Mangás em Promoção pague 3 e leve 4! – Dicas de compra IntoxiAnime

Começou uma promoção de ao comprar 4 mangás ou novels da Panini a mais barata sai de graça. Se comprar 8, as 2 mais baratas saem de graça, de comprar 12, as 3, etc. A promoção vai até 1 de Março.

E quem não assinou ainda recomendo o Amazon Prime. Por 9,99 ao mês dá frete grátis para tudo que a Amazon vende, acesso ao Amazon Prime Vìdeo (Netflix da Amazon), livros de graça, Amazon Music, e pode dar um Sub de graça no Twitch ainda (quem quiser colocar no canal da twitch do IntoxiAnime eu agradeço). Segue a lista!  

 

NOVIDADES (dentro da promoção)

Demon Slayer – Kimetsu no Yaiba -> Link

Gigant -> Link (Do autor de Gants e Inuyashiki)

Monster (Edição 2 em 1 em capa dura) -> Link (Quem é muito fã compra logo antes que esgote. Você sabem como a Panini é conhecida por não repor estoque…)

Caçando Dragões -> Link  

 

OBRAS DENTRO DA PROMOÇÃO! 

Usem os links se possível, me rende uns trocados com a Amazon e você não paga nada a mais por isso.

Noragami (de 18 por 13) – > Link 

Berserk (22 por 17)-> Link

One Punch Man (25 por 17) – Link

The Promissed Neverland  (22 por 17)-> Link

Moriarty O patriota (22 por 17) -> Link

Fire Punch (26 por 14) -> Link (do mesmo autor de Chainsaw Man)

Slam Dunk (20 por 12) -> Link

Dragon Ball (Box completo da série) (450 por 320) -> Link

Fire Force (22 por 16) -> Link

Dr. Stone  (22 por 16) > Link

Black Clover (de 22 por 16) -> Link

Origin (23 por 16) -> Link (Mesmo desenhista de Dr. Stone)

GranBlue Fantasy (23 por 16) -> Link

Sword Art Online Phantom Bullet (23 por 16) -> Link

Shokugeki no Souma (de 23 por 18) -> Link

Dragon Ball Edição definitiva (Capa dura e colorido)(65 por 50) -> Link

Vagabond (19,90 por 13) – Link

Naruto Gold (19 por 15) -> Link

Boruto (de 22 por 17) -> Link

Shigatsu wa Kimi no Uso (de 13,90 por 10) – Link

Evil (Youjo Senki) (22 por 17)- > Link

Furifura – Amores e Desengano (autor de Ao Haru Ride) (23 por 18)-> Link

Golden Kamuy (25 por 18)-> Link

Dragon Ball Super (de 22  por 16) -> Link

Yuuna e a pensão Assombrada (25 por 19) -> Link

Wotaku ni Koi – O amor é difícil para Otakus (17 por 13)- Link 

Ataque dos Titãs (20 por 13) -> Link

Bungou Stray Dogs (23 por 17)-> Link

Pandora Hearts  (de 18 por 14) -> Link

Akame ga Kill foi finalizado -> Link

Re:Zero (Manga) (de 16 por 13) -> Link

Ajin (de 22 por 15) -> Link

Jojo Bizarre Adventures (de 30 por 23)-> Link

Game Jogo Proibido (23 por 18)-> Link (Eu vivi para ver a Panini lançar um mangá de romance 18+, mas Nozoki Ana que é bom ninguém pega…)

Sem saída (23 por 17) -> Link (Sobrevivência com muito service e sangue)

Atelier of Witch Hat (25 por 19)-> Link

Seraph of the End (16 por 12) -> Link

Bakemonogatari (23 por 19)-> Link (Arte linda e a história é contada de forma menos louca comparado o anime)

Tokyo Ghoul:Re (de 20 por 15) -> Link

Nisekoi (de 18 por 15) -> Link

Beastars (27 por 22)-> Link

 

 

 

 

 

 

FORA DA PROMOÇÃO! – OBRAS DE OUTRAS EDITORAS COM DESCONTO

Arslan Senki -> Link

Devilman (Edição Histórico) (de 95 por 80) -> Link

ArtBook ReZero (de 150 por 120) -> Link

Vampire Knight Memories (23 por 18) -> Link

O Marido do Meu Irmão (37 por 26)-> Link

Your Name (Kimi no na wa – Volume único) – (de 35 por 21) -> Link

Mahou Tsukai no Yome (Magus Bride) (de 28 por 21) -> Link

Battle Angel Alita (versão com 2 volumes em 1)(de 45 por 23) -> Link

Fragmentos do Horror (Clássico – Junji Ito) (de 55 por 37) -> Link

GTO (de 25 por 14) -> Link

Erased (de 24 por 11) -> Link

A Voz do Silêncio (Koe no Katachi) (de 16 por 12) – Link

Ghost in the Shell (de 65 por 50) (colorido e capa dura) -> Link

Sakura Card Captors Clear Card -> Link  

Overlord (de 43 por 23) -> Link

Boku no Hero Academia (18 por 9) – Link

Re:Zero (Novel)(de 27 por 15) -> Link

Citrus (18 por 12)-> Link

Boa Noite Pun Pun (45 por 18) -> Link (versão 2 volumes em 1 c/ 400 páginas por volume)

No Game No Life (Novel) (de 25 por 15) -> Link

Made in Abyss (de 22 por 14) -> Link

Full Metal Alchemist (de 20 por 13) -> Link

Fruits Basket (edição 2 em 1) (de 45 por 23) -> Link

Cavaleiro do Zodíaco original (capa dura e colorido) (de 65 por 35) -> Link

Cavaleiros do Zodíaco Lost Canvas (reedição de luxo) (26 por 14) -> Link

Cavaleiros do Zodíaco Saintia Shô (de 18 por 11) -> Link

Log Horizon (novel) (de 30 por 17) -> Link

Toradora (novel) (de 27 por 18) -> Link

Shakugan no Shana (27 por 17) -> Link

Akira (de 76 por 40) (colorido e capa dura) – > Link

Alita Last Order (43 por 24)-> Link

BTOOOM (de 18 por 9) (Finalizado) -> Link

Fate Zero (Novel) (de 25 por 16) (Finalizado em 6 volumes) -> Link

Velvet Kiss (de 16 por 11) (mangá 18+ finalizado em 4 volumes) -> Link

Box completo Guerreiras Mágicas de Rayear (de 100 por 60) -> Link

Box Chobits (de 135 por 75) -> Link

Box de Sailor Moon Parte 2 (99 por 43) -> Link  

Hapiness (de 17 por 11) – > Link (Obra de romance com vampiros do autor de Aku no Hana – O FINAL É BOM!)

