde veio Megumin, está encarando um problema que pode culminar em seu fim. Na tentativa de salvá-lo, o grupo enfrentará a maior ameaça que já encararam na vida.

Fonte: Crunchyroll

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Light Novels mais vendidas (Fevereiro 24 – Março 1)

Semana com a estreia do novo volume de Kusuriya no Hitorigoto, que começou muito bem pegando duas posições consecutivas do top (um com a edição normal e outra com bônus). Outros novels também tiveram lançamentos novos, e os volumes de Youjo Senki e High School DxD se mantiveram no top, mas caíram boas posições em relação a semana passada.

Título Ranking Vendas da semana Vendas totais
Kimetsu no Yaiba Shiawase no Hana 01 33,179 518,642
Kimetsu no Yaiba Katabane no Chou 02 32,689 585,477
Kusuriya No Hitorigoto Vol. 9 03 27,227 27,227
Kusuriya No Hitorigoto Vol. 9 Drama CD Gentei Toku So Ban 04 10,781 10,781
Kami-tachi ni Hirowareta Otoko Vol. 8 05 9,682 17,132
Madougushi Dahlia wa Utsumukanai ~Kyou Kara Jiyuu na Shokunin Life~ Vol. 1 06 9,519 9,519
Shosetsu Eiga Doraemon Nobita No Shinkyoryu 07 9,330 9,330
Magical★Explorer – Eroge no Yuujin Kyara ni Tensei Shitakedo, Game Chishiki Tsukatte Jiyuu ni Ikiru Vol. 2 08 6,617 6,617
Shin High School DxD Vol. 4 Kessen Ryugaku no Kingdom 09 6,058 20,598
Youjo Senki Vol. 12 – Mundus vult decipi,ergo decipiatur 10 5,530 20,561

Capas das Light Novels do ranking

Madougushi Dahlia wa Utsumukanai ~Kyou Kara Jiyuu na Shokunin Life.

Magical★Explorer – Eroge no Yuujin Kyara ni Tensei Shitakedo, Game Chishiki Tsukatte Jiyuu ni Ikiru.

Shosetsu Eiga Doraemon Nobita No Shinkyoryu.

Kusuriya No Hitorigoto.

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Altered Carbon – Anime da Netflix pelo roteirista de Ghost in the Shell ganha trailer, staff e data

A Netflix revelou alguns detalhes sobre seu novo anime Altered Carbon. Além de um trailer apresentando a história, a obra foi confirmada para o dia 19 de março, com lançamento global pela serviço de streaming.

Versão com áudio em inglês

Versão com áudio em japonês

Novo visual liberado junto do trailer

Staff

  • Diretor: Jou Nakajima (nenhum trabalho grande)
  • Co-diretor: Yoshiyuki Okada (primeiro trabalho)
  • Roteiro: Dai Sato (Ghost in the Shell: Stand Alone Complex, Eureka Seven, Cowboy Bebop, Ergo Proxy)
  • Design: Yasuo Ohtagaki (Moonlight Mile, Mobile Suit Gundam Thunderbolt)
  • Música: MONACA (Death March Kara Hajimaru Isekai Kyōsōkyoku, Uchiage Hanabi, Shita kara Miru ka? Yoko kara Miru ka?)
  • Estúdio: Anima (Apocalypse Meow, Kingsglaive: Final Fantasy XV)

O anime é baseado em uma série de Live Action com o mesmo nome, e busca explorar novas ideias dentro do mundo da obra.

A história se passa em um planeta chamado Laminer, onde a tecnologia evolui o bastante ao ponto de fazer parte da biologia dos seres vivos.  Nesse lugar, Takeshi Kovacs precisa proteger um tatuador enquanto investiga a morte de um dos líderes da Yakuza.

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Autor de Aku no Hana e Happiness vai lançar novo mangá de romance com sinopse suspeita…

A revista Kodansha Bessatsu Shounen Magazine anunciou que Oshimi Shuzu (Aku no Hana, Happiness) irá lançar um novo mangá. A obra se chamará Okaeri Alice (Welcome Back Alice) e deve estrear no dia 9 de abril.

A revista descreveu o mangá com a seguinte frase: “Um historia refrescante sobre puberdade que brinca com sexo”.

A história acompanha três amigos de infância, Youhei, Kei e Yui. Quando entraram para o ensino médio, Youhei começou a enxergar Yui como uma bela garota, porém, em um certo dia, ele acaba por flagrar uma cena que muda completamente sua visão das coisas.