Rosa de Versalhes (Clássico) (44 por 20) -> Link

Knights of Sidonia (Box 140 por 51) (Finalizado) –> Link

 

> LIGHT NOVELS DE VÁRIAS EDITORAS EM PT

Overlord (de 43 por 24) -> Link

Sword Art Online (Vol 1 ESGOTADO) -> Link

Re:Zero (Novel)(de 27 por 15) -> Link

No Game No Life (Novel) (de 25 por 12) -> Link

Fate Zero (Novel) (de 25 por 16) (Finalizado em 6 volumes) -> Link

Log Horizon (novel) (de 30 por 17) -> Link

Toradora (novel) (de 27 por 15) -> Link

Your Name (Kimi no na wa – Volume único) – (de 35 por 21) -> Link

Shakugan no Shana (27 por 15) -> Link

 

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Light Novels e Mangás em Inglês

>>>>>Promoção de compre 3 e pague 2 para Novels e Mangás internacionais!

Goblin Slayer (LN e Mangá) -> Link

Sword Art Online Progressive (Mangá) (adoro!) -> Link

Sword Art Online (Novel) -> Link

Sword Art Online Progressive (Novel) -> Link

Dungeon ni Deai (Danmachi) (está muito a frente do anime)-> Link

KonoSuba -> Link

Overlord -> Link

Mushoku Tensei -> Link

The Empty Box of Zeroth Maria (Novel com melhor avaliação do MAL, espero que ganhe anime um dia) -> Link

Mahouka (a LN em ENG passou o anime) -> Link

Monogatari -> Link

Tate no Yuusha no Nariagari (Shield Hero) -> Link (os Ebooks da LN e Mangá estão em média a 30 reais e já tem em ENG até o volume 15)

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Extra:

As Crônicas de Arian – Livro 1 (Livro do Marco) -> Link

Ou leia de graça se cadastrando no teste gratuito de 30 dias do Kindle-> Link

(Mesmo quem não for ler o livro, agradeço se usar o cadastro no link acima, já que a Amazon está dando uns trocados pelo que consigo de assinaturas de teste para ela esse mês, e a pessoa mesmo não paga nada pela inscrição, é um teste grátis de 30 dias)

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Novo volume da Light Novel de Overlord ganha figure incrível em edição especial

A Kadokawa anunciou uma edição especial para o novo volume da light novel de Overlord, que deve ir as vendas no dia 12 de março. O volume especial contará como uma incrível figure de 12cm do protagonista, e custará em torno de 187 reais.

Figure e a capa do novo volume.

Além disso, outras duas edições também estarão disponíveis para a compra. Uma versão melhorada da citada acima saíra por volta de 318 Reais, e contará com uma toalha personalizada com a ilustração abaixo:

Por último, o pacote completo com todos os itens disponíveis custará em torno de 395 Reais, e trará uma camiseta personalizada, junto de um suporte de pano para colocar a figure.

Overlord conta a história de um jogador que decidiu passar as últimas horas em seu jogo favorito antes que ele fosse fechado. Entretanto, após o contador chegar a zero, seu personagem não foi desconectado, e ele logo percebeu que havia ficado preso no corpo do seu avatar.

Agora, vivendo como um dos seres mais poderosos do mundo do jogo, ele precisa encontrar uma forma de voltar para a casa, e entender o que aconteceu para que ficasse preso no jogo.

Fonte: Crunchyroll

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Fate/Grand Order: Babylonia #18 – Meu Deus! Que episódio! | Impressões Semanais

Antes de começar a surta por essa maravilha chamada Quetzalcoalt, vamos respirar fundo e falar do inicio de episódio, até porque, teve bastante coisa.

Uma das cenas que eu queria ver finalmente deu as caras e, no geral, foi boa. Em vista da parte final do episódio, o tempo gasto no grande reencontro entre o Gilgamesh e o Enkidu foi satisfatório.

Deu para sentir o peso emocional que a relação dos dois tem, ainda mais com o Gilgamesh entregando o santo graal do seu tesouro para o Enkidu e aceitando ele por quem ele é.

Esse era o grande dilema do personagem nos últimos episódios, e acaba sendo meio que resolvido ali pela figura que mais importa para ele, ou que até mesmo poderíamos dizer que era a pessoa para qual ele queria provocar quem realmente era (Enkidu ou não).

Além disso, esse episódio meio que pontua toda a trajetória do Gilgamesh no anime. Ele é de longe um dos melhores personagens da história, que basicamente se redime por tudo que a versão Archer fez na séria original.

O cara foi um baita de um rei, e as ações dele durante todo o anime até aqui provam que o respeito que o povo criou por ele não foi à toa.

Outra coisa que achei interessante nesse inicio do episódio, só para completar, foi o clima de última batalha que a direção passou.

Por mais que simples, dá para sentir aquele misto de despedida e preocupação nos personagens, além de ressaltarem alguns pontos importantes, como as influências que o grupo do protagonista já criaram naquela época, aumentando o número de sobrevivente consideravelmente em relação a primeira visão do Gilgamesh.

No geral, uma boa preparação para a batalha final.

Seguindo, esse confronto com a Tiamat foi sensacional, não só por ter uma animação incrível, como também por ter um combo de ganchos que te faz ficar bem empolgado para ver o que vai acontecer (E olha que eu já sei o que vai acontecer).

A volta do Benkei meio que acontece só para dar relevância para o personagem, porque, né? Ele mal falou na primeira parte, então trazer ele em um momento chave acaba fazendo valer a invocação do mesmo.

As cenas da Quetzal usando o NP ficaram ótima, talvez até melhores que a da luta Ushi x Gorgon, porque a quantidade de detalhes no cenário, com todo aquele fogo, explosões e iluminações acabam impressionando bastante.

Na parte da história, esse episódio é um daqueles feito para hypar e empolgar quem está assistindo. A forma como a Quetzalcoalt se esforça para dar uma vantagem para o protagonista é surreal, e o desenrolar das coisas vão cada vez mais dando aquela sensação de impossível, de que o inimigo ali faz jus a mais perigosa de todas as singularidades.

Tiamat ficou com o hack ligado vinte e quatro horas por dia, e tudo o que fazem acaba criando uma segunda cadeia de eventos em que ela arruma um jeito de reverter a estratégia do protagonista.

Eu não imaginei que fosse ficar tão empolgando vendo as sequencias de ataques da Quetzal contra ela. A direção conseguiu trazer um ótimo impacto para tudo ali, e me deixar vidrado em tudo que estava passando na tela.

As coisas ainda estão bem longe de começarem a funcionar para o lado do protagonista, então fica aquele clima de “como é que vão resolver tudo isso, se nada está funcionando a favor”.

Que mulher!

Por fim, a volta da Gorgon foi um excelente gancho para semana que vem. Deve ter deixando muitas dúvidas na cabeça de quem ainda não conhece a história, sobre o que vai acontecer, e de qual lado ela vai entrar, além de como ainda está viva.

Agora é esperar para ver como vão ficar as coisas, e de que forma o protagonista vai derrotar a Tiamat, já que a mulher está sendo um final boss digno de Final Fantasy com tanta transformações e formas alternativas.

Extra

Animação da luta tava ótima, mas eu vi essa Ushi aí kkk

Morreu com honra, pelo menos.

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Redmi 7 – Resenha

Redmi 7 – Resenha

A Xiaomi não é a única empresa que luta constantemente para melhorar especificações e recursos em telefones de baixo custo. O recém-anunciado Redmi 7 é um cavalo de batalha que deve agradar a todos. Parece oferecer quase tudo o que os compradores desejam, e o foco está no valor geral, e não em qualquer recurso importante. Nesta análise, estamos focados no Redmi 7 e veremos se a Xiaomi conseguiu oferecer o suficiente para ficar à frente das concorrentes.

Redmi 7 design

Muitos dos telefones anteriores da Xiaomi pareciam muito semelhantes, mas o Redmi 7 quebra o molde. A empresa abandonou completamente a aparência metálica do Redmi 6  e adotou o plástico brilhante multicolorido, como muitos de seus concorrentes. Existem três cores para escolher – a simples Eclipse Black – que temos para revisão – e as mais atraentes Comet Blue e Lunar Red.

Os dois últimos apresentam gradientes de cores nos painéis traseiros. A Xiaomi chama isso de sua aparência de ‘Aura Smoke’. A opção Comet Blue apresenta roxo escuro mesclado em azul brilhante, enquanto o Lunar Red é preto na parte superior, desbotando em vermelho na parte inferior. Embora nem todos gostem disso, o efeito geral é um pouco mais sutil do que alguns dos outros designs que vimos recentemente. Se você não gosta desses acabamentos, pode usar a tampa plástica translúcida escura que vem na caixa.

 

Os telefones estão crescendo e o Redmi 7 não é exceção. Sua tela de 6,26 polegadas é muito maior que a de 5,45 polegadas do Redmi 6, mas isso não é apenas por causa de bordas mais finas. O Redmi 7 é significativamente maior que o seu antecessor . Com esta geração, até o Redmi 7 de baixo custo obtém um entalhe moderno de “pontos”, embora tenhamos que dizer que, se você estiver procurando por uma tela sem bordas, este telefone não se encaixa nessa descrição. A boa notícia é que a Xiaomi usou o Gorilla Glass 5 para a tela, o que deve lhe dar um pouco de tranquilidade.

A parte de trás deste telefone é feita de plástico moldado, que a Xiaomi diz ter sido “finalizado com um nano-spray”. Nossa unidade de revisão em preto liso era brilhante e altamente reflexiva e não apresentava textura perceptível. Felizmente, o sensor de impressão digital na parte traseira e os botões de energia e volume à direita estão a fácil alcance.

Especificações e software do Redmi 7

No coração do novo Redmi 7 está o Qualcomm Snapdragon 632 SoC, que é uma melhoria considerável não apenas no MediaTek Helio P22 do Redmi 6, mas também no Snapdragon 625 no Redmi 6 Pro. Possui oito núcleos de CPU Kryo 250 próprios da Qualcomm, rodando a até 1,8 GHz, e gráficos Adreno 506 integrados.

A Xiaomi lançou duas variantes do Redmi 7 na Índia e ambas têm 32 GB de armazenamento eMMC. A única diferença é que a variante básica tem 2 GB de RAM e os Rs. A tela de 6,26 polegadas tem uma resolução de 720×1520 e uma proporção de 19: 9. A Xiaomi diz que você recebe 84% da gama de cores NTSC, o que é decente o suficiente para um telefone de baixo custo. Há uma bateria de 4000mAh, que é um grande aumento de 3000mAh no Redmi 6, e embora o Quick Charge da Qualcomm não seja explicitamente suportado, o carregador incluído é avaliado em 10W.

O Redmi 7 suporta 4G e VoLTE em ambos os SIMs, bem como Wi-Fi 802.11n de banda única, Bluetooth 4.2 e GPS. Há uma bússola eletrônica mais o acelerômetro usual e o sensor de luz ambiente, mas nenhum giroscópio. Nossos diagnósticos mostraram que este telefone suporta Widevine L3 DRM, não L1 para streaming de vídeo em HD total.

O MIUI não oferece a opção de gaveta de aplicativos, para que todos os ícones estejam nas telas iniciais. Se você deslizar o dedo diretamente da primeira tela inicial, chegará a uma página chamada App Vault que possui vários painéis, incluindo atalhos para tarefas específicas em determinados aplicativos. Também existem anúncios para “aplicativos recomendados”, concursos e integrações de aplicativos aqui. O alternador de tarefas MIUI possui um layout lado a lado, o que é realmente bastante útil.

O recurso Second Space é um perfil separado para aplicativos e dados particulares, que você pode excluir e redefinir a qualquer momento. O Dual Apps permite executar duas instâncias de praticamente qualquer aplicativo, não apenas mensageiros.

Observamos que, ao instalar qualquer aplicativo da Google Play Store, uma tela de “verificador de aplicativos” com um anúncio seria exibida. O teclado Facemoji padrão oferece muitos efeitos de texto ASCII, emojis, GIFs, adesivos e temas. Há uma loja Mi Apps e vários aplicativos de primeira linha e, como vimos anteriormente, existem anúncios em muitos deles.

O aplicativo Música permite transmitir músicas de Hungama sem nenhum processo de configuração da conta. Um aplicativo chamado Security possui um antivírus e algumas ferramentas de privacidade, mas também por algum motivo inclui um “acelerador de velocidade do jogo” e os controles de bateria e armazenamento que geralmente estão no aplicativo Configurações. É claro que existem anúncios em todos os lugares, incluindo intersticiais em tela cheia.

Desempenho do Redmi 7, duração da bateria e câmeras

Recebemos a versão de 3 GB de RAM do Redmi 7 para revisão. Portanto, nossas experiências podem ser melhores do que as das pessoas que compram a variante de base, que é obviamente mais acessível. Além dos anúncios em todo o MIUI, achamos o Redmi 7 fácil de usar, mas um pouco problemático. Às vezes, havia um atraso muito menor ao acessar e rolar pelo alternador de aplicativos, provavelmente devido às miniaturas de todos os aplicativos em execução que precisam ser armazenados em cache.  As cores e os ângulos de visão são bons, mas a legibilidade da luz solar não era muito boa.

Ficamos impressionados com o alto-falante, que pode emitir um som alto sem distorção. É ótimo para vozes em vídeo e música, mas é claro que não há muito baixo ou riqueza no som. Como é padrão para Xiaomi, nenhum fone de ouvido está incluído.

Nossos benchmarks mostraram grandes melhorias de desempenho em comparação com a série Redmi 6. O AnTuTu nos deu 103.574 pontos e as pontuações de um e vários núcleos do Geekbench foram 1.247 e 4.333, respectivamente. O Redmi 7 conseguiu 511 pontos no teste Sling Shot Extreme do 3DMark e 14.458 no Ice Storm Unlimited. Os testes T-rex e Manhattan 3.1 do GFXBench foram executados em 36fps e 14fps, respectivamente.

A bateria de 4000 mAh neste telefone durou 17 horas e 9 minutos muito impressionantes em nosso teste de loop de vídeo HD. Com o uso casual, incluindo muita navegação na Web e um pouco de fotografia, jogos e streaming de vídeo, conseguimos passar o dia inteiro e ainda tínhamos cerca de 30% da noite.