Nota do editor: Ai meu deus… Sinto cheiro de NTR nessa sinopse… Na verdade essa sinopse lembra muito alguns h******, o que é mais bizarro ainda…

Fonte: ANN

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UM PASSEIO PELA ÁREA DE TRABALHO DE INIO ASANO – PARTE 2

Parte 2 de uma entrevista de 2013 com Inio Assano para cakes.mu. Originalmente publicada em duas partes e traduzido do japonês para inglês pelo mangabrog. 

–Algumas cenas da sua série atual Boa noite Punpun podem ser difíceis de ver. É difícil para você desenhar essas cenas?

Asano: Muitas pessoas dizem que meu mangá é bem difícil. Eu não o vejo assim. Quando coisas ruins acontecem com os personagens do meu mangá, sempre é culpa deles. E como acredito que os personagens merecem, não me sinto muito mal.

–Falando como um leitor, às vezes sinto que não faria mal se os personagens encontrassem finais um pouco mais felizes …

Asano: Não, isso está certo. Na verdade isso toca na minha motivação para desenhar mangás. A razão pela qual a história se desenrolou não é porque eu decidi que eu queria fazer uma história sombria ou cruel. Acho que há muitos mangás alegres no mundo. Eu v (esse tipo de história) como um nicho que precisava ser preenchido e tentei criar algo diferente, e assim, inevitavelmente, foi o que aconteceu.

–É um correçao para outros mangás por aí, então.

Asano: não estou dizendo que há algo errado com outros mangás, mas quando olho para o que vende, não consigo deixar de pensar: “Uau, as pessoas com certeza gostam do mangá que as fazem se sentir bem”.

–Ah, é verdade. Histórias em que o protagonista é recompensado no final por ser de bom coração ou por se esforçar.

Asano: As pessoas amam essas coisas. Mas essa coisa de sentir-se bem não fez muito para eu me fazer sentir bem quando eu era adolescente. O que me encorajou foi, na verdade, as coisas que não tinham nenhum tipo redenção. No Himizu de Minoru Furuya, por exemplo, era encorajador ver esse mangá com esse protagonista pessimista em uma revista semanal. O que não quer dizer que o pessimismo seja melhor exatamente, mas apenas o fato de esse mangá poder existir em algum lugar para as pessoas verem foi ótimo.

–Deve haver jovens por aí agora que também serão encorajados por esse tipo de mangá pessimista.

Asano: Não é como se eu estivesse fazendo essa história feia apenas para incomodar as pessoas … embora, bem, eu também queira chocar as pessoas que são excessivamente complacentes. (risos) Veja, é por isso que eu sou odiado. Há pessoas por aí que acham que eu não deveria mostrar esse mangá horrível e às vezes sinto que sou odiado. Obviamente não há nada que eu possa fazer sobre isso,.

– Você disse antes que suas dificuldades psicológicas são a fonte de sua criatividade.

Asano: Isso é verdade. Originalmente, eu tinha problemas com o meu corpo. Meu corpo está meio que afundado um pouco abaixo do meu esterno. É imediatamente perceptível, então eu absolutamente odiava ir à piscina durante a educação física na escola primária.

–Há um garoto assim em Njigahara holograph.

Asano: Eu sinto que essas pessoas não leram meu trabalho recente. (risos) Boa noite Punpun não é um mangá moderno. No meu mangá anterior, tentei dar uma espécie modernidade, mas aquilo foi apenas superficial. E, convenhamos, mangá sempre foi tosco!

–Uau … essa é uma maneira bem direta de colocar isso. (risos)

Asano: Mas tudo bem que seja tosco. Isso é bom, à sua maneira. Tomemos os personagens por exemplo: tê-los com o mesmo corte de cabelo e sempre vestindo as mesmas roupas pode realmente ser uma coisa boa em termos de merchandising e cosplay. E então, em termos de história e mise-en-scène, priorizar a legibilidade e a clareza leva a formas de expressão muito únicas para o meio. Eu quero que o mangá em que estou trabalhando esteja no mesmo plano que a realidade, e tudo o que estou fazendo é me livrar desses aspectos não naturais que o mangá se safa por ser mangá. Então, quando as pessoas me acusam de me esforçar demais para parecer moderno, sinto que essas pessoas estão muito acostumadas a mangás e, na verdade, estou desenhando as coisas normalmente.