O Redmi 7 possui uma câmera traseira primária de 12 megapixels f / 2.2 com um sensor de profundidade de 2 megapixels. Ele não possui zoom extra ou lente grande angular, mas o aplicativo possui AI para detectar cenas e ajustar as configurações da câmera automaticamente.

Além dos modos Pro e Portrait habituais, existem menus nos modos de foto e vídeo com opções adicionais, incluindo deslocamento de inclinação, embelezamento, selfie em grupo, lapso de tempo e lente do Google. Você pode fazer rajadas tocando e mantendo pressionado o botão do obturador, e há até uma configuração para escolher entre a medição média, central ponderada e pontual.

Gostamos do resultado de nossas amostras fotográficas. As fotos que tiramos sob a luz do sol tinham foco nítido e detalhes sutis dentro da área focalizada, embora qualquer coisa a mais de alguns metros de distância parecesse muito pior. O Redmi 7 lidou bem com exposições em cenas com luz brilhante e sombra, mas teria gostado um pouco mais de vibração e soco nas cores.

Ficamos agradavelmente surpreendidos com a maneira como as fotos com pouca luz saíram e até as cores foram relativamente bem preservadas. No entanto, havia muito barulho e essas fotos realmente não pareciam boas quando aumentamos o zoom. Também há muito desfoque de movimento e você pode esperar que as áreas claras sejam superexpostas graças ao obturador lento.

Os vídeos podem ser gravados a 1080p 60fps e você pode escolher entre os codecs H.264 mais amplamente compatíveis e H.265 mais eficientes. Os clipes que gravamos pareciam um pouco maçantes e havia muita sacudidela. Os detalhes eram ruins nos vídeos em full HD gravados à noite. O embelezamento é aplicado automaticamente ao usar a câmera frontal de 8 megapixels f / 2.0, e é muito agressivo.

 

Veredito

A Xiaomi fez muito para melhorar a série Redmi, e o novo Redmi 7 oferece melhores recursos e especificações, além de uma aparência mais atualizada do que o Redmi 6. Existem alguns passos para trás – embora não gostemos do redução de RAM no modelo básico e falta de uma variante de armazenamento de 64 GB. 

 

E se você gostou das características do Redmi 7, não precisa esperar mais, compre o seu agora mesmo!

 

Mi Curitiba, sua loja Xiaomi em Curiitba!

 

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Novo volume de Goblin Slayer – Light Novels mais vendidas (Fevereiro 10 – 16)

Semana com algumas novidades. Além do novo volume de Goblin Slayer ter aparecido, Ryuuou no Oshigoto (aka Shogi das Lolis) também deu as caras, pegando o terceiro lugar. Seishun Buta também continuou dentro do top 10, ao lado de Index.

Título Ranking Vendas da semana Vendas totais
Kimetsu no Yaiba Shiawase no Hana 01 27,053 456,74
Kimetsu no Yaiba Katabane no Chou 02 26,123 524,706
Ryuo no Oshigoto! Vol. 12 03 17,680 17,680
Seishun Butayaro wa Mayoeru Singer no Yume wo Minai 04 16,373 39,179
Soyaku A Certain Magical Index Vol. 1 05 13,895 31,246
Goblin Slayer Vol. 12 06 12,534 12,534
Ryuo No Oshigoto! 12 (Edição Limitada) 07 12,328 12,328
Osananajimi ga Zettai ni Makenai Love Kome Vol. 3 08 9,147 20,498
Nanatsu no Maken ga Shihaisuru Vol. 5 09 6,309 13,648
Isekai Tensei No Boken Sha Vol. 8 10 6,072 6,072

Capas das Light Novels do ranking

Ryuo No Oshigoto! 12 (Edição Limitada)

Ryuo no Oshigoto! Já teve anime em 2018.

Isekai Tensei No Boken Sha.

Goblin Slayer. Já teve anime em 2018.

 

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Fate/Stay Night: Heaven’s Feel III – Filme recebe contagem regressiva com 100 ilustrações para o lançamento

 

O site oficial, junto do twitter de Fate/stay night: Heaven’s Feel III. spring song, estão realizando uma campanha de contagem regressiva para o lançamento.

Até o dia 28 de março, o twitter da obra divulgará ilustrações dos mais variados tipos, todos os dias, desde artes conceituais, visuais do filme, character design e cenas da visual novel.

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Ao todo serão 100 ilustrações divulgadas pelo twitter, que serviram como um contador para a estreia do filme. O site oficial, no entanto, já liberou todas ilustrações de antemão, caso alguém tenha interesse.(Acessar aqui)

Fonte: ANN

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PROMARE – Como é bom estar vivo!

Eu havia feito todo um planejamento para esse mês, vocês devem ter visto na minha coluna #TokuTudo, na qual postei a entrevista com Kihachiro Uemura durante o Rio Matsuri 2020 (inserir link aqui depois), que o meu texto de hoje seria sobre a minha experiência durante o evento como um todo. Bem… Tudo isso foi para o espaço quando eu assisti (e quando este texto for publicado, reassistido incontáveis vezes) o épico longa de animação lançado em 2019 nos cinemas japoneses, PROMARE.

Para quem ainda não conhece PROMARE, vamos à sinopse: 30 anos atrás, a Terra sofreu uma calamidade que ficou conhecida como “o grande incêndio mundial”, as chamas foram causadas por uma massiva combustão espontânea de humanos, que fez com que metade da população da Terra morresse. Alguns humanos desenvolveram habilidades pirotécnicas durante e subsequente ao evento e se tornaram conhecidos como Burnish. No presente, Galo Thymos vive na cidade de Promepolis como membro do grupo de bombeiros Burning Rescue, que respondem a incidentes envolvendo os atos do grupo terrorista chamado Mad Burnish.

Não se preocupem nesse texto não haverá spoilers.

PROMARE é dirigido por Hiroyuki Imaishi e escrito por Kazuki Nakashima, ambos trabalharam no clássico Tengen Toppa Gurren Lagann (Gainax, 2007) e mais recentemente em Kill La Kill (Trigger, 2013). Para quem já assistiu esses animes, vai notar logo de cara diversas semelhanças no estilo artístico, no traço dos personagens e na narrativa que é praticamente uma assinatura vinda de Imaishi e Nakashima (e caso ainda não tenham assistido TTGLKLK ambos estão disponíveis na Netflix! Além das adaptações em mangá de ambos já terem sido publicadas no Brasil). Se pudesse resumir de forma prática o tipo de narrativa que eles costumam colocar em suas obras, diria que é a de sentimento do famigerado HYPE sempre subindo, sempre e sem limites. Aliás, HYPE é bem a palavra aqui ao falar de PROMARE. É assim que estou me sentindo nesse momento, é assim que estou escrevendo esse texto. Completamente empolgado e embriagado pelo sentimento que só o estúdio Trigger e esses gênios conseguem fazer brotar.

Entre o elenco de dubladores gostaria de citar três nomes:

Kenichi Matsuyama dá voz ao protagonista Galo Thymos. Ele pode não ser muito conhecido por seus papeis como dublador, afinal contando com esse filme é só o terceiro trabalho dele, porém ele é bem famoso por ter interpretado L nos filmes live action de Death Note desde 2006!

Kenichi Matsuyama em seu papel como L em Death Note.

Taichi Saotome dá voz a Lio Fotia, ele também não tem muitos papéis como dublador, porém ele pode ser visto dando vida ao personagem Abarai Renji no Live Action de Bleach!

Taichi Saotome como Abarai Renji em Bleach.

Nobuyuki Hiyama, que é um dinossauro da dublagem desde 1992 e deu voz a pelo menos um personagem que todos conhecem, é uma voz muito característica que não tem como não ser reconhecida. Ele já deu voz a personagens como Madarame Ikkaku de Bleach, Hiei de YuYu Hakusho e, claro, Viral em TTGL, entre outros. Ele é uma figurinha marcada quando se trata de projetos envolvendo o Imaishi.

Nobuyuki Hiyama e mais personagens do que se pode citar em uma única legenda.

Antes de falar sobre o filme em si, preciso compartilhar algo com vocês para que entendam um pouco da minha empolgação e emoção nesse momento.

Não estou no melhor momento da minha vida atualmente, não vou me aprofundar, pois vocês não são obrigados a aturar os lamentos de redator de site de anime, mas o fato é que tenho me sentido constantemente deprimido e desmotivado com a vida, me sentia da mesma forma no longínquo ano de 2008, por motivos diferentes que só meu eu adolescente pode dizer, mas o sentimento de tristeza e insuficiência estava lá. Na época, alguns amigos haviam me recomendado assistir esse anime sobre uma galera que era forçada a viver embaixo da terra e tinha uns robôs legais usando brocas, quando o download do anime terminou, já era mais de meia noite, estava com sono, mas dei play no primeiro episódio só pra ver “qual é”. Eu assisti os 27 episódios de Gurren Lagann ininterruptamente, eu não consegui mais dormir e precisava ver aquilo até o final. Um sentimento de agitação, empolgação, esperança e renovação me tomaram de uma forma que nunca havia acontecido antes. Eu tinha certeza que algo incrível havia acontecido e o que eu havia assistido não era só mais um anime. Era um marco na minha vida, que agora era dividida em antes e depois te ter conhecido TTGL. O mesmo aconteceu no dia em que assisti PROMARE, os sentimentos negativos, o download que acabou de ser feito mais de meia noite, o play dado despretensiosamente e o HYPE que tomou conta de mim e não permitiu que eu parasse de ver o filme até o final. Agora, a minha vida é dividida, mais uma vez, em antes e depois de ter assistido PROMARE.

Dramas pessoais à parte, vamos ao que interessa, que é sobre o filme!

No aspecto técnico, PROMARE já se vende como uma obra de excelência. Além dos já citados diretor, roteirista e dubladores, temos Shigeto Koyama responsável pelo design dos personagens e mecânicas. Ele já trabalhou em muitos animes icônicos como Eureka Seven, Heroman, SSSS Gridman e Panty & Stocking with Garterbelt, além de TTGL e KLK. É impossível não reconhecer esse traço dele, seja nos personagens, seja nos mechas e sim, temos mechas em PROMARE.

As músicas ficam a cargo de Hiroyuki Sawano, que é um compositor muito famoso e trabalha fazendo a trilha sonora de diversos animes desde 2006, entre as séries famosas que ele esteve presente podemos citar Attack on Titan, Mobile Suit Gundam Unicorn e Guilty Crown.

Guilty Crown, Production I.G 2011.

Uma boa parte do filme utiliza a técnica de animação em CGi 3D, quem ficou a cargo disso foi o estúdio Sanzigen. Eu sei que falar que um anime usa CGi normalmente deixa a gente com um pé atrás, não é toda produção que sabe trabalhar bem com isso, mas o estúdio é muito competente. Vocês podem ver o bom trabalho que eles fazem em obras como Black Rock Shooter, 009 Re:Cyborg e A Heroica Lenda de Arslan (esse ficou famoso por ter sido desenhado, tanto no mangá quanto na adaptação em anime, pela Hiromu Arakawa, autora de Fullmetal Alchemist).

Com a parte técnica em mente e seus devidos responsáveis creditados, podemos falar um pouco do que vocês irão ver na tela per se.

A qualidade da animação está belíssima! Os cenários são majestosos e o mundo que é apresentado ali é vivo, colorido e minimalista! Sim, isso mesmo. Minimalista.

A escolha estética para o longa foi do uso muito bem aplicado de formas geométricas. Preparem-se para ver triângulos, quadrados e retângulos sendo usados da forma mais simples e ao mesmo tempo mais complexa e bela que vocês já viram, vai estar presente em tudo e não estranhem ao ver efeitos de fumaça e fogo sendo representados de forma poligonal. Acredito que essa escolha vem do conceito que, em geral, formas geométricas são muito agradáveis de ver ao mesmo tempo em que, para os animadores, possibilita um trabalho mais confortável. Sempre podemos ver designs e cenários complexos e meticulosos em seus detalhes em diversos outros animes, mas não deixem se enganar por PROMARE ir na direção completamente oposta, ele faz isso de forma incrível e de deixar o queixo caído.

Eu estou dizendo em todos os lugares e a todos com quem converso que PROMARE é a segunda vinda de TTGL na Terra e o filme não faz a menor questão de desmentir isso. O próprio protagonista Galo é praticamente uma cópia cuspida e escarrada do Kamina, e não estou reclamando! Também gosto de pensar que uma das intenções inerentes do filme é homenagear e referenciar outros trabalhos do Hiroyuki Imaishi, e os olhos mais atentos e conhecedores do trabalho do diretor vão perceber isso.

PROMARE vai muito além de uma animação bonita e referências a TTGL, ele coloca em pauta de forma sutil e metafórica alguns conceitos atuais e que te vão fazer pensar um pouco sobre. O conflito dos humanos contra os Burnish pode ser traduzido para o nosso cotidiano com diversos problemas étnicos e raciais, colocando de forma um pouco grosseira algo como preconceitos com pessoas negras, latinas ou homossexuais, que são rotuladas por suas características, e, bom… Sabemos como o mundo trata as minorias, não é? Há sim uma crítica a isso quando você emerge e interpreta um pouco o filme, não só a essa questão, mas até sobre o meio ambiente e a relação do homem com a natureza, como as figuras de poder mascaram boas intenções e ignoram fatos científicos apenas para satisfazer seus caprichos e manter seus privilégios.

Poderia ir mais a fundo nisso, mas falar mais que isso já poderia ser até mesmo spoiler, e o filme guarda muitas surpresas e faz parte da experiência passar por elas com o mínimo de informação possível.

No fim das contas, ao terminar de assistir a pouco mais de uma hora e meia que o filme proporciona, eu só sei que estava com lágrimas nos olhos, vendo os créditos subirem, não necessariamente emocionado com a trama do filme, mas apenas pelo fato de ter assistido, de ter tido essa oportunidade. A primeira coisa que disse assim que terminei foi a frase que deu título a essa matéria: “como é bom estar vivo!” e só posso agradecer a PROMARE por ter me dado novamente motivos pra dizer uma frase como essa.