–Este é o mecanismo de resolução de problemas que você mencionou antes, que permite lidar com as críticas que você recebe na internet, eu entendo. (risos)

Asano: Eu costumava sair e dizer essas coisas em entrevistas, mas não me incomodo mais. Ah, acho que acabei de fazer. (risos) Todas essas coisas não se aplicam à maioria dos meus leitores. Eles prefeririam que eu não tivesse que explicar essas coisas. Inevitavelmente, falar sobre um mangá demasiadamente é uma coisa feia.

–Certo, isso não se aplica às pessoas que estão de fato lendo o seu trabalho.

——————————————-

–A sua mesa já está começando a parecer diferente do que ouvi falar até agora. A propósito, o que é tudo isso aqui?

Asano: Um monte de máquinas relacionadas à música. Atualmente, não tenho muito tempo para me dedicar à música. Eu costumava estar em uma banda e treinávamos com bastante frequência, mas agora estamos todos na casa dos trinta. Agora, ocasionalmente, crio músicas usando software adiciono meus próprios vocais ruins e ouço sozinho. Não sei porque eu faço isso.

–Você deveria divulgar essas coisas para o público! (risos) Tudo bem, que tal esta estante atrás?

Asano: O conjunto de obras e autores que eu tenho lá não muda há dez anos. Eu gosto dos mangás de Naoki Yamamoto, Kyoko Okazaki, Minetaro Mochizuki. Kenichiro Nagao estava concorrendo no Young Sunday ao mesmo tempo que eu e ele foi uma grande influência para mim.

–Então os aspectos surreais do seu trabalho foram influenciados por Kenichiro Nagao? Isso é um pouco surpreendente.

Asano: tenho muitas pessoas entrando e saindo dessa sala, então esse conjunto de mangás é definitivamente feito para ser exibido. (risos) Este material é colocado aqui sabendo de que será visto. Mas o problema é que, às vezes, tenho pessoas fazendo comentários maliciosos sobre como minha estante de livros se parece com algo da Village Vanguard. (risos) Até recentemente, eu tinha uma estatueta aqui da Madoka da Puella Magi Madoka Magica, mas eu a tinha apenas para mostrar às pessoas, como: “Ei pessoal, eu também gosto dessas coisas”. Mas ninguém mordeu a isca e disse alguma coisa, e de todo modo eu não tinha certeza de quem eu estava tentando mostrar, então eu a guardei. (risos) Bom anime, no entanto.

–Você não tinha certeza de quem estava tentando mostrar? (risos)

Asano: Eu gosto de muitas coisas, mas nunca me aprofundo nelas. Assim, como nas figures, sou incapaz de coletar uma série inteira, por exemplo. Não consigo realmente me interessar. A única exceção é quando eu estava colecionando Lego. Isso é algo que me interessou – eu costumava criar todos os tipos de criações originais ignorando os manuais de instruções. Este robô é uma daquelas criações.

–Isso é algo que você construiu por conta própria? Uau!

Asano: Sim, é um trabalhão devo dizer! (risos) Eu criei o design na minha cabeça enquanto o montava. A Lego vende seus próprios conjuntos de robôs, mas eles não são legais o suficiente.

–Parece um modelo de plástico Gundam.

Asano: Eu também gostei de montar modelos Gundam. Ah, mas não é que eu goste tanto que eu realmente possa falar sobre os modelos Gundam – eu não sou fã de verdade. Não tenho nenhuma área de expertise… mas acho que você poderia dizer que as histórias de horror de Junji Inagawa são algo que eu conheço bem. Eu ouvi os álbuns dele várias vezes.

-Hã? As histórias de horror de Junji Inagawa? Existem álbuns disso?

Asano: Ele publica um por ano, existem mais de vinte agora. Eu possuo a maioria deles, então minha biblioteca do iTunes está cheia de histórias de horror de Junji Inagawa.

–Isso é incrível …

Asano: A vida que levo é verdadeiramente um vazio de qualquer coisa para se orgulhar. Ah, mas estou fazendo um bom trabalho com mangás. Eu tenho que entregar a mim mesmo que tenho trabalhado duro nessa coisa de desenhar mangá.

–Não é o suficiente ?!

 

FIM

 

Fonte: https://ift.tt/2U088CS

 

 

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