Obrigado por lerem esse meu pequeno momento de partilha emocional, e vejam PROMARE!

Revisão: Karin Cavalcante

PROMARE – Como é bom estar vivo! publicado primeiro em https://www.genkidama.com.br

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Mayoiga (The Lost Village) – Se vira nos trinta… e tantos

Mayoiga, ou The Lost Village no ocidente, é um anime original de mistério e terror lançado em 2016 através de crowdfunding¹, que talvez fosse melhor ter ficado pela fase de financiamento, mas o universo confabulou com o estúdio Diomedéa uma maneira de fazer essa obra dar seu ar da graça – e que ar poluído esse.

Pois bem.


A premissa

Com o pretexto de poder ter um recomeço na vida, um grupo excêntrico de 30 pessoas parte numa excursão pela busca de Nanaki, a vila descrita em lendas urbanas como utópica. Ninguém, no entanto, tem certeza de onde ela fica e nem por quais motivos ela nunca foi localizada. Quando finalmente chegam no destino, os viajantes encontram o lugar completamente abandonado e marcas de garras pelas árvores enquanto membros do grupo desaparecem misteriosamente. Ao cair da noite, quem está fora dos abrigos passa a ouvir e ver coisas diferentes. Acontece que a vila materializa o maior medo da pessoa e impede que ela saia de lá caso esse medo não seja confrontado.


A preguiça (de caracterização) 

Boa parte do elenco. Da esquerda pra direita: Toshiboy, Valkana, Nanko, Jack, Toriyasu e… segue o barco.

Vilas pacatas tomadas por ocorrências sobrenaturais não são novidade para o universo audiovisual do mistério, incluindo os animes, claro (vide Higurashi no Naku Koro ni e Shiki), porém, introduzir 30 personagens para uma série fechada e contínua (no sentido de não-episódica) de 12 episódios, além de insanidade, pode ser a tal da “novidade”. E digo “30” por generosidade! Na verdade, são 33. Fora aqueles que surgem nos flashbacks espalhados pelo anime.

Esses números fazem nenhum sentido se considerarmos a quantidade de personagens minimamente relevantes, afinal, quando divide-se 33 pelo número de episódios, o resultado é de QUASE 3 personagens: Mitsumune, Hayato e Masaki.

Apesar disso, o nível de caracterização destes seletos não é diferente do concedido para o restante do elenco. Todos podem ser definidos com uma frase, ou, nos casos mais extremos, uma palavra: tem o gordo, a paranóica, o delinquente, o rapper, o chuunibyou², o casalzinho, o fracote… O protagonista Mitsumune, que é um menino bonzinho e altruísta; o rival/amigo Hayato, que existe por causa do Mitsumune; e a Masaki, o interesse amoroso, que existe para a causa do Mitsumune e da conveniência narrativa, pois…

…além do Mitsumune, Mitsumune, Mitsumune… os outros dois citados por nome quase nunca são vistos interagindo proativamente com o restante dos viajantes, só que, no caso da Masaki, isso é mais perceptível: ela é uma ferramenta de enredo, e não uma personagem. Quando instigada a falar, é da boca dela que saem frases enigmáticas e sugestivas às quais a cambada sempre questiona e, consequentemente, é motivada a agir – sem a Masaki, em momento algum, explicar francamente o que ela quer dizer (ou porque ela não pode ser mais clara), mesmo enquanto duvidam dela a ponto de ameaçá-la de morte, tornando ela uma personagem pouco crível e frustrante de assistir. A Masaki ser pressionada pela maioria é também um gatilho para atrair o paladino Mitsumune à menina que ele julga indefesa e mal compreendida, o que é muito conveniente, dado que ele é o aparente personagem principal e ela é a pessoa mais atrelada ao mistério de Nanaki.

A democratização do raso em Mayoiga inicialmente estabelece a sensação de que ninguém está seguro, já que as motivações parecem niveladas, mas com o passar do tempo e os personagens ainda estagnados em seus estereótipos, o que se enxerga com lentes cínicas é a mera artificialidade da criação de suspense. Te faz pensar qual dessas piscinas infantis ambulantes sumirá em seguida sem você ou qualquer personagem se importar. Há situações em que o assunto do desaparecimento e possível morte de uma pessoa é deixado de lado em prol de uma discussão sobre o nome do jogo que definirá os grupos de busca ou sobre a pronúncia de “Hyouketsu no Judgeness”. Prioridades.

Alguns personagens até recebem um agrado maior na tentativa de ter uma injeção de profundidade com flashbacks forçados que exploram as origens dos maiores medos de cada um, mas essa construção não tem um desfecho ou função temática que justifique o tempo gasto: ninguém morre ou realmente desaparece por enfrentar ou não o próprio medo (então não tem consequência), jamais o assunto desses traumas é retomado (então não tem desenvolvimento) e, principalmente, qualquer paralelo com o cerne da narrativa, que é uma questão de identidade do Mitsumune, inexiste, tornando incompreensível a necessidade de todo esse pessoal secundário para a série.


A encheção de linguiça (na narrativa)

Naruto e Sasuke. Digo, Mitsumune e Hayato.

Dentre o amontoado de coisas que Mayoiga joga na sua direção, a única que gruda como a cola que conecta o início e o fim da história é o dito problema pessoal do Mitsumune: durante a infância, ele perdeu o irmão gêmeo num acidente. A mãe ficou devastada mentalmente e passou a enxergar o Mitsumune como se fosse o filho falecido, cuja identidade ele abraçou. Entretanto, com o passar do tempo, sua própria identidade foi se perdendo, o que culminou na ida para Nanaki à procura de um recomeço e um reencontro com si mesmo. 

Nós, como telespectadores, não sabemos disso tudo inicialmente, mas temos dicas aqui e ali de que os pais dele são superprotetores. Assim permanece até ele ganhar uma fatia do bolo de flashbacks. E aí entra a dualidade que a roteirista da obra, Mari Okada (Kiznaiver, MSG: Iron-Blooded Orphans, Toradora!) criou. Ou tentou. 

Lá em cima, nos confins deste texto, mencionei que o tal do Hayato existe por causa do Mitsumune. Desde o character design, com o clássico vermelho versus azul, até a motivação para ter se juntado à excursão; o personagem inteiro foi modelado para um momento e mais nada: o da catarse do protagonista. 

Basicamente, o pequeno Hayato foi forçado a agir da maneira como os pais dele queriam a fim de manter a boa aparência para a vizinhança, apanhando e sendo trancado no sótão caso desobedecesse. Curioso, considerando que, assim como o Mitsumune, ele teve que personificar alguém que ele não é. É esse o paralelo traçado quando eles se confrontam, e o Hayato, com a função de ser o contraponto, dá a entender que ele não quer mais ser uma marionete dos pais, e que gostaria de ter uma particular – o Mitsumune, que, através desse embate, é iluminado e se reconcilia com o próprio medo: uma representação do irmão.

A falha cataclísmica que faz o conflito e a resolução não funcionarem, é que as coisas simplesmente acontecem. Do nada. Depois de ser negado pelo personagem principal, o Hayato fica remoendo e decide usar a manifestação do seu medo para atacar todo mundo. Por… razões. 

Não entender o porquê das ações dos personagens é produto do déficit de atenção do qual a série sofre em meio a poluição de subtramas criadas. O foco muda com tanta constância que ninguém tem chance para ser desenvolvido, impedindo que os rasos sejam aprofundados. Uma arapuca criada pela história. Por conta disso, um momento importante para o arco do Mitsumune, como é o mencionado, se resolve tão rapidamente que quase não dá tempo de você se perguntar: “o que acabou de acontecer?”. Outro fruto dessa armadilha é na volta da atenção para o Hayato, que além de constituir um clímax fraco e uma tensão de papel para o terço final de Mayoiga, ele “usar a manifestação do seu medo para atacar” indica que o negócio também tem memória de tilápia, pois isso contradiz diretamente um fato que foi estabelecido anteriormente: cada um só vê e interage com o medo particular. 

Se buscar por outros exemplos menos relevantes desses esquecimentos e inconsistências, encontrará espalhados aos montes, como o do sujeito que foi preso e depois liberto… e depois desapareceu completamente da história até voltar atacando geral (porque mandaram) só pra ser parado por um personagem que sequer havia sido introduzido até então; o da garota que foi até a vila procurar o medo materializado de outra pessoa mesmo sabendo que você só enxerga o seu… Um que eu gosto acontece logo no primeiro episódio, o prelúdio da catástrofe que viria a seguir, envolvendo o motorista do ônibus de viagem. Ele se irrita com alguns passageiros e tenta acidentar o busão num surto de raiva. O cara aparece por um pouco mais de um minuto na tela antes de chegar nessa decisão. A estrada tem mais tempo de tela do que ele! Um minuto e meio, pra ser mais ou menos exato! E é só asfalto e eventualmente o ônibus no quadro, e nenhum dos dois tentou matar ninguém! Mas o motorista… 


A missa (para o audiovisual)

Nissan R33 Skyline GT-R.

Um fato retirado da caixinha de obviedades é que a arte de uma animação é importante para transmitir ideias e criar atmosferas. Podemos estender essa noção ao áudio e à capacidade que ele tem de reforçar o senso de “lugar” com uma paisagem sonora imersiva, especialmente em histórias de terror. No entanto: surpresa! Mayoiga falha em ambos. 

Mais presente no início da série, existe um som de rugido feito com grunhidos de uns dois ou três animais que só surge (sem pompa e circunstância alguma) para amedrontar os personagens e estabelecer que a vila não é normal, mas assim que eles deduzem que o lugar manifesta os temores, o som jamais é utilizado novamente. Engraçado, já que ele era associado à possibilidade de ter um urso na região por conta das marcas de garras nas árvores e, assim como o uso do rugido, esse assunto também nunca teve sequência. Fora isso, pouco se aproveitou do silêncio e do som ambiente em razão da incessante presença de músicas dramáticas.

Agora, o visual é… intrigante. O dos medos, pelo menos. Não existe um padrão. Alguns são imagens estáticas em 2D que se distorcem a fim de causar a impressão de movimento, e outros são modelos 3D retirados diretamente de Gran Turismo, do PlayStation 1 (como o da imagem acima). Sinceramente, acredito que se aproveitar da incongruência do 3D num meio 2D para representar “medo” seja uma boa sacada! Se os renders não fossem de uma qualidade abissal, talvez ajudassem a amplificar a sensação de que aquilo “não pertence”, mas…

É comum que aberturas sejam mais bem animadas do que os episódios do anime, só que a de Mayoiga parece ser a única coisa na qual o orçamento foi gasto, e olha que ela é majoritariamente composta de ilustrações paradas! Imagina-se que uma obra como essa não requer movimentos plásticos e complexos para funcionar, porém até nos básicos eles erram, como quando o personagem conversa de boca fechada e quando o fogo fica imóvel.

Falando em “errar”: a cinematografia. Usar objetos convenientemente presentes na cena para ocultar a ação importante que ocorre no quadro é digno de marcar presença na lista de reprovados do curso, mas o pior é nos momentos em que a continuidade (cinematográfica) vai pro saco. Imagine o seguinte: uma pessoa está ajoelhada ao lado de outra ajudando ela a desatar uma amarra de cordas dos braços, e então corta para um plano diferente em que as duas estão em pé e ninguém toca nas cordas. Fatal, mas acontece.


A areia movediça (que é)

A imagem fala por si só.

Mayoiga é o resultado de uma grande pretensiosidade por parte da equipe do Diomédea

Um gênero complicado de trabalhar na animação 2D, pelo distanciamento natural que ela tem com a realidade, é o terror; e usando clichês que vão desde a ideia de ver o maior medo (Galáxia do Terror, Lentes do Mal e o mais recente Bird Box são exemplos de filmes que trabalham a temática), até o clássico “pessoas tropeçando repentinamente em situações de perigo” (acontece umas cinco vezes), o que poderia ser uma homenagem ou celebração bem-humorada do gênero com um toque de fantasia japonesa, acaba virando uma salada que se leva a sério. Além disso, a roteirista conta numa entrevista que a origem da série veio da vontade dela de escrever um drama sobre pessoas, mas com a trupe interminável de coadjuvantes rasos que guerreiam por tempo de tela e personagens principais assassinados no fogo cruzado, é nesse quesito que o anime mais deixa a desejar

Finalmente, no momento em que a zona narrativa culmina na introdução de um personagem chamado Kami-sama para explicar como sair de uma vila inescapável, é porque o atestado de derrota foi assinado e o estrago é tão irrecuperável que só Deus ex machina³ na causa, mesmo.

 

Dito tudo isso, vale a pena assistir? Só se for ironicamente. Caso contrário, passe longe; a uns 33 quilômetros de distância.

Mas tem no Crunchyroll.


 

Glossário:

1 – Financiamento coletivo. A famosa “vaquinha”.

2 – Termo usado em mangás, animes e afins para definir adolescentes com “delírios de grandeza”, que se convencem de que possuem capacidades sobrenaturais, fama e outras regalias. “Síndrome da oitava série”. 

3 – Na Antiguidade greco-latina, recurso dramatúrgico que consistia originariamente na descida em cena de um deus cuja missão era dar uma solução arbitrária a um impasse vivido pelos personagens. (Fonte: dicionário do Google).

 

Referências:

Mari Okada (Anime News Network)

Tradução da entrevista da Mari Okada (karice)

Entrevista original (sanspo)

Mayoiga (MyAnimeList)

Revisão: Karin Cavalcante

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Kimetsu chega em 2M por volume e bate próprio recorde! – Mangás mais vendidos (Fevereiro 10 – Fevereiro 16)

Kimetsu no Yaiba já vem somando uma boa quantidade de feitos, e nessa semana acrescentou mais alguns a lista. Além de ter conseguido chegar em 2 milhões de copias em todos os seus volumes (Só o 19 que não, mas saiu semana passada), o mangá também conseguiu emplacar mais uma semana dominando completamente o top 10 da Oricon (3º semana seguida), e fazendo isso com todos os seus 19 volumes.

Até então era o próprio Kimetsu no Yaiba que tinha o recorde de 18 volumes seguidos no top 20, mas que agora passaram a ser um novo recorde com 19 volumes.

Além disso, teve um novo volume de Goblin Slayer e o lançamento do volume final de ReLife que veio com um capítulo extra sobre o futuro dos personagens.

Tabela de venda com os dados completos

Título Ranking Vendas da semana Vendas totais
Kimetsu no Yaiba #19 01 254,425 1,636,001
Kimetsu no Yaiba #1 02 183,035 2,161,818
Kimetsu no Yaiba #18 03 178,401 2,082,118
Kimetsu no Yaiba #8 04 166,925 2,090,320
Kimetsu no Yaiba #7 05 162,541 2,092,110
Kimetsu no Yaiba #2 06 161,387  2,099,227
Kimetsu no Yaiba #9 07 157,472 2,077,220
Kimetsu no Yaiba #10 08 155,388 2,066,341
Kimetsu no Yaiba #3 09 153,167 2,055,845
Kimetsu no Yaiba #11 10 148,282 2,044,385
Kimetsu no Yaiba #12 11 147,802 2,040,736
Kimetsu no Yaiba #4 12 146,856 2,021,905
Kimetsu no Yaiba #17 13 146,346 2,075,811
Kimetsu no Yaiba #5 14 143,935 2,009,973
Kimetsu no Yaiba #13 15 143,622 2,028,068
Kimetsu no Yaiba #14 16 143,165 2,009,484
Kimetsu no Yaiba #15 17 141,229 2,022,776
Kimetsu no Yaiba #6 18 141,155 2,004,991
 Kimetsu no Yaiba #16 19 135,462 2,046,350
Mix #16 20 127,416 129,571
Goblin Slayer #9 21 74,242 74,242
Mystery Toiu Nakare #6 22 63,149 65,154
Slime Taoshite 300-nen, Shiranaiuichi ni Level Max ni Narimashita #6 23 37,792 37,792
Nanatsuya Shinobu no Houseki-bako #10 24 37,442 37,442
Arafoo Kenja no Isekai Seikatsu Nikki〜Kimama na Isekai Kyoushi Life〜 #3 25 34,801 34,801
Maronie Oukoku no Nana-nin no Kishi #4 26 32,633 33,509
Uzaki-chan wa Asobitai! #4 27 31,447 92,986
Owari no Seraph #20 28 30,709 120,900
Gin no Saji Special Edition #15 29 30,528 30,528
Yowamushi Pedal #65 30 30,044 59,722
Goblin Slayer Gaiden 2 Tsubanari no Tachi 《Dai Katana》 #1 31 29,862 29,862
ReLife #15 32 29,591 29,591
Isekai Kenja no Tensei Musou〜Game no Chishiki de Isekai Saikyou〜 #1 33 29,413 29,413
Nido Tensei Shita Shounen wa S Rank Boukensha Toshite Heion ni Sugosu〜Zense ga Kenja de Eiyuu Datta Boku wa Raise Dewa Jimi ni Ikiru〜 #2 34 28,939 28,939
「Kouryaku-bon」 wo Kushi Suru Saikyou no Mahoutsukai〜 Towa Iwanai Ore-ryuu Maou Toubatsu Saizen Route〜 #2 35 27,483 27,483
Sekai de Tata Hitori no Mamono Tsukai〜Tenshoku Shitara Maou ni Machigawaremashita〜 #3 36 25,674 25,674
Nigatsu no Shousha -Zettai Goukaku no Kyoushitsu- #7 37 25,466 25,466
Dr. Stone #14 38 23,370 116,875
Act-Age #10 39 22,724 103,257
UQ Holder! #22 40 22,532 44,898
Shijou Saikyou no Dai Maou, Murabito A ni Tensei Suru #2 41 21,649 21,649
Spy×Family #3 42 21,591 489,817
Saikyou Tank no Meikyuu Kouryaku〜Tairyoku 9999 no Rare Skill-mochi Tank, Yuusha Party wo Tsuihou Sareru〜 #2 43 21,551 21,551
Kimetsu no Yaiba Official Fanbook Kisatsu-tai Kenbun-roku 44 21,033 757,467
Fukigen na Mononoke-an #15 45 20,589 20,589
Yurufuwa Nouka no Mojibake Skill〜Isekai de Catalogue Tsuuhan Yattemasu〜 #1 46 20,284 20,284
Sankaku Mado no Soto-gawa wa Yoru #8 47 20,069 20,616
Sono Mono。Nochi ni….〜Ki ga Tsuitara S-kyuu Saikyou!? Yuusha Wazu no Dai Bouken〜 #3 48 20,063 20,063
Gotoubun no Hanayome #13 49 19,249 498,720
Musume no Tomodachi #3 50 18,765 18,765

Algumas capas de mangás interessantes

Fukigen na Mononoke-an. Já teve anime em 2016.

Arafoo Kenja no Isekai Seikatsu Nikki Kimama na Isekai Kyoushi Life.

Goblin Slayer Gaiden 2 Tsubanari no Tachi Dai Katana.

Goblin Slayer. Já teve anime em 2018.

Isekai Kenja no Tensei Musou Game no Chishiki de Isekai Saikyou.

Nido Tensei Shita Shounen wa S Rank Boukensha Toshite Heion ni Sugosu Zense ga Kenja de Eiyuu Datta Boku wa Raise Dewa Jimi ni Ikiru.

ReLIFE. Já teve anime em 2016.

Saikyou Tank no Meikyuu Kouryaku Tairyoku 9999 no Rare Skill-mochi Tank, Yuusha Party wo Tsuihou Sareru.

Shijou Saikyou no Dai Maou, Murabito A ni Tensei Suru.

Slime Taoshite 300-nen, Shiranaiuichi ni Level Max ni Narimashita. Já teve anime anunciado.

Gin no Saji Special Edition. Já teve anime em 2013.

Mystery Toiu Nakare.

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Ore no yubi de midarero – Mangá adulto sobre garota tentando chamar atenção de cabeleireiro vai ter anime

Foi anunciado que durante a ComicFesta desse ano, o mangá Ore no yubi de midarero. ~Heitengo no salon, ijiwaru ni jirasarete irá receber uma adaptação em anime curto. Detalhes da staff e do estúdio ainda não foram liberados, mas é outro daquele animes em 2 versões, uma para TV toda cortada e outra sem censura no canal do streaming da empresa.

A história acompanha Fumi, um garota que trabalha em um salão de beleza e vive sendo repreendida por Sosuke, um dos cabeleireiros do lugar. Por mais que haja como se não quisesse ser tocada por ele, em verdade Fumi quer que algo a mais acontece, por mais que Sosuke não pareça se dar conta disso.

Fonte: A.I.R

